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RESUMO DA ÓPERA 23/05/2013

23/05/2013

Olá leitores. Por causa de um modem quebrado fiquei duas semanas sem poder escrever no blog. Bem, com tudo arrumado poderemos comentar o que aconteceu durante esses dias turbulentos. O resultado? O maior “Resumo da Ópera” de todos os tempos aqui no blog.

As Loucuras do Rei Juvenal

Juvenal: coletiva vergonhosa

Juvenal: coletiva vergonhosa

Todos os internautas que acompanham o meu blog estão cansados de saber que não morro de amores pelo presidente do São Paulo, o intragável Juvenal Juvêncio. O golpe estatutário foi a confirmação de uma ditadura medonha que se apoderou do clube e agora constatamos as trágicas consequências dos conselheiros adotarem um cartola caudilho.

Na semana passada o cidadão afastou 7 jogadores logo após a humilhante eliminação contra o Galo na pior campanha do São Paulo na história da Libertadores.

Os culpados? Atletas que acabaram de se recuperar de graves contusões e outros que mal foram aproveitados no time titular neste primeiro semestre.

Outro imenso atestado de “genialidade” do cartola tricolor, que covardemente aponta “culpados” como se o Cañete tivesse culpa do Lúcio ser um zagueiro transloucado e do Nei Franco sempre colocar o Douglas. Ao expor desnecessariamente alguns jogadores, Juvenal deu uma aula de anti marketing esportivo e desvalorizou o próprio produto.

A atitude de Juvêncio, claramente demagógica é uma imensa piada de mau gosto e revela porque o tricolor paulista perdeu o baluarte do pioneirismo para outros clubes do futebol brasileiro. Como previmos, o terceiro mandato do atual presidente são paulino se tornou um desastre e o torcedor são paulino vai ter que aturar muitas besteiras até Abril de 2014 infelizmente.

O Trio de Ferro Dançou na América

Riquelme: o carrasco do Brasil na Libertadores

Riquelme: o carrasco do Brasil na Libertadores

Depois da eliminação do São Paulo na Libertadores, mas dois times do chamado “Trio de Ferro” de São Paulo também não conseguiram passar para as quartas de final da Libertadores.

O Palmeiras com um time limitadíssimo chegou até longe na competição. Sem nenhuma grande estrela e contando apenas com atletas dedicados e esforçados, o clube do Parque Antártica tinha chance de superar os estreantes do Tijuana. Mas uma falha grotesca do goleiro Bruno pôs tudo a perder. O time de Gilson Kleina que já era mediano, não teve a capacidade de reagir. Somente “raça” e “sangue nos olhos” não ajudam a vencer uma partida de futebol. É necessário também aprender a chutar, a dar passes precisos e ter um pouco de talento. Caso contrário, que se monte uma equipe de atletismo e não um time de futebol. A triste realidade da série B chegou de vez ao Verdão. Que saia dessa com dignidade a partir de agora.

Bruno: frango avassalador

Bruno: frango avassalador

O Corinthians, atual campeão do mundo foi eliminado pelo Boca Juniors na Taça Libertadores da América. Em parte porque fez uma péssima partida no estádio La Bombonera no jogo de ida. Porém na volta, o responsável pela desclassificação alvinegra se chama Carlos Amarilla. O árbitro, considerado um dos melhores da América do Sul deixou de dar dois pênaltis para os comandados de Tite. Para piorar os auxiliares Cárlos Cáceres e Rodney Aquino marcaram impedimentos absurdos que alijaram o clube paulista na partida. Riquelme num lindo lance encobriu Cássio e marcou o primeiro gol. O espetacular Paulinho empatou, mas o conhecido estilo de jogo do Boca de Bianchi prevaleceu. Não há muito mais o que comentar. Até porque o resultado foi artificial e o árbitro interferiu descaradamente.

Carlos Amarilla: arbitragem vergonhosa

Carlos Amarilla: arbitragem vergonhosa

Isso é ponto pacífico no blog desde o ano passado. As arbitragens da América do Sul são péssimas e estão prejudicando os clubes brasileiros em demasia. O Corinthians foi mais uma vítima da incompetência dos sopradores de apito da Conmebol.

Kaká e Ronaldinho Gaúcho. Para Que?

Kaká e Ronaldinho Gaúcho: preteridos

Kaká e Ronaldinho Gaúcho: preteridos

A não convocação de Kaká e Ronaldinho Gaúcho para a Copa das Confederações repercutiu. Muitos torcedores e jornalistas não entenderam o porque dos dois atletas não estarem na lista que vai ao torneio de Junho já que ambos tem experiência de sobra se tratando da camisa canarinho.

Porém não é preciso fazer uma análise profunda e descobrir porque ambos não foram relacionados por Scolari.

Ronaldinho Gaúcho teve uma grande fase na seleção brasileira de 2002 até 2005. Depois da Copa de 2006 o seu futebol degringolou e o atual jogador do Atlético Mineiro se mostrou um atleta baladeiro e desinteressado em atuar com a camisa do Brasil. Com atuações medonhas, o prestígio dele com o treinador Dunga decaiu depois do fracasso na Copa da Alemanha. Nem mesmo a “carteirada” que Ricardo Teixeira deu na Olimpíada de Beijing fez o futebol de Gaúcho melhorar. O resultado é que ele não foi chamado para a Copa de 2010 e seu comportamento fechou as portas da Europa para ele. Mesmo voltando a jogar bola no Brasil depois de uma passagem turbulenta pelo Flamengo, Ronaldinho Gaúcho foi convocado para a seleção e continuou com a mesma apatia e falta de liderança. Scolari o convocou para o amistoso contra a Inglaterra e não gostou nada do que viu. Talvez seja um recado velado ao atleta. Talvez não. Conhecendo o modo de pensar de Felipão pode ser que os dias de Ronaldinho Gaúcho com a camisa da seleção estejam definitivamente acabados.

Kaká teve uma grande fase no Milan em 2007. Ajudou a equipe Rossoneri a faturar o quarto título mundial e foi escolhido o melhor jogador do mundo no mesmo ano. Mas parou por aí. Kaká, a exemplo de Gaúcho também alternou bons e maus momentos com a seleção. Não foi um primor nas duas copas que disputou em 2006 e 2010 e atualmente é reserva no Real Madrid sem repetir as grandes atuações do passado. Kaká também parece não se preocupar com a sua carreira na parte técnica e sim financeira. Tanto faz se ele poderia atuar no Brasil e melhorar seu futebol para voltar a seleção. O bom mesmo é ficar na reserva do Real e continuar a ganhar milhões de euros. Kaká perdeu o foco.

As seguidas contusões e a atuações pífias no Real atrapalharam uma possível convocação.

Isso significa que os dois estão descartados? Provavelmente. Talvez Scolari esteja fazendo um teste de fogo para os novatos, talvez não. Mas é impossível saber o que se passa dentro da cabeça do treinador gaúcho.

Lembremos que ele deixou de convocar Alex com quem trabalhou no Palmeiras para chamar Edílson para a Copa de 2002 . O mesmo que fez as provocantes embaixadinhas na final do campeonato paulista de 1999 e que inclusive foi xingado por Scolari numa palestra captada pelo microfone de repórteres. Vai entender…

Finais dos Campeonatos Estaduais

Corinthians:hegemonia em São Paulo

Corinthians:hegemonia em São Paulo

Num dos campeonatos paulistas mais desinteressantes de todos os tempos, venceu o time com melhor capacidade. O torneio foi se arrastando ao longo de 3 meses com poucos jogos relevantes e fracasso vergonhoso de público. Os estaduais são cadáveres insepultos do futebol brasileiro e pelo andar da carruagem os bizarros cartolas continuarão a atrapalhar o calendário como zumbis do Walking Dead.

O Corinthians chegou a final na base do banho maria, pois se preocupou mais com a Taça Libertadores. O Santos de Muricy, mal se sabe como foi para a decisão pois tinha um time limitado e com um Neymar pouco inspirado e irritado pelas badalações em torno da sua vida profissional e privada.

No primeiro jogo no Pacaembu, o treinador santista abusou do “Muricybol “e colocou Marcos Assunção para fechar o meio de campo e aproveitar as bolas paradas como é do feitio de todos os clubes dirigidos pelo Muricy.

Porém, o Corinthians deu um banho no Santos. Não fosse o goleiro Rafael o Peixe teria saído de São Paulo com uma goleada. O alvinegro da capital deu um banho tático e Paulinho atuou monstruosamente. Neymar foi anulado. Na Vila na segunda partida da decisão, não foi muito diferente. Apesar do ímpeto inicial e do gol de Cícero, o Corinthians controlou as ações da partida. Danilo empatou logo em seguida e teve toda a tranquilidade para afastar as investidas santistas até o apito final. Destaque negativo para as lamentáveis cenas de pancadaria realizado pela Polícia Militar antes do início do jogo. Às vésperas de uma Copa das Confederações é lamentável que ainda se veja momentos escabrosos assim.

É o vigésimo sétimo titulo paulista do time do Parque São Jorge. O maior campeão paulista do século passado e por enquanto deste centenário também. O Santos não fez nada de relevante durante todo o torneio para repetir o feito do Paulistano, por enquanto o único time que conseguiu faturar o tetracampeonato paulista. O troféu está em boas mãos.

Quanto aos outros estaduais não houve maiores novidades.

Botafogo: título de cabo a rabo.

Botafogo: título de cabo a rabo.

O Botafogo ganhou de braçada no Rio. Em parte porque Vasco e Flamengo enfrentam sérios problemas administrativos e o Fluminense quase pedia pelo amor de Deus para não participar da competição. Ponto para a postura de Clarence Seedorf que jogou no time da estrela solitária como se fosse um garoto e estivesse atuando no sub-20 do Ajax. Um profissionalismo invejável e que serve de exemplo para muitos garotinhos mimados a leite com pera que se alastram como peste no futebol brasileiro.

Em Minas… Ah! Que novidade… A final foi entre Atlético Mineiro e Cruzeiro. Deu Galo, bicampeão mineiro.

Em Goiás…deu Goiás.

No Ceará…deu Ceará.

No Rio Grande do Sul deu Internacional. O primeiro título de clube do treinador Dunga e que a exemplo do Botafogo ganhou de braçada o título do Gauchão. Ponto negativo para o badalado Grêmio de Vanderlei Luxemburgo que apesar de fazer contratações milionárias não conseguiu chegar à final dos dois turnos.

Dunga: primeiro título regional

Dunga: primeiro título regional

No Paraná outra super novidade (Modo Irônico Ligado). O Coritiba ganhou o seu quarto título estadual seguido em cima de seu maior rival. Nem tanto, pois estranhamente o presidente Mauro Celso Petraglia fez o time do Atlético Paranaense atuar no torneio com seu  Sub-20.

Agora me falem qual o propósito de deixar o time titular encostado e não pegar ritmo de jogo para o campeonato brasileiro que começa na semana que vem?

Será que Petraglia esconde um super time para o torneio nacional? Teremos um novo Barcelona jogando no Sul do país? Aguardemos.

Na terra de todos os santos, o Vitória conquistou o torneio estadual. Mas não precisava humilhar tanto o Esporte Clube Bahia. No primeiro jogo da decisão um histórico 7 x 3. Isso porque nas fases anteriores o rubro negro já havia metido 5 x 1 na Arena Fonte Nova. Fora a chuva de caxirolas em outra derrota do tricolor baiano por 2 x 1.

Se antes dos anos oitenta o Bahia era o time hegemônico no estado, hoje a situação é bem diferente. A partir dos anos noventa o Leão da Barra começou a equilibrar as conquistas pau a pau com o seu adversário. Porém a partir dos anos 2000 o Vitória começou a prevalecer no estado. São 9 títulos do rubro negro contra apenas dois do Tricolor de Aço.

Em tempo, não sou contra o fim dos estaduais. Apenas defendo que se diminuam as datas dos mesmos. Campeonatos desinteressantes e semimortos não podem se arrastar por 3 meses como se tivessem a mesma importância do passado.

O glamour desses torneios virou história. Insistir em reviver algo que não pode ser repetido é um imenso atestado de burrice, atraso e teimosia.

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BOLSA FUTEBOL

22/11/2012

O patrocínio de R$ 30 milhões de reais da Caixa Econômica Federal ao Corinthians gerou a revolta de muitos e principalmente de torcedores adversários que não viram seus respectivos times serem agraciados com o “mesadão” governamental.

O fato do Corinthians ter ganho um estádio de graça da prefeitura e do governo federal para a Copa do Mundo de 2014 somente piorou a visão daqueles que já consideraram o clube paulista o time do “Establishment” governamental. O ex-presidente corintiano Andrés Sanchez é filiado ao partido dos trabalhadores e tem corredores livres até o ex-presidente Lula, que apesar de hoje ser um mero civil, ainda tem muita influência política.

Mas o privilégio do Corinthians não é o único dentro da história do futebol brasileiro.

Vários outros clubes já ganharam a sua graninha apoiados pelo poder público. Algo que numa sociedade dita capitalista é algo bem contraditório.

Palmeiras e São Paulo tem seus CTS construídos em terrenos da prefeitura na Barra Funda em troca de permutas. Não pagaram nada por eles.

O São Paulo recebeu milhões de reais de uma lei de incentivo fiscal para melhorias no seu Centro de Treinamento de Cotia.

Ok, se tratava de uma lei federal e o tricolor paulista soube aproveitar dela muito bem, mas isso não deixa de ser dinheiro de nossos impostos.

O Flamengo foi patrocinado em quase duas décadas por uma empresa petrolífera estatal. O Vasco da Gama também ostenta em sua camisa uma companhia de energia pública em troca de generosos milhões de reais.

Internacional e Atlético Paranaense estão reformando os seus estádios para a Copa com a ajuda do BNDES. Um banco estatal.

Isso sem contar o benefício que todas as agremiações recebem da Timemania, loteria criada pelo governo para que os clubes paguem as suas enormes dívidas trabalhistas. Um achincalhe, pois na opinião governamental temos que financiar a roubalheira que os corruptos cartolas do futebol brasileiro cometeram em seus times.

Se um dirigente de futebol deixa enormes dívidas para comprar um iate ou um apartamento da Barra da Tijuca ele deveria ser preso e não ser auxiliado com dinheiro de nossos impostos.

Mas a presidente da República homologou o substitutivo da Lei Pelé que exime os cartolas da responsabilidade financeira de seus clubes. Agora pensam em criar a Timemania 2, já que a primeira foi um fracasso comercial.

Curioso… são os mesmos clubes que se dizem privados e que escondem balancetes anuais. Mas no apagar das luzes adoram receber dinheiro do governo. De que lado estão nossas autoridades?

O poder público deve zelar pelo “pão e circo” ou ajudar a população? Pelo jeito a primeira opção é a preferida, pois dão mais votos.

A cara de pau dos dirigentes é colossal. Em países sérios muitos desses times seriam enquadrados e não participariam de campeonatos até pagarem as suas dívidas. Muito menos receberiam qualquer benefício público sem antes serem duramente fiscalizados por órgãos governamentais.

Mas estamos no Brasil. O país do “jeitinho”. As leis não foram feitas para beneficiar o esporte em si diretamente, mas para ajudar o patrimônio privado dos clubes de futebol. Uma vergonha.

Nesse caso, ninguém é “inocente ou santo”. Todos os times de uma certa maneira ou outra já tiraram proveito do governo. Muitos jornalistas e torcedores tentam apaziguar essas vantagens indevidas mostrando os erros do passado de outras agremiações. Como se uma coisa justificasse a outra. Na verdade todos estão errados e continuam a proferir mau caratismo.

Afinal vivemos numa sociedade capitalista, os clubes são privados e dois mais dois são igual a quatro. Mas na visão distorcida de muitos cartolas a soma é igual a cinco.

No final quem sai perdendo somos nós com hospitais de péssima qualidade e escolas públicas putrefatas com professores desmotivados. Os dirigentes continuam a gastar milhões em maus investimentos e também em benefício pessoal para depois pedirem dinheiro com o pires na mão como se fossem clubes miseráveis da terceira divisão. Coitadinhos…

O futebol é privado, feito por clubes privados. Pela lógica de mercado deveriam procurar empresas privadas para financiarem os seus times. Quando o governo auxilia mandatários incompetentes e clubes de futebol com dinheiro, leis e outros benefícios eles só encobrem a bandalheira e atrapalham o próprio desenvolvimento do futebol. O cartola podre continua a roubar o clube e sua ingerência não é percebida pelo torcedor, financiado pelos milhões de reais do estado. Um círculo vicioso que não tem fim e que os políticos mentecaptos insistem em perpetuar. Uma aberração.

SABE, AQUELE ATACANTE QUE MORRIA DE VONTADE DE, ASSIM COMO O PAI, UM DIA JOGAR NO SPFC? POIS É, ELE FOI PRO INTER!

07/07/2012

Do site By Guedex.

Esta postagem não é para lamentar a ida de Forlán para o Internacional, nem criticar a escolha do atacante uruguaio, afinal, no clube gaúcho ele muito provavelmente ganhará um salário no mínimo duas vezes maior daquilo que o São Paulo lhe pagaria.
E não acho que ele esteja errado, afinal, sejamos sinceros: quem, em sã consciência, desprezaria uma oferta financeira significativamente maior apenas para satisfazer um desejo pessoal, para jogar no “time do coração”?
Sabem quem?
Luis Fabiano.

Pensem nisso antes de atribuir a ele a culpa pelo momento sem conquistas que o clube esta passando.

O CAPÍTULO FINAL

30/05/2012

 

O São Paulo Futebol Clube publicou hoje uma nota em seu site em que esclarece que o atacante Oscar  rescindiu o seu contrato com o tricolor mediante o pagamento de uma multa de 15 milhões de reais.

É o fim da novela Oscar que durou longos trinta meses e que se iniciou com a briga jurídica do agora atacante do Internacional, mais os jogadores Lucas Piazon e Diogo.

Ambos alegaram irregularidade em seus contratos e tentaram sair do São Paulo sem pagar uma multa indenizatória por quebra de contrato. Os três se deram mal.

Ao contrário do que muitos jornalistas de renome alegaram os “mimadinhos” de Cotia não eram escravos. Muito menos eram pobres coitados que recebiam um salário de merda com uma mariola de gratificação.

Os atletas foram aliciados por empresários inescrupulosos que visaram usar o clube do Morumbi como cobaia. Oscar e seus agentes apostaram alto que poderiam sair do Morumbi sem pagar a multa, mas mediante a insistência do São Paulo em discordar da decisão ridícula da primeira instância feito por uma juíza, a máscara caiu. Oscar não era um coitadinho. Ele saiu do clube por dinheiro como ele próprio afirmou ao juiz Caputo Bastos.

Os três rebeldes de Cotia deram um passo maior que a perna e no final deram um tiro no próprio pé. Não se escuta nenhuma notícia de destaque para o lateral Diogo e o tal Lucas Piazon. Foram negociados pelo São Paulo depois de perderem as suas opacas ações na justiça do trabalho e não se fala mais neles. Piazon foi negociado para o Chelsea e ainda não explodiu no time de Roman Abramovich. Diogo está no Anderlech no “poderoso” futebol belga. Ambição demais mata e dissolve carreiras também.

Oscar, a nova escrava Isaura fake do futebol brasileiro teve que pagar a multa rescisória no final das contas. Não adiantou nada posar de injustiçado. As  leis do trabalho no Brasil não podem ser mudadas de uma hora para outra e servir os famigerados agentes de jogadores que buscam atalhos em brechas jurídicas. Foi o que eles acreditaram e no final ambos tiveram que matar o escorpião do bolso e soltar a graninha para a presidência são paulina.

Mais que uma vitória do São Paulo, a rescisão de Oscar representa um triunfo do futebol brasileiro. Agora os clubes terão  a segurança necessária para manter e formar seus atletas e os empresários vão pensar duas vezes antes de convencer os seus pupilos a fomentar saídas forçadas sem justificativa.

Parabéns ao São Paulo Futebol Clube pela insistência e luta. Apesar da falta de apoio dos outros clubes, entidades e de alguns membros da imprensa, o tricolor seguiu firme na batalha jurídica e conseguiu o seu objetivo. Uma das decisões mais importantes do futebol brasileiro nos últimos anos e que vai fazer o esporte crescer ainda mais.

No final, o futebol brasileiro venceu. Fim da novela.

OSCAR – O “POBRE” ESCRAVO

04/05/2012

O Ministro Guilherme Caputo Bastos do Tribunal Superior do Trabalho, determinou que Oscar seja liberado para jogar pelo Internacional nos próximos dias e passou a bola para o Tribunal Regional do Trabalho novamente para julgarem o caso no mês de maio.

Como justificativa da decisão, o magistrado usou a premissa da livre escolha das funções profissionais do trabalhador. Citou no despacho até a escravatura como argumento para liberar o atleta.

O caso Oscar ganha contornos jurídicos preocupantes a partir de agora. Se a decisão da liminar se manter e o jogador vencer a batalha contra o São Paulo FC será instituído o calote oficial e consequentemente será o começo do fim do futebol brasileiro.

Não valerá a pena investir em atletas na base, pois os mesmos poderão virar acólitos de um empresário que lhe darão 1 milhão e um carro importado para poderem sair do clube que o formou alegando problemas de salário e outras justificativas torpes.

Oscar, pobre coitado era um escravo no São Paulo Futebol Clube.

Magrinho…mirradinho… de dar pena….

Criado a pão velho com água, o atleta jamais foi educado enquanto esteve em Cotia. Passava fome e recebia dez chibatadas por mau comportamento todo o dia. Era muitas vezes amarrado ao tronco e deixado lá de sol a sol para servir de lição aos outros “escravinhos” do Morumbi.

Oscar não recebia aulas de inglês, era mal alimentado por um clube sem estrutura, que não tinha fisioterapeuta, psicólogo e recebia um parco salário de 100 reais por mês, uma mariola e apenas um bilhete de vale transporte.

Ao leitor que entendeu a ironia do texto acima é de espantar a total falta e preparo e de visão macro econômica do senhor Guilherme Caputo no caso. O São Paulo não é um clube “escravocrata” como pleiteia o magistrado e outros jornalistas renomados. O São Paulo formou Oscar e o atleta cuspiu na cara do clube, como um menino mimado cooptado por um empresário.

Ele tem todo o direito de jogar onde quiser. Mas que o faça pela porta da frente. Com honradez e hombridade e não como um menininho que se esconde atrás de um paletó de um advogado visando quebrar um contrato de trabalho sem pagar uma multa.

A decisão é provisória, mas se o atacante do Internacional conseguir sair do time do Morumbi sem gastar um tostão estará aberto um precedente perigoso e nada irá impedir um Neymar ou um Paulo Henrique Ganso de fazerem o mesmo. Afinal, empresário malandro é que não falta e jogador de futebol gosta de dinheiro, salvo é claro raras exceções.

Enquanto a merda estiver impregnando os corredores do Morumbi no “escravocrata” São Paulo estará tudo bem para alguns torcedores imbecis.

Alguns dizem que o São Paulo “está colhendo o que plantou”, já que já foi acusado muitas vezes de aliciar jogadores de outros clubes. Mas o caso aqui é muito mais complexo do que se imagina.

Se a vitória de Oscar se confirmar o esterco vai voar literalmente pelo ventilador e vai atingir todos os clubes do futebol brasileiro sem exceção. Contratos e mais contratos serão desfeitos com a mesma justificativa dada pelo atacante do Internacional.

Com quebras e quebras de direitos federativos de garotos pipocando pelos centros de formação, muitas das revelações de base irão mostrar a sua capacidade em times do exterior. Os clubes brasileiros não irão mais investir nas divisões de base, pois não valerá a pena formar atletas para os outros times e empresários pegaram na mão grande.

E os campos nacionais estarão cheios de brucutus sem talento. O nível técnico do futebol brasileiro vai cair e consequentemente a seleção brasileira vai dar vexame atrás de vexame. Libertadores? Nem pensar. Até times da Venezuela irão vencer os clubes brasucas.

Para terminar a tragédia que se anuncia, muitos jornalistas conhecidos na grande mídia irão perder o emprego porque o futebol no Brasil terá acabado.

Sugiro escreverem sobre a sociologia da escravatura no século XXI. Pode não vender porra nenhuma, mas dará uma senhora tese de mestrado…

E viva a liberdade! E também o calote!

ENQUANTO ISSO NO PERU…

10/02/2012

INTERNACIONAL GANO AL AURICH CUN JUGADOR DE SÃO PAULO

Fonte:Copaperu.ner

Aurich podría ganar en mesa. El jugador de 20 años de edad, Oscar, que fue el encargado de marcar el primer tanto para los locales rescindió su contrato con el Sao Paulo en el verano de 2010 sobre los salarios pendientes de pago, lo que le permitió firmar por Internacional en una transferencia libre.

Sin embargo, el Tribunal de Trabajo de Sao Paulo ha fallado a favor del club de Morumbí, lo que significa que el jugador se ve obligado a regresar a su anterior club

Por otra parte, el período que pasó en el Internacional,  Oscar será añadido a su anterior contrato con el Sao Paulo, que ahora expira en 2015.

“El contrato entre Internacional y Oscar no va a ser convertida en polvo y todo el mundo se olvidará de que él estaba en el club”, dijo el abogado de Oscar, André Ribeiro.

Por consiguiente el Internacional ha cometido una falta y el veredicto final lo señalará la FIFA en los próximos días.

 

Nota do blog – Ihh! Fu… Inter!

NA “MÃO GRANDE” NÃO!

09/02/2012

Enfim após um imbróglio de quase três anos a justiça deu ganho de causa no caso O$car para o São Paulo FC no Tribunal Regional de Trabalho.  Sabemos que o advogado e empresário do jogador entrará com um recurso, mas diante de todas as provas apresentadas dificilmente o time do Morumbi  perderá em outras instâncias.

O fato é que O$car deve 9 milhões de reais por não cumprir seu contrato. De minha parte nem desejo que um atleta com esse caráter volte a jogar pelo São Paulo. Já não há nenhum clima. Que o Internacional pague o dinheiro ou o próprio atleta ou o próprio advogado.

Se o atleta entrar em campo hoje contra o Juan Alrich pela Taça Libertadores,  o Internacional poderá ter problemas no futuro.  Outros clubes poderão pedir pontos contra o time gaúcho caso o atacante jogue ilegalmente.

O colorado, que gosta de tirar pontos de outros times usando seu departamento jurídico agora experimenta o seu próprio veneno e está numa sinuca de bico.

Apesar de muitos atletas e empresários pensarem o contrário, ainda temos leis nesse país. Contratos tem que ser cumpridos. Se um jogador não quer mais jogar num clube de futebol, ele tem todo o direito de sair…

…desde que  ele ou outro clube paguem.

Simples assim.

NOITE DE TORMENTAS

05/05/2011

Cuca: descontrolado

A trágica desclassificação de quatro times brasileiros para as quartas de final da Taça Libertadores da América será alvo de muitas explicações e teorias por parte da imprensa. Mas os jogos de ontem não dão margem a qualquer explicação lógica. O futebol que já nos deu muitos exemplos em sua história, não permite isso.

O blog já alertou em seu “Resumo da Ópera” uma melhor preparação dos clubes fora do eixo Brasil/Argentina nessa edição do torneio. Não bastava apenas ter um time “raçudo” ou “guerreiro” formado por jogadores dispensados de outros clubes. Foi o caso do Grêmio. Um clube que sente a ausência de Fábio Rockenback não pode ter qualquer pretensão de ganhar uma Libertadores. O Grêmio era um time fraco e foi desclassificado por um clube melhor estruturado dentro de campo.

O Fluminense acumulou problemas desde o início da temporada. Mesmo com Muricy, o tricolor das laranjeiras definhava com problemas extra campo. O time campeão brasileiro não se acertou e se classificou bravamente no “bico do corvo” contra o Argentino Juniors. Nas oitavas, o Flu fez um jogo mequetrefe contra o Libertad, mas achou dois gols quase no final do jogo e acreditou que em Assuncion a classificação estaria garantida. Não estava.

O Fluminense entrou em campo com a mesma disposição tática errada que usou no Engenhão e tomou um vareio de bola do time paraguaio. O clube carioca, nervoso e sem reação poderia perfeitamente segurar friamente a derrota de 1 x 0 e conseguir a classificação. Mas o Libertad fez mais dois gols quase no final do jogo e encerrou a heróica e breve passagem do Fluminense na Libertadores 2011.

O atual campeão do torneio, o Internacional foi derrotado pelo Penarol em pleno estádio Beira-Rio. Está certo. O Penarol é um time com muito mais tradição que o clube de Falcão, mas o futebol uruguaio não anda muito bem das pernas nos últimos anos. Como explicar uma derrota acachapante dessas dentro de seus próprios domínios?

São os estaduais? Talvez. Clubes que jogam a Libertadores da América devem abandonar as disputas regionais sem qualquer remorso. Tanto Fluminense quanto o Internacional colocaram o time titular várias vezes em várias partidas dos campeonatos estaduais. O colorado acabou de vir de uma disputa acirrada num clássico Gre-nal. Faturou a “imprescindível” Taça Farroupilha e se desgastou na partida que mais lhe interessava.

O Fluminense com um elenco picotado não se esqueceu de disputar o campeonato carioca. O Santos jogou com o time titular na semifinal do campeonato paulista contra o São Paulo. Depois viajou horas de avião para jogar contra o América do México em Querétaro. Agora o peixe joga a final do estadual contra o seu maior rival e terá que viajar novamente para Manizales para enfrentar o Once Caldas.

Muricy reclama do calendário, mas a culpa não é dos dirigentes que projetam as datas das partidas. O problema é a prioridade que cada clube. Não dá para assobiar e chupar cana ao mesmo tempo. O Independiente de Avellaneda cansou de ganhar Libertadores jogando com o time reserva pelo campeonato argentino. O Santos resolveu ganhar os dois torneios por responsabilidade do próprio Muricy. Se não fosse o goleiro Rafael talvez hoje o Brasil não tivesse nenhum clube nas quartas de final da competição sul americana. O que é mais importante para o Santos? Conquistar mais um campeonato paulista ou faturar a terceira Libertadores de sua história? Se eu fosse o Muricy eu escolheria a segunda opção. Ou seja, time reserva na final do campeonato paulista.

Mas o futebol, como já salientamos, não tem nenhuma lógica e não é uma ciência exata. Vejam o Cruzeiro, melhor campanha da primeira fase da Libertadores e ex-favorito ao título. O clube fez a cartilha certinha. Colocou os reservas na semifinal do campeonato mineiro e jogou inteiro contra o Once Caldas podendo até perder de 1 x 0. A raposa perdeu de dois gols do clube de pior campanha da Libertadores e está fora. O que se pode dizer? O que se pode teorizar disso? Que o futebol assim como a nossa vã filosofia é algo que temos muito que aprender.

Cuca, que vergonha. Um treinador de futebol jamais deve perder a cabeça como ele fez. O espírito “Kleber” baixou no técnico cruzeirense. Deve ser a sina de sempre perder para o Once Caldas na Libertadores. A primeira foi pela semifinal do torneio em 2004 treinando o São Paulo. Cuca fresca da próxima vez.

APOSTA ARRISCADA

15/04/2011

Falcão: ótimo para tirar fotos mas para treinar um time?

Qual o motivo do Internacional de Porto Alegre ter contratado Paulo Roberto Falcão como treinador? Marketing? Questão de rivalidade por que o técnico do Grêmio também era um ex-craque?

De uma coisa nós sabemos, não foi pelo currículo. Paulo Roberto Falcão foi um jogador excepcional, mas um fracasso como treinador. A sua primeira experiência como técnico da seleção brasileira em 1990 não foi uma das mais promissoras. Ricardo Teixeira viu o ex-jogador calvo e elegante Franz Beckenbauer vencer a Copa com a Alemanha e tentou copiar a fórmula com a seleção canarinho. Logo na estréia de Falcão o Brasil tomou uma goleada de 3 x 0 da Espanha e fez com que o goleiro Veloso do Palmeiras nunca mais fosse convocado.

Na Copa América de 1991 o treinador se desentendeu com Bebeto e fez uma sofrível primeira fase. O Brasil se classificou para a segunda fase nos minutos finais graças a um gol de Luis Henrique e que terminou com uma farta distribuição de bananas e ofensas para os torcedores em Vina Del Mar. Na fase final disputada em Santiago o Brasil fez uma das partidas mais violentas da história do confronto contra a Argentina e perdeu por 3 x 2. Depois duas vitórias contra o Chile e Colômbia e um vice-campeonato.  O breve Brasil de Falcão não encantou, mas deixou frutos como a estréia de futuros campeões do mundo como Cafu, Mauro Silva e Márcio Santos.

Depois da seleção, Falcão ainda tentou a carreira de treinador com a seleção mexicana e no próprio Inter de Porto Alegre. Ambas experiências infrutíferas e rápidas. Aos poucos o ex-volante voltou aos comentários na Rede Globo. Agora, depois de muito tempo afastado, o Inter de Porto Alegre comete o desatino de chamá-lo como treinador. O clube gaúcho faz uma aposta arriscada. Falcão como ex-ídolo do clube serviria melhor como um dirigente remunerado, mas nunca como técnico. O colorado corre o risco de ver um dos seus maiores ídolos se queimar com a torcida.

Muitos cartolas acreditam que o fato do ídolo ter ajudado o clube diversas vezes dentro de campo fará que o mesmo se repita fora das quatro linhas. Um grande erro. A grandes maioria dos jogadores de futebol, salvo raras exceções, tiveram amargas experiências como treinadores. Falcão deveria permanecer na praia em que sempre lhe caiu bem: a cabine de televisão. Deixar Celso Roth, “o padroeiro de Kinshasa” no comando seria um erro, mas contratar um ex-ídolo que só via os jogos na cabine com ar condicionado não vai resolver o problema do atual campeão sul americano.

SOLTANDO OS CACHORROS – VEXAME COLORADO

17/12/2010

Paulo Rubens de Abreu é um são paulino fanático. Um dos tricolores mais malucos que já vi em minha vida. Doente pelo São Paulo FC ele é capaz de ficar com febre após uma derrota de seu time. Irônico, audacioso e completamente  maluco,   Paulo terá uma coluna aqui no blog do Abdul chamada “Soltando os Cachorros”. Não esperem qualquer  isenção ou bom senso do cidadão. A primeira vítima de Paulo é o colorado mais querido do Rio Grande do Sul, por motivos óbvios.

SOLTANDO OS CACHORROS – VEXAME COLORADO

Ahhhhhhhhhh! Que peninha do pobre Sport Club Municipal.

Dicordei abertamente do nobre colega dono do blog quando ele disse que o Internacional era favorito ao título da Copa do Mundo da Fifa de Clubes.

Favorito? Ah Ah Ah Ah Ah! Fala Sério! O que o time deles fez na Libertadores? Ganhou do São Paulo treinado pelo horrível RICARDO GOMES e depois venceu o ruim Chivas em dois jogos. Por causa de quatro jogos eu vou considerar o retranqueiro do Celso Roth top??? Nãoooo né? O cara é ruim mesmo! Sempre foi! E ele provou isso na terca-feira.

Mas ri muito, muito, muito, muito da derrota deles pro “tout puissaint” Mazembe. Será que o Fernando Carvalho vai pedir alguma “maracutaia” pra Fifa como fez na abertura de janela com a CBF no meio do ano? Um DVDzinho? Não? Que pena. O Internacional de Porto Alegre posa de time diferenciado e organizado mas na prática é bem diferente. É um time que adora um bastidorzinho. É o Fluminense do sul.  Foi assim em 1996 quando eles tiraram o São Paulo da Copa do Brasil com aquela história do Lima. Depois fizeram acordo com o Bétis pra tirar o Ricardo Oliveira do jogo final da Libertadores. Posam de gaúchos orgulhosos de sua cultura mas abusam do mesmo “jeitinho brasileiro” acima da fronteira do Rio Grande.

A sua torcida subiu no pedestal da soberba com os títulos internacionais. Fez festinha, filme chamado Absoluto  e levou um tombo Absoluto!!!  AH AH AH AH AH!  Derrota vergonhosa de um time da República Democrática do Congo que mal tem campo pra treinar. Foi a maior derrota internacional da história de um clube brasileiro. E zoavam os gremistas por eles já terem sido rebaixados? Agora vão aguentar gozação do rival pro resto da vida. AH AH AH AH AH!

Um abraço especial ao Rafael Sóbis. Agora vocês está sentindo exatamente o que eu senti naquele primeiro jogo de 2006. Tá dodói Sóbis??? Tá doendoooo??? AH AH AH AH AH AH!

Meu time não ganhou porra nenhuma esse ano mas que meu final de ano vai ser mais feliz isso vai. Vai Kidiaba,vai Kidiaba, vai vai vai!  Créuuuuu! Créuuuuu!

 

E pra terminar… CHUPA O$CAR!