A CRISE, TINTIN POR TINTIN!

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Aloísio e Luis Fabiano lamentam: crise no Morumbi

Aloísio e Luis Fabiano lamentam: crise no Morumbi

Algumas vezes nós simplesmente cansamos de tocar no mesmo assunto e bater na mesma tecla.

Porém alguns fantasmas sempre voltam. Por mais que tentemos nos livrar deles é inevitável que eles nos assombrem novamente.

Domingo no Morumbi, 11 mil são paulinos assistiram a um filme de terror. Ontem novamente no estádio Cícero Pompeu de Toledo contra o “poderoso” Bahia, que tomou de 7 do maior rival este ano, vimos a segunda parte dessa autêntica tortura.

No final de semana, o São Paulo massacrou o quase sub-20 do Santos no primeiro tempo. Perdeu um caminhão de gols graças a displicência de Luis Fabiano e a inoperância sutil de Osvaldo.

Parecia que o tricolor iria reagir depois da desastrosa primeira partida da Recopa contra o Corinthians. Os erros da decisão de quarta-feira retrasada se repetiram no último final de semana.

O São Paulo tomou o primeiro gol e desmoronou.

Se tornou um arremedo de time. Uma parva lembrança uma camisa antes respeitada.

O segundo tento do ex-são paulino Cícero confirmou a tragédia anunciada.

Ontem contra o Bahia mais uma derrota. A quarta seguida no Morumbi. Nunca o mais querido perdeu tanto em seu próprio estádio.

A culpa não era de Ney Franco, assim como não era de Muricy, Ricardo Gomes e nem será de Paulo Autuori se ele fracassar nessa sua nova empreitada.

Assim como todos os outros técnicos que passaram a trabalhar no São Paulo desde 2009.

Esta crise aparentemente interminável tem vários nomes.

Será até redundância escrever sobre isso já que alertávamos sobre o que iria acontecer desde 2011.

O torcedor está cansado de conhecer este assunto, mas vamos adicionar fatos novos.

Juvenal e o nefasto episódio da Taça de Bolinhas: arrogância e desrespeito

Juvenal e o nefasto episódio da Taça de Bolinhas: arrogância e desrespeito

Juvenal Juvêncio – O Imperador Palpatine do Morumbi

Como previmos o “golpe estatutário” ( que teve apoio da maioria do Conselho do clube) revelou-se um erro de proporções épicas.

Juvenal Juvêncio estendeu ilegalmente o seu mandato e ampliou o seu poder dentro do clube.

Instituiu um regime de terror “Natu Nobilis” psicológico no Morumbi. Demitiu bons profissionais como Carlinhos Neves, Luiz Rosan e o consagrado Doutor Turíbio Leite de Barros. Marco Aurélio Cunha foi isolado das decisões importantes e pediu o boné.

Sobraram os lambe botas que nunca alertavam Juvenal sobre a sua má conduta dentro do clube e o desrespeito às outras agremiações como no caso da “Taça de Bolinhas” contra o Flamengo. Instalou-se a soberba, a falta de respeito e a calamidade institucional.

Juvenal foi um dos melhores dirigentes do São Paulo quando era apenas um mero subalterno. Contudo, quando ganhou poder revelou-se um administrador medíocre. O seu primeiro mandato que se iniciou em 1989 terminou melancolicamente. Agora novamente o fim de feira terrível se anuncia.

Sob o comando de Juvenal ,o São Paulo foi tricampeão brasileiro. Seria patético não colocar méritos no dirigente nessas três conquistas. Afinal, ele manteve Muricy a ferro e fogo quando muitos conselheiros e cornetas queriam ver o treinador pelas costas.

Mas devemos deixar uma situação bem clara. Juvenal herdou uma ótima estrutura construída pelo falecido presidente Marcelo Portugal Gouveia e foi incapaz de mantê-la durante os anos seguintes.

Se o mandatário são paulino tivesse tido a dignidade de cumprir o seu mandato até 2011 a história dele no São Paulo seria outra. Teria recuperado a péssima primeira impressão que ficou no seu primeiro biênio que culminou num décimo quinto lugar no campeonato paulista de 1990. Mas o bichinho do poder o mordeu. Depois do “golpe” e de todos os desmandos, o caldo azedou.

O São Paulo sempre funcionou com democracia. O tricolor do Morumbi conquistou os seus maiores títulos quando houve alternância de poder. Novas ideias e novos rumos sempre foram a mola propulsora do clube.

Antes de Juvenal, Laudo Natel havia sido o último presidente a estender o seu mandato. Era uma época de exceção. Natel foi o principal responsável pela construção do Morumbi e o time ficou 13 anos sem conquistar um título relevante. Era preciso controlar as finanças. Não havia espaço para dirigentes malucos e gastadores. Natel, um dos diretores do Bradesco e um bom gestor financeiro era necessário naqueles tempos de vacas magras.

Depois de Natel e do término do Morumbi a democracia no clube se restabeleceu. Os títulos e boas campanhas vieram a rodo.

Com a amarga alteração estatutária, o clube se paralisou. A gestão antes inovadora se mumificou e envelheceu como as rugas do seu principal mandatário. Nem mesmo as reformas do Morumbi o salvaram. Deu azar em algumas contratações e foi péssimo em outras confiando no seu ultrapassado instinto futebolístico.

A lista de jogadores que fracassaram no clube nesses últimos quatro anos dá volta ao redor do Morumbi. Podemos citar alguns como Leo Lima, Carlinhos Paraíba, Marlos, Edson Ratinho, Rodrigo Souto, Fernandão, Cléber Santana, Eduardo Costa… A lista é enorme e quase interminável num período de quatro anos.

Entretanto, a situação mais grave foi a cultura da soberba que se instalou em frente a Praça Roberto Gomes Pedrosa. O profissionalismo endeusado no clube virou apenas uma obrigação comum. Os jogadores perderam o encanto com o time e agem apenas como meros profissionais de uma empresa estatal. Jogam, recebem o salário e que se dane o resto. Não há identidade dos atletas com a instituição e torcida. Apenas usam o ainda bom nome do clube como um trampolim. Uma ponte para para alcançar o futebol europeu ou a seleção brasileira.

Jogadores – Um senhor problema

Alguns jogadores são a mola propulsora dessa atual crise são paulina. Por mais que sejam atletas consagrados em algum momento é impossível não notar a total falta de sincronia deles com o futebol que eles mesmos jogavam no passado. Há outros problemas que vamos citar aqui.

Volantes Marcadores – Conceitos do Passado

Denílson e Wellington são duas peças importantes num esquema de futebol. São dois autênticos “ladrões” e marcadores. Aqueles “volantes de contenção” ( termo odioso) tradicionais dos anos 90 pós Copa 94. Porém a qualidade vai até a página 2. No futebol de hoje é fundamental que os meios campistas também saibam tocar bem a bola e armar jogadas. Alguns fazem até gols. No São Paulo não existe este tipo de jogador.

Claro que um “cão de guarda” às vezes é necessário. Até o Barcelona se dá ao luxo de ter um Mascherano, mas pra que dois atletas com as mesmas características? Isso mata o meio de campo tricolor que se torna burocrático e pouco competitivo.

Lúcio – O capitão de araque do Morumbi

Se esperava muito mais de um atleta campeão de quase tudo pela seleção brasileira e que atuou por anos na Europa por clubes consagrados do velho mundo.

Lúcio já começou errado no clube. Foi contratado pela diretoria para “liderar” o elenco são paulino na Libertadores. De fato, ele comandou o elenco, mas de uma maneira bem negativa quando bancou o garoto mimado num jogo do torneio sul americano e foi infantilmente expulso no primeiro jogo das oitavas contra o Atlético Mineiro. O defensor não é o mesmo zagueiro seguro e firme de tempos passados. Lúcio falha constantemente, principalmente nas bolas altas. Mesmo sendo um defensor alto, o atleta não tem mais o mesmo reflexo ou senso de colocação de antigamente. O jogador se enquadra bastante o arquétipo de funcionário de empresa estatal. Ele está lá só pra receber o salário e jogar. Uma mera obrigação. Parece que seus anseios são mais importantes que as dificuldades internas do clube.

Luis Fabiano: nova expulsão no São Paulo

Luis Fabiano: nova expulsão no São Paulo

Luis Fabiano – Mimado, Marrento e Paralisado

Não justifica o salário que recebe do tricolor. Outro jogador mimado e que se acha maior que a camisa que veste. Quando voltou para o São Paulo se esperava muito mais dele. A torcida o apoiou, mas o atleta continuou a ser expulso e a fazer bobagens em campo. Ontem levou o cartão vermelho pela centésima quinta vez. O futebolista não amadureceu na parte disciplinar e pior, parece não estar indo bem na parte física e técnica, além de ficar parado em campo e não se movimentar. Luis Fabiano não tem mais o mesmo reflexo. Perde gols a rodo e costuma ser facilmente “encaixotado” pelas defesas adversárias.

O centroavante parece estar alheio as críticas. Nunca pediu desculpas a torcida pelas péssimas apresentações e pelas exclusões infantis. Pelo contrário, se acha a última bolacha do pacote e discute com os seus companheiros sendo que o mesmo não os ajuda. Surge aí uma novas falha da diretoria. Ao invés de dar bronca e cobrar devidamente o jogador internamente, Juvenal Juvêncio faz jogo duplo na imprensa. Passa a mão na cabeça do jogador e depois ameaça vendê-lo. Qual jogador irá correr e “dar o sangue” para um presidente assim? Imagina… se ele faz marra para os repórteres … Mais fácil ligar o botãozinho do “Que Se Dane”.

Ganso: fracas atuações colocam seu talento em dúvida

Ganso: fracas atuações colocam seu talento em dúvida

Ganso – O Craque Sem Nunca ter Sido

Todos os brasileiros que gostam de um bom futebol se lembram perfeitamente do primeiro semestre de 2010.

Nele um atleta chamado Paulo Henrique Ganso encantou o Brasil.

Parecia que nasceria ali finalmente o clássico camisa 10 brasileiro. O “número 1 ” que Zagalo tanto queria para a Copa de 1998, mas que não tinha conseguido.

O atleta paraense arrebentou no Campeonato Paulista e na Copa do Brasil. A sua convocação para a Copa do Mundo de 2010 foi cogitada e pedida por muitos que viam nele o armador ideal.

Ganso além de sua visão de jogo primorosa, ainda fazia gols. Parecia que seguiria os passos consagrados de seu companheiro Neymar.

Parecia…

O camisa 11 santista continuou a seguir o caminho do estrelato e o brilho de Paulo Henrique foi se apagando com as seguidas e graves contusões.

Entre uma volta e outra no Santos sempre se esperaria que o camisa 10 recuperaria o seu bom futebol. Em algumas vezes ele mostrou serviço, em outras não. Brigou com a diretoria praiana e foi vendido ao São Paulo a peso de ouro. Uma das contratações mais caras do futebol brasileiro.

Juvenal arriscou o pescoço e muito.

Ganso nunca fez uma partida primorosa no Morumbi. Nem a troca de clube colocou novos rumos na carreira do futebolista. Permaneceu indolente como nos seus últimos dias no Santos e também na seleção brasileira onde a sua postura “cagando e andando” foi bastante criticada.

Não se sabe ainda a verdadeira extensão da gravidade de suas contusões e se elas afetaram o seu desempenho durante esses quatros anos. Porém se sabe que Ganso nunca mais foi o mesmo. Ele não consegue armar como antes. Raramente dá passes preciosos e ainda tem a concorrência de Jadson que atua na mesma posição que a dele. Está bem claro que ambos não podem jogar juntos.

A ida para o São Paulo poderia representar um sopro e renovar a sua carreira. Mas suas pálidas e vergonhosas atuações fazem os dirigentes do São Paulo ficarem com a pulga atrás da orelha.

Será que jogamos um caminhão de dinheiro na lata do lixo? Se perguntam.

Ganso parece um paciente em coma. Choques e chacoalhadas não o fazem acordar num momento crítico em sua carreira. Se antes ele era um dos nomes quase certos para a Copa de 2014, hoje a simples menção de seu nome na seleção brasileira é uma piada.

Acomodado? Bichado? Mal Adaptado? Cada vez mais a previsão sombria do blog do Redator Bipolar se confirma. Ganso parece um jogador dos anos 60. Está parado no tempo e no espaço. Hiberna em berço esplêndido.

Ganso quer brilhar no futuro em grandes clubes da Europa. Está sonhando acordado. Se o meia continuar com essas atuações não jogará nem entre os reservas do Málaga.

Rogério Ceni: hora de pensar no sucessor

Rogério Ceni: hora de pensar no sucessor

Rogério Ceni – O Mito Hesitante

O camisa 01 é o maior goleiro da história do São Paulo Futebol Clube e também um dos melhores da sua posição em toda a história do futebol.

Mas isso não significa que o mesmo está livre das críticas. Nem o isenta da responsabilidade de ser um dos personagens deste mau momento.

Rogério Ceni tem falhado e muito. Não se sabe se por causa da idade ou das graves contusões que sofreu nos últimos anos, contudo está na hora do goleiro ter um pouco mais de consciência e preparar o terreno para o seu sucessor.

Ninguém é eterno. Nenhum jogador pode ser maior que clube. Ceni tem a obrigação de ter consciência disso.

Zetti a teve quando deixou o terreno livre para Rogério ser titular absoluto em 1996.

Este fato não significa uma aposentadoria forçada . Apenas paralisar o ímpeto de atuar em todos os jogos e todos os minutos só para bater recordes. Isso não é necessário.

Rogério Ceni já mostrou ao futebol tudo o que representa.

Porém tudo tem um começo e tem um fim. Como já foi escrito e temos que reafirmar nenhum jogador pode ser mais importante que o clube e sua torcida.

Renovação Total – Um Novo Caminho

A crise do São Paulo é de novas ideias, novos rumos, nova filosofia e também um novo time.

A palavra que se deve usar é renovação e também reconstrução. De dirigentes, de jogadores, de absolutamente TUDO.

Se os conselheiros insistirem em manter os quadros dessa diretoria arcaica e mumificada, o torcedor são paulino só vai ter uma direção para olhar.

O fundo do poço.

Porém, se tomarem vergonha na cara e mudarem esse estilo ditatorial de boutique que aí está, o abnegado tricolor pode esperar dias muito melhores.

6 Respostas to “A CRISE, TINTIN POR TINTIN!”

  1. Edilson Lira Says:

    Olá, Abdul…

    Ainda há um componente a mais que me faz refletir…e muito!
    Todos sabemos que um dos grandes feitos e orgulhos do Sr. Juvenal Juvêncio é o CT de Cotia, que está aí desde 2005. Coincidentemente, 2005 foi o último ano em que o São Paulo teve um lateral (ala) direito.

    Apenas para resumir, o que acontece com uma categoria de base que não consegue revelar um lateral-direito igual (o que já seria ruim) ou melhor que o Douglas? Ou o Arouca e Jean, volantes no estilo que você cobra, que se deram bem nas equipes que estão defendendo hoje, mas que foram literalmente “queimados” ao serem improvisados nessa posição? Tanto dinheiro gasto na construção e manutenção e não tem nada lá que possa ter potencial semelhante ao do Caramelo?

    Vai ser preciso ver o Rodrigo Caio também brilhar no meio de campo de outra equipe no futuro para que se enxergue que há algo MUITO PODRE em Cotia?

    Aí vão falar do Lucas, ok… Que só foi utilizado/testado no 2º semestre de 2010, por causa da pressão pelo sucesso do Santos de Neymar. Importante lembrar que quando foi preciso mais um gol contra o Internacional naquela Libertadores, saíram do banco naquele 05/08/2010 Fernandinho, Marcelinho Paraíba e Marlos. E exato um mês depois, doeu no coração ver o menino ainda com o nome de Marcelinho conduzir uma virada maravilhosa contra o Atlético-MG no Ipatingão, e que não foi utilizado no 1º semestre.

    Como aconteceu no ano anterior com o garoto Oscar…

    Se Cotia rendeu milhões ao São Paulo, tenho absoluta certeza que, com uma administração melhor estaria rendendo muito mais… afinal de contas, talvez não tivesse sido gasto tanto dinheiro em jogadores duvidosos…

    Repito: se Cotia não oferece garotos melhores do que muitos que estão entrando em campo com a camisa do São Paulo, todos os come-e-dorme do Departamento Amador DEVEM ser DEMITIDOS!
    Para que pessoas sérias possam usufruir daquela estrutura…

    Deveríamos exigir para saber o que realmente acontece em Cotia!

  2. Marcelo Abdul Says:

    Concordo Everson. O CT de Cotia é uma autêntica caixa preta a ser aberta. O Renê Simões não aguentou ficar muito tempo por ali. Sem dúvida Cotia precisa ser reavaliada e revisitada. Como você disse é impossível que num mar de jogadores não se ache um moleque que atue de uma forma pelo menos razoável. Mas se tratando de categorias inferiores é muito difícil surgirem craques facilmente. Não é bem assim.

  3. Edilson Lira Says:

    Abdul, entendi sua colocação, só gostaria de explanar um pouco melhor a minha. Claro que eu sei que um craque não é da noite pro dia que aparece. Mas, veja só… Quanto o São Paulo gastou em Saavedra, Piris, Joilson, Maurinho (cracaço, porém com um problema de joelho que TODOS sabiam que só um milagre o faria jogar bola novamente) e tantos outros…

    Não precisava ser craque… mas será que não tinha moleque com capacidade de fazer o que esses aí fizeram (nada)?
    Ou foram mal aproveitados para o benefício sabe lá de quem e como?

    E ao mesmo tempo, é duro ver jogadores dispensados do clube na base e brilhar em outros clubes como David Luiz, por exemplo…

    Digamos que não tenho conclusões… mas cautelosamente continuarei com minhas reflexões…

    Grande abraço e ótimo final de semana!!!

  4. Adonis Says:

    “A democracia é a pior forma de governo, exceto todas as outras que têm sido tentadas de tempos em tempos.” (Winston Churchill)

  5. Marcelo Abdul Says:

    Tipo mandato estendido de cartola do futebol brasileiro.

  6. Marcelo Abdul Says:

    Eu nem diria que é uma afirmação sua Edilson. Isso é a dura realidade. As contratações do Juvenal são ridículas e quem lapida os jogadores em Cotia não faz o seu trabalho direito. Desde que o Muricy foi embora muitos passaram e não foram nem médios jogadores. O Casemiro foi patético. O Henrique foi considerado o melhor jogador do Mundial sub-20 e hoje não consegue ser titular nem do Botafogo. O Wellington é uma lástima. Expulso a toda hora. O Rodrigo Caio é o pseudo coringa. Ademílson….bem…é melhor nem falar não é? Difícil entender mesmo que não tenha ninguém razoável na base. Que joga em torneios sub-20 com qualidade, mas que não mostra serviço nos profissionais. Porém existem as exceções. Mas são poucas. Acho que tudo se resume a três palavras: incompetência e má gestão.

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