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O EFEITO CHURRASCADA

14/10/2013
Morumbi e Independência: novas cenas de horror

Morumbi e Independência: novas cenas de horror

Ontem num domingo que poderia ser de festa vimos novas demonstrações de imbecilidade de torcedores organizados.

No Morumbi, a principal torcida organizada do clube brigou com a polícia no intervalo do clássico entre o São Paulo e o Corinthians.

No estádio Independência os abnegados de aluguel do Cruzeiro ( que são líderes do campeonato brasileiro, pasmem!) se espancaram em cenas lamentáveis de pugilato e MMA. Imaginem se eles estivessem na parte de baixo da tabela.

Não adianta. Enquanto não morrer 100 pessoas de uma vez nenhuma autoridade vai tomar uma providência necessária.

A lei está aí. O código penal também. Chega de tratar brigas de marginais como conflito entre moleques. Cadeia neles.

Mas às vésperas da Copa do Mundo no Brasil ano que vem nada será feito.

A pergunta que fazemos é a seguinte. E aí Juvenal? Vai dar churrasco pra organizada hoje?

A responsabilidade dessas cenas horripilantes é da turba de selvagens, mas elas poderiam ser evitadas se não houvesse a cumplicidade dos dirigentes de futebol.

Alguns deles deveriam responder processo por financiar e incentivar o crescimento dessas torcidas nos estádios.

Curioso é ver o presidente do Corinthians,Mário Gobbi pedir punição exemplar ao São Paulo.

Logo ele que fez das tripas coração para libertar 12 corintianos suspeitos de terem assassinado um rapaz na Bolívia. Inclusive com ajuda do governo federal e do Itamaraty. Como se os mesmos fossem santos imaculados pela pureza.

Quando saíram da cadeia o que alguns deles fizeram depois? Foram flagrados brigando no estádio nacional de Brasília.

O Corinthians perdeu o mando por causa de seus torcedores brigões, mas ao invés de acatar a pena e responsabilizar os seus torcedores como fez corajosamente o presidente do Coritiba em 2009, o que o sujeito faz?

Fala em perseguição do STJD e recorre das penas.

No final disso tudo são os cartolas pelegos e a inércia e cumplicidade das autoridades as responsáveis pelas tristes cenas que vemos nas arenas brasileiras. Nunca um termo foi tão adequado para a atual situação. Arenas, locais de brigas, de sangue, de horror do circo romano transportado para os dias atuais.

O STJD punirá os clubes com a perda de mando. Não fará mais que a sua obrigação.

Mas a justiça e o Ministério Público, além da senhorita Rousseff e do senhor Alckmin também deveriam se empenhar em mudar o quadro dos estádios brasileiros. Marginais devem ser presos. Brigões não devem frequentar o estádio. A polícia ter que ser melhor preparada e churrascos com a organizada não devem ser mais realizados.

Fica a pergunta. Se a polícia preza tanto a segurança nas praças como bombas de fabricação caseira conseguem entrar dentro dos estádios e serem lançadas contra os torcedores adversários?

Aqui no Brasil da impunidade isso é considerado briguinha de bar.

Em países mais civilizados é terrorismo.

ALICIAMENTO? JURA?

05/10/2013
Lucas Piazon e Oscar: alguém lembra de como eles foram parar no clube favorito do Bertolucci por favor?

Lucas Piazon e Oscar: alguém lembra de como eles foram parar no clube favorito do Bertolucci por favor?

 

Eu ia escrever algo sobre o tal “boicote” de alguns clubes contra o São Paulo Futebol Clube nas categorias de base, mas o texto de Gabriel Fuhrmann sobre o assunto  me fez desistir da ideia. Ali está praticamente tudo sobre o que eu penso. Quase todos os clubes do Brasil aliciam jovens valores. Eu escrevi TODOS. Nenhuma associação pode pegar o bastião da moral e reclamar algo sobre o assunto. O problema é que algumas categorias de base são mais competentes que as outras e a lei do mercado no Brasil funciona assim como no resto do mundo.  “Acordo de cavalheiros” realizado na porta dos fundos não funciona.  O que deve existir são leis elaboradas com a união dos clubes para impedir o aliciamento de seus jovens valores por empresários e cartolas muitas vezes sócios dos mesmos.  Aí que o bicho pega.  Vamos ao texto do Gabriel.

 

 

O Boicote da Hipocrisia

 

Por Gabriel Fuhrmann

 

Esse já está se tornando um assunto repetitivo no blog. Já é a segunda vez na semana que me vejo na obrigação de comentar os fatos e dar a minha visão.

Nesta quarta-feira dez clubes anunciaram que só participam da Copa São Paulo de Juniores caso o São Paulo seja excluído da competição. Estão entre eles Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Cruzeiro, Atlético-MG, América-MG, Vitória, Sport e Coritiba. Além deles, Goiás e Figueirense já sinalizaram que devem participar, além da Ponte Preta, que se diz lesada no caso do goleiro Lucão.

Isso pra mim, desde o primeiro caso que começou a dar repercussão ao boicote, é um show de hipocrisia barata para tentar jogar a culpa do outro lado do muro. Eu entendo e concordo que deva haver mais diálogo entre os clubes, mas não é assim que funciona, não acho que o São Paulo é o grande vilão do futebol de base.

Embora dirigentes insistam que o São Paulo é o único clube que assedia jogadores sem contrato, desde que o acordo de cavalheiros foi firmado, isso não é verdade.

O Corinthians cogita fazer parte do boicote por causa do lateral/meia Bruno Dip, que trocou o alvinegro pelo tricolor antes de firmar seu primeiro contrato profissional. Pasmem: tem dirigente corintiano reclamando até da perda de Lucas Moura, há sete anos. Sendo que o jogador já explicou que deixou o Corinthians por falta de acerto com o clube, aos 14 anos de idade. Caso idêntico a dezenas que vemos por aí, inclusive no próprio São Paulo, que perdeu Vitor Hugo para o Santos por não ter alojamento para o jovem.

Eu tenho vários pontos que considero absurdos e que ao meu ver, mostram a total contradição deste grupo do boicote.

1º – O que o Vitória está fazendo aí?

É sério, quando vi o Vitória aderindo ao boicote comecei a pensar que era uma página fake da ESPN, algum blog de piadinha ou coisa do tipo, mas não, é real.

O Vitória ainda vai aparecer de novo nessa lista, mas por enquanto vamos focar em um único ponto: quantos jogadores do Bahia foram contratados pelo Vitória sem ressarcimento ao rival?

Bom, no total fica difícil dizer, mas só nos últimos três meses foram cinco, quatro menores de 16 anos: Caíque, Iuri, Carlos e Rafaelson. Que direito esse time tem de reclamar do São Paulo? E qual a diferença disso pro que faz o São Paulo? Bom, a diferença é que o Bahia teve uma crise interna, basicamente falando.

Mesmo assim, pra mim, o primeiro argumento deste grupo já caiu, pois só nisso, já está provado que o São Paulo não é o único que desrespeita o acordo, desde que ele foi firmado.

2º – “O São Paulo se aproveitou da fragilidade financeira do Vasco…”

Esse foi um dos pontos colocados por Renê Simões durante o caso Wellington Foguete, que deu início ao grupo do boicote. Aparentemente, ficar sem pagar o jogador pode, ele procurar outro lugar pra jogar é que é antiético.

Foguete, um dos principais jogadores da geração /96 e por muito tempo lateral titular da Seleção, estava há meses sem receber salários. Por conta disso entrou na justiça e conseguiu a liberação para atuar onde quisesse: quis atuar no São Paulo, onde inclusive tem uma forte concorrência com Auro pelo posto na lateral-direita.

Segundo Renê Simões, o São Paulo se aproveitou da fragilidade financeira do Vasco para contratar o jogador sem custo. ALICIAMENTO, para Renê.

Vamos por partes: você tem o direito de atrasar os salários do seu jogador, mas ele não tem direito de procurar outro lugar pra trabalhar? Levem em consideração que é infinitamente mais fácil um clube explorar um jogador, do que um jogador explorar um clube.

Voltando a falar do Vitória, alguém por favor me explique no que isso difere o São Paulo do clube baiano durante a contratação do lateral Álef, que também é parte da Seleção Brasileira?

O jovem, que jogava no Bahia, entrou contra o tricolor baiano na justiça, pois já não recebia FGTS há quatro meses seguidos. Junto com ele, saíram outros jogadores, incluindo o zagueiro Maracá. Os dois foram para o Vitória, sem ressarcimento ao Bahia.

Alguém por favor me explica a diferença entre esses dois casos: Foguete e Álef. Ressaltando que o caso envolvendo os rivais soteropolitanos é muito mais recente.

3º –  Me digam, por favor, quanto pagaram pelos seguintes jogadores…

Dá pra fazer uma lista com vários atletas, mas vou cortar muitos porque são anteriores ao acordo.

Só que ainda dá pra perguntar quanto o Botafogo pagou por Dankler, ex-Vitória. Ou o Palmeiras, que ficará neutro na conversa porque com certeza pagou uma boa quantia ao Campinas Esporte Clube para ter o volante /95 Carlos Madson.

Ou podemos perguntar ao Corinthians, que tem intenções de entrar no boicote, quanto pagou pelo zagueiro Altair, ex-Desportivo Brasil. (Sabemos que não pagou nada).

E meu ponto nesse caso é: só pode reclamar quem realmente cumpre o acordo e nisso não salva um sequer dos 40 times, entre série A e B do Brasileirão.

4º – Contactar o jogador antes e negociar com o clube depois, também é aliciamento

Conversando com muitos defensores do boicote, citei este tipo de caso e tive o prazer de ouvir a resposta que todos fazem isso. “Sempre foi assim, contratar o jogador, levar ele e depois forçar a negociação com o clube, é normal”. Poxa, mas eu achei que o acordo era justamente para evitar que agissem assim.

Então se você forçar o clube a negociar o jogador (como foi feito no caso Oscar, por exemplo) tudo bem, segundo os defensores.

Isso, pra mim, também é aliciamento. E isso todos fizeram recentemente, Fluminense, Vasco, Cruzeiro, Galo, Flamengo. Eu tinha entendido, sobre o acordo, que você tinha que falar com o clube quando tinha interesse em algum atleta, mas pelo jeito não é isso, se você der esmola depois, tudo bem.

Essa é uma prova cabal de que não se trata de ética, o problema aqui é meramente dinheiro. Não tem nada a ver com ética, não vamos nos enganar. Tanto é que os clubes aceitam as esmolas, como o Vasco aceitou a esmola dada pelo Atlético-PR por Mosquito e como a Ponte Preta aceitaria de braços abertos a esmola dada pelo São Paulo pelo goleiro Lucas.

5º – Não sou eu quem tem que melhorar, é quem é melhor que não pode competir comigo.

Cada vez mais sinto que isso está inserido na discussão. Não é o clube menor que tem que aprimorar o trabalho, é o clube mais estruturado que não pode competir com ele.

Porque pra mim não é possível que as pessoas achem que perder o Foguete pro São Paulo é mais importante do que um jogador de 14 anos morrer em campo por falta de departamento médico dentro do centro de treinamento.

“Como se os jogadores vivessem em uma casa para menores infratores”, essa é a percepção do ministério público sobre os centros de treinamento da base do Vasco. Mas o que importa para eles é que o Foguete rescindiu e foi pro São Paulo de graça ou seja, os valores estão distorcidos.

Fala sério, dos dez clubes, pelo menos metade deles não consegue nem pagar o elenco profissional em dia, quem dirá pagar o time de base. Eu não conseguiria dever para um funcionário e ainda cobrar que ele tenha uma espécie de fidelidade, que não vá procurar outro lugar ao fim de seu contrato ou na primeira oportunidade litigiosa, depois de passar meses sem receber.

Dois anos atrás, o Vasco tinha cinco jogadores na Seleção sub-15. A geração chegou no sub-17, a estrutura não melhorou e hoje o Vasco tem apenas um (Matheus Índio, já que Lorran não estava no sub-15 e Danilo foi vendido) e, segundo informações, só não perdeu esse porque decidiu manter em dia o salário de 13 jogadores, considerando todas as categorias e Índio deu a sorte de estar entre eles.

Antes de resolver problemas externos, os clubes deveriam resolver os dilemas internos, mas isso dá trabalho demais.

6º – Mais uma vez pegamos a granada e lançamos na direção errada

Os clubes continuam fazendo errado. Jogando uns contra os outros, em vez de jogar contra os empresários gananciosos.

Todos sabemos que o São Paulo e os outros clubes que aliciam (ou forçam negociação) não fizeram nada sozinhos. Isso é coisa de empresário, que busca o atleta e oferece aos clubes, para poder ganhar parte do jogador colocando ele em uma posição melhor.

Tanto sabemos, que a própria Ponte Preta, no caso do goleiro Lucão, alega que isso foi vingança de “intermediários”, vulgo, empresários.

O boicote deveria ser contra empresários, deveria ser contra a pessoa que coloca jogadores no Internacional, por coincidência colocou um são-paulino e um palmeirense lá. Que por uma mera coincidência é agente de todos os brasileiros do Chelsea, apenas coincidências.

Enfim, essas coincidências tem que começar a ser cortadas. Temos que atacar os empresários e não os clubes.

Encerrando os tópicos

Esse boicote é feito de muita hipocrisia e pouca vontade de trabalhar. Não sou fã de Geraldo e Juvenal Juvêncio, mas a culpa não é só deles. Eles tem muitos erros, mais erros de gestão interna do que externa. No entanto, de fato, o São Paulo não pode simplesmente ligar o “Nem ligo” (para não falar outro termo), é necessário que sim, os clubes conversem. Mesmo que, bem na verdade, o que os clubes do boicote querem seja dinheiro e não palavras.

E se todos fazem isso, por que escolheram o São Paulo?

Vi uma certa inveja em algumas declarações, como a de um dos líderes do boicote: “O São Paulo não forma, só rouba” – risos contidos da minha parte -. “Estamos cansados do São Paulo e sua soberba, de se intitular melhor clube e melhor estrutura”.

Fica claro nessas declarações que a postura do São Paulo incomoda mais do que as atitudes.

Acredito que entramos, inclusive, num sistema, não apenas de defender seu atleta, mas de tentar eliminar um concorrente visivelmente mais forte pelos jovens jogadores. Acordo de ética pode ser um eufemismo para um cartel, talvez, que visa eliminar a concorrência, no caso, uma concorrência visivelmente mais forte.

Mas eu concordo com o acordo, mesmo assim

Eu concordo com o acordo, mas vejo diversos problemas nisso. Quando os jogadores foram ouvidos sobre esse acordo? O que eles pensam do tal acordo?

Por exemplo, eliminamos o passe para que os atletas não fossem escravos (e inventamos os direitos econômicos para continuar a mesma palhaçada). Então, o jogador de 14 anos já é propriedade do clube? Acredito que muitos atletas não gostariam disso, pois dificultaria ainda mais as chances de um jovem ser testado em uma equipe de maior expressão, quando começa em algum time fora do eixo.

No entanto, também entendo que é “sacanagem” com o clube investir no garoto dos 11 aos 14 e ver ele sair sem receber nada, apenas porque um clube maior gostou do talento dele (que óbvio, tem todo o direito de querer ir).

O acordo de cavalheiros é uma boa pedida, mas só vai funcionar se todos quiserem fazer de verdade. Do jeito que está é só uma palhaçada, porque nenhum clube está cumprindo de verdade e ainda escolheram o São Paulo pra bater, por ter pego alguns jogadores mais importantes recentemente.

A discussão tem que ser mais ampla, tem que incluir mais coisas, como as obrigações internas dos clubes, que quando cumpridas, já diminuiriam muito esses casos.

Por exemplo, o Foguete não teria saído de graça do Vasco se a estrutura do time de São Januário fosse excelente e seus salários estivessem em dia.  Só que em nenhum momento o clube se preocupou em ficar a altura do seu grupo lotado de jogadores de Seleção e pagou o preço por isso.

Assim, como os clubes estão pagando o preço de cederem aos caprichos de empresários e da sua vontade incessante de tirar vantagem.

Eu concordo quando dizem que, se cada vez que um clube visivelmente mais forte quiser um jogador jovem ele for lá e pegar, sem ressarcimento, mataremos os clubes menores, mas o que acredito é que o boicote é hipócrita, pois os clubes que boicotam também praticam.

A grande diferença é que há mais conversa entre esses clubes. Conversas que o São Paulo não tem e há, muitas vezes, ressarcimento póstumo.

Enfim, como já falei muito tempo atrás, falta alguém puxar a rédia disso tudo. Uma tal CBF, que sempre foge quando o assunto é tomar posição e passar a organizar e desenvolver o futebol de base do país.

O EMPRESÁRIO DO DOUGLAS

03/10/2013

douglasopolivavente

Existem certas coisas na vida que são complicadas de explicar.

Uma delas é como um jogador que não passa, não corre, não marca, não faz gols e que toma dribles desconcertantes dos adversários pode ser titular de um time como o São Paulo.

Douglas sem dúvida é um dos piores jogadores da história do clube. Disparado o atleta mais bisonho do tricolor nos últimos 40 anos.

No entanto, os treinadores passam e todos se encantam com ele, o colocando de titular e testando a sua “polivalência”.

Até mesmo o comentarista Caio Ribeiro caiu no conto do Douglas.

Ontem na Vila Belmiro vimos todo o futebol que esse jogador pode mostrar. O gol incrível e pateticamente perdido, as avenidas do lado direito são paulino….,etc.

Até mesmo o veterano Léo tirou uma casquinha.

Mas devemos dar um parabéns no meio dessa tragédia toda.

O empresário do Douglas.

O cara deve ser um verdadeiro mágico para convencer dirigentes e técnicos de que o seu protegido é um jogador de futebol.

Ô lábia boa.

Alguém tem o telefone do cara? Preciso vender um Gol 91 pelo preço de uma Ferrari. Com esse cara eu tenho certeza que eu consigo.

ACABOU A POLÊMICA! Arquivo raro (risos) comprova que o São Paulo ganhou do Palmeiras e do Corinthians no Paulistão de 1991

02/10/2013

\Rai1991

Um ingresso “raro” (risos novamente) vem circulando pela Net e comprova que o São Paulo foi SIM campeão paulista de 1991 eliminando o Palmeiras e Corinthians nas partidas finais.

Recentemente um vídeo do jornalista Paulo Vinicius Coelho afirmando que o São Paulo não foi rebaixado deixaram as torcidas adversárias bastante chateadas.

Todos nós sabíamos que o São Paulo foi campeão paulista de 1991, agora está mais do que comprovado.

Ingressos91

O internauta que frequenta o blog deve estar se perguntando, mas “porque raios o Abdul colocou esse post no blog dele”? Calma galera, foi uma ironia ao pessoal que diz ter um “arquivo” (diga-se um ingresso velho) do jogo entre Marília e São Paulo pelo Campeonato Paulista de 1990.  No ingresso está impresso o termo “Série B”, o que comprovava o tal “rebaixamento” do São Paulo naquele ano.

O ingresso foi divulgado no “Blog do Paulinho” , o tal “jornalismo com credibilidade” que ele tanto apregoa por aí.  Eu não sou um especialista  mas acredito que o termo “credibilidade” se ganha com o tempo e não se  impõe num título de blog.

A “prova irrefutável” pelo qual o “jornalista” com creti…(ops) credibilidade divulgou é uma falsificação grosseira como demonstra o blog de Alexandre Giesbrecht que destrinchou na lata a patifaria. Cliquem aqui e confiram. 

A função do profissional por mais que tenha sido deformada pelo jornalismo “joão sorrisão” da TV aberta ainda tem a missão de informar e não “fazer polêmica” ou “tornar o assunto divertido”. Para isso existem os comediantes.

O profissional de jornalismo tem a função de pesquisar e informar devidamente o seu leitor. Isso é premissa básica seja numa revista de circulação nacional ou num blog da internet.

Se você carimba o termo “credibilidade” , você deve ter a obrigação de mantê-lo, mas não é o caso do blog do Paulinho.

O post em seu espaço só alimentou o jornalismo mambembe que tem como representantes, nomes como Mílton Neves, Neto, entre outros.

Profissionais  que ele frequentemente critica em seu blog,  mas que no final segue a cartilha dos mesmos.

Como não poderia deixar de ser questionamos o conteúdo da postagem de Paulinho. Fizemos as perguntas necessárias para saber se ele estava devidamente bem informado sobre o assunto.  Afinal ele é um jornalista de credibilidade certo?

comentario

Mas infelizmente não obtivemos qualquer resposta sobre a questão. Pior, o sr. Paulinho nem aprovou o comentário.  Por que será hein?

“Jornalismo com Credibilidade”…. sei…..