RELATÓRIO MUNDIAL INTERCLUBES – PARTE 2

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Taça Intercontinental: a primeira disputa mundial entre clubes

Taça Intercontinental: a primeira disputa mundial entre clubes

Não demorou nem ao menos um dia.

A partir do momento em que Alessandro levantou a taça do bicampeonato mundial do Corinthians se reacendeu uma velha polêmica.

Mas como foi dito no post anterior sobre este assunto não vamos desmerecer títulos ou méritos de qualquer clube. Vamos simplesmente apresentar os fatos.

Impressionante como muitos torcedores e pasmem, até jornalistas usam e abusam de sofismas baratos.

Já levantamos o tema uma vez. Mas não custa nada retomá-lo novamente.

Em primeiro lugar tudo tem um início. Não se pode ignorar a história do futebol mundial.

Chamar a Copa Intercontinental de “Copa Jipe”, “Toyotão” e outros termos desqualificantes revelam ignorância, falta de bom senso e obscurantismo.

Afinal de contas a mesma chave ganha por Cássio no domingo passado foi dada a outros grandes campeões mundiais como Zico, Renato Gaúcho, Raí, Cerezo e Rogério Ceni.

Além disso perguntamos aos nobres torcedores qual o nome do estádio que o Corinthians jogou a primeira partida do Mundial Interclubes 2012? Estádio Toyota.

Grande ironia e santa hipocrisia. A mesma que abraça o oficialismo da Fifa em seus torneios mundiais e que rejeita os títulos nacionais do Santos e Palmeiras nos anos sessenta chancelados pela CBF há dois anos. Para o meu time é”oficial”, para os outros é “fax”. E durma-se com um ronco desses.

Zico, Renato, Raí, Cerezo, Ceni e Cássio: qual a diferença?

Zico, Renato, Raí, Cerezo, Ceni e Cássio: qual a diferença?

Não custa nada lembrar, a Copa Intercontinental foi criada para definir o melhor time do mundo na época. Anos sessenta, quando o poderio econômico e técnico do futebol estava restrito a América do Sul e Europa. Onde times da Ásia, África e Oceania não tinham desenvolvido um futebol competitivo o suficiente para fazer frente a grandes equipes dos dois tradicionais continentes. Por coincidência os únicos até agora que venceram a Copa do Mundo.

A Fifa não tinha dinheiro e nem capacidade de realizar um torneio e dar 1 milhão de reais ao medíocre Sanfrecce Hiroshima em caso de vitória numa partida de play-off como faz hoje. O mundo era outro. As circunstâncias eram diferentes.

A Copa Intercontinental nesse período foi o único torneio que definia o campeão do mundo de clubes. Bem mais tarde a Fifa assumiu as rédeas e incorporou o torneio ao seu Mundial em 2005, por coincidência com o mesmo patrocinador que galhofeiros desdenham.

Fifa que no guia oficial do Mundial Interclubes desse ano que mostra a história da Copa Intercontinental, seus respectivos campeões e como ela foi criada. O relatório cita todos os campeões e os resultados dessas partidas no seu guia oficial. Repito: guia oficial.

Se fosse mesmo um mero “amistoso” como muitos canibais da razão proferem, porque o torneio está citado no guia do Mundial Interclubes da entidade? Erro gráfico? Mera coincidência?

Quando fiz o primeiro post sobre o tema transbordaram acusações. Alguns me chamaram até de mentiroso por dizer que A Intercontinental tinha se fundido ao Mundial da Fifa.

Oras, então leia o relatório e inglês e observem bem o significa a palavra em inglês “merged”.

2005: a fusão.

2005: a fusão.

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Esclarecido?

Mas o pior dessas teorias oficialistas estapafúrdias é o total desprendimento em relação a história do futebol.

Fato gravíssimo. A Copa Intercontinental foi um dos torneios mais clássicos e emocionantes que o planeta já viu no esporte futebol. Desses campeões se consagraram timaços como o  Real Madrid de Puskas e Di Stéfano, Penarol de Spencer e Pedro Rocha, Santos de Pelé e Coutinho, Internazionale de Milão de Mazzola e Jair da Costa, Ajax de Cruyff e Neeskens, Bayer de Munique de Gerd Muller e Franz Beckenbauer e o Flamengo de Zico e Júnior.

Muitas dessas equipes se tornaram bases de seleções que se consagraram em Copas do Mundo como a Holanda e a Alemanha em 1974 além do Brasil de 1982.

Era  a época de ouro do futebol mundial. Nos anos 60, 70 e 80 o esporte viveu o seu apogeu técnico.  Nunca mais vimos tantas equipes de grande qualidade e  jogadores tão espetaculares. Hoje tudo se restringe a um feudo de equipes milionárias na Europa.  Nenhuma equipe brasileira que venceu o atual Mundial de Clubes passeou como o Milan em 2007 ou o Barcelona no ano passado.  Pelo contrário, ambos sofreram na primeira partida e depois derrotaram seus adversários europeus na decisão pelo mirrado placar de 1 x 0.  A diferença técnica hoje é abissal.

Alguns mentem descaradamente, desqualificando o torneio apenas pelo fato da nomenclatura “Intercontinental” não ser a mesma de “Mundial”. Como se houvesse alguma diferença relevante no termo. Na prática é a mesma coisa. O principal campeonato nacional brasileiro já se chamou Taça Brasil, Robertão, Taça de Ouro, Copa União e o vencedor sempre teve o status de campeão do país.

A grande maioria dos clubes que venceram a Taça Intercontinental se consideram campeões do mundo. Ao contrário do que muitos apregoam que o torneio é uma “invenção da imprensa brasileira”. Vamos ver alguns sites de clubes da Europa e América do Sul que argumentam claramente que a Taça Intercontinental é um torneio de cunho mundial.

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River Plate

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Borussia Dortmund

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Ajax Amsterdam

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Boca Juniors

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Real Madrid

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Nacional de Montevidéu

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Bayer de Munique

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Inter de Milão

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Já mostramos aqui o que grande parte da imprensa mundial pensa sobre o torneio. Porém é interessante saber o que pensam os jogadores a respeito da antiga competição.

Rabah Madjer foi um dos maiores ídolos da história do Futebol Clube do Porto. Os Dragões venceram o Peñarol do Uruguai debaixo de uma neve torrencial no dia 13 de dezembro de 1987 em Tóquio.

Interessante  o que ficou marcado na memória do artilheiro 25 anos depois e que foi tema de reportagem do site da Fifa.

Porto Campeão do Mundo

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Detalhe: Madjer é argelino. Poderia facilmente nem se importar com o fato do clube dele ter sido o primeiro ( e por enquanto único) time português a levantar um troféu mundial. Mas ele se considera campeão do mundo interclubes, assim como Pelé, Cruyff e tantos outros.  A tese de que o Intercontinental  é considerado um Mundial somente no Brasil cai fragorosamente por terra.

Muitos gostam de ver o passado com olhos do presente. Desconhecem que o antigo formato do Mundial Interclubes atraia um público consagrador, enchia estádios e arrebatava multidões.

200.000 pessoas no Maracanã para ver a partida Santos x Milan, numa das maiores partidas de um clube brasileiro em toda a história do futebol mundial.

Estádios como o San Siro, Santiafo Bernabeu, Centenário, El Cilindro, La Bombonera, Old Traford completamente abarrotados.

Mais de 170 países do mundo inteiro ligados na final das disputas mundiais no Japão.

Não se pode simplesmente ignorar os fatos.

São emoções reais, concretas vividas pelo torcedor e pelos atletas que suaram sangue, derramaram lágrimas e se doaram ferozmente e até exageradamente pela disputa desta taça. Alguém acredita que essas emoções irão morrer com o poder de uma canetada? Certamente que não.

Ninguém tem o direito de suprimir a real emoção do torcedor. Nem desmistificar a história atrás de uma poltrona acolchoada de um dirigente gagá e peidorreiro.

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Santos x Milan: quase 200.000 pessoas numa partida antológica

Santos x Milan em 1963: quase 200.000 pessoas numa partida antológica

A Fifa reconhece o título Intercontinental como um torneio mundial. A entidade chama a competição de torneio predecessor. Em outros termos, uma competição que já ocorria antes. Isso é claro em várias reportagens de seu site oficial na disputa dos mundiais patrocinados por ela desde 2005.

Vamos a alguns exemplos?

Em 2009 o Barcelona venceu o Estudiantes de La Plata por 2 x 1 e pela primeira vez em sua história se sagrou campeão mundial.

A Fifa poderia deixar passar que essa foi a primeira e única aventura da equipe catalã em um mundial de clubes, mas observem o que ela escreveu a respeito das primeiras tentativas do Barça em se tornar senhor do planeta.

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Pois é pessoal, título mundial. E o site coloca as derrotas do Barcelona em 1992 e em 2006 no mesmo patamar. Se fosse um mero “amistoso de luxo” como muitos transloucados afirmam porque ele foi citado no site?

Em 2010 a reportagem sobre a final entre Internazionale de Milão e Mazembe é bem esclarecedora.

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Opa!. Não uma, nem duas, mas três conquistas. No site da Fifa!  E os próprios Nerazzurris se intitulam merecidamente como três vezes campeões do mundo.

Não é uma teoria infundada desse nobre escriba, mas é algo consagrado e repetido pela imprensa do mundo inteiro. Vejam o Olé da Argentina que cita todos os “campeones del mondo”. Repetindo “todos”.

http://www.ole.com.ar/futbol-internacional/campeones_0_829717255.html

A pergunta que fazemos a alguma pessoas é a seguinte. A imprensa  e os  torcedores do mundo inteiro estão errados? Fomos terrivelmente enganados ao longo desses anos?

Imprensa: relatando os fatos

Imprensa: relatando os fatos

Lógico que não. Se por um lado a Fifa decreta o oficialismo de seu torneio por outro a entidade consagra e cita constantemente a competição anterior. Uma relação dúbia e esquizofrênica bem típica da política  era Blatter, mas que nada altera a emoção de uma vitória e as lágrimas de uma derrota.

ZH - Gremio Campeao do Mundo 1983

A partida abaixo é a decisão por pênaltis do Mundial Interclubes de 1988 entre PSV Eindhoven e o Nacional de Montevidéu. Depois de um empate emocionante no tempo normal e na prorrogação por 2 x 2 vemos e sentimos a emoção dos 22 jogadores na derradeira decisão. Nervos a flor da pele e uma narração apaixonada e típica daqueles que aos poucos se sentem um pouco mais perto do paraíso, mesmo que por breves instantes.

 

Nacional Campeão do Mundo 1988

 

A alegria dos uruguaios e a lágrima derramada pelo arqueiro holandês Van Breukelen são a maior resposta a aqueles que insistem em passar uma borracha no passado ou fazerem piadinhas hipócritas e mentecaptas.

Alguns podem até tentar.

Mas jamais irão tirar a emoção daqueles que se sentiram o toque da glória dentro dos gramados num passado não muito distante.

68 Respostas to “RELATÓRIO MUNDIAL INTERCLUBES – PARTE 2”

  1. Flávio Says:

    Parabéns pelo post. Concordo com você. Não se pode esquecer o passado. Grande De Leon. Olha só a categoria do cara. Impressionante como ele jogava.

  2. Marcelo Abdul Says:

    A calma e a segurança que ele bateu o penal foi incrível. Monstro na defesa. Ídolo no Grêmio e no Nacional.

  3. Ali-Cas Says:

    Marcelo, uma coisa é status, outra coisa é “na prática”. Uma coisa é um jornal/site/etc criando um texto/manchete informal, outra é oficialização formal de algo. Oficialmente (mesmo que tenha o mesmo valor de mundial), como está escrito no prório TROFÉU, esses tÍtulos eram mesmo INTERCONTINENTAIS.
    Oficialmente Boca, Milan, Real Madrid e Peñarol se declaram Campeões Intercontinentais.
    Concordo que tem valor semelhante. Mas são diferentes, leia o que está escrito nas taças.
    Quantos Mazembes poderiam ter feito suas estripolias se tivessem tido chance?… Agora tem, e já fazem… Abraço.

  4. Marcelo Abdul Says:

    Discordo. Até mesmo porque a própria Fifa chama o Intercontinental de título mundial em várias reportagens de seu site. Os próprios clubes que você citou se declaram como campeões do mundo como foi provado nas postagens nos sites desses clubes, mesmo com o torneio se chamando Intercontinental. O que na prática não difere muito de um mundial.

    Os jornais e sites do Mundo só refletem a informação oficial. E se a própria entidade Fifa chama o Intercontinental de título mundial e a coloca no seu relatório oficial do torneio de 2012 como torneio precursor é batom na cueca.

    Nenhum veículo impresso do Brasil e do mundo conhecido do futebol caiu nessa papagaiada oficialista do Blatter. Nem a própria Fifa acredita nela.

    Não tenho bola de cristal mas nos anos 60, 70, 80 e até parte de 90 muitos desses clubes não teriam chance de fazer nenhuma “estripolia”. Você acredita que o Mazembe dos anos 60 teria alguma chance contra o Santos de Pelé ou o Benfica de Eusébio? Sério isso? Que o Al Haly nos anos 80 faria uma “estripolia” em cima do Milan de Van Basten e Gullit? Se nem nesse formato de Mundial eles conseguem vencer imagina anos atrás quando o poderio técnico e econômico do futebol estava restrito a América do Sul e Europa. Para você ter uma idéia esses continentes tinham apenas uma vaga em Copas do Mundo. Europa e América do Sul tinham várias. Pela sua filosofia muitos Mundiais não valeram pois não haviam todos os continentes. Não tiveram “chance” como você escreveu.

    É ingenuidade ver o passado com olhos do presente.

    É bem fácil falar agora depois que o Mazembe ganhou do Inter em 2010. Mas desde lá o que aconteceu? O futebol do Congo melhorou? Mais equipes africanas conseguiram da Ásia e Oceania conseguiram surpreender? Desde que a Fifa colocou as mãos no torneio só uma vez que um time fora do eixo América do Sul-Europa chegou à final. Acho que isso responde a muita coisa. É hipocrisia pensar ao contrário. Mais ainda é uma tremenda babaquice não reconhecer o que grandes times do passado fizeram pelo futebol.

  5. Ali-Cas Says:

    Um “Mazembe” poderia ter sido um time do México (que tem futebol competitivo muito antes da FIFA fazer um torneio que se chama Mundial, não Intercontinental) ou até, quem sabe um Kashima Antlers com Zico, nos anos ’90.
    Você colocou matérias em seu blog, como eu disse, INFORMAIS, pois formalmente, veja bem, formalmente e OFICIALMENTE, todos os times do mundo que venceram tal torneio (excluindo disso os brasileiros) se declaram campeões intercontinentais. Na própria taça esta escrito: Intercontinental.
    É quase a mesma coisa e tem valor semelhante, mas não é igual.
    Você pode até me achar um babaca por pensar diferente de você, mas em nenhum momento lhe faltei com educação ao te questionar, mas entendo seu desespero. E, parafraseando-o, mostra-se bem nazista o modo como vc encara quem pensa diferente de você.

  6. Marcelo Abdul Says:

    Os times do México não tinham times competitivos antes dos anos 80. A seleção era um verdadeiro saco de pancadas do futebol mundial antes disso. Se você ver em números os clubes mexicanos não tiveram grande vantagens contra times sul americanos como por exemplo foi provado na Copa Interamericana, que apesar de ser relegada ao segundo plano pelas equipes sul-americanas só perdeu a disputa para os centro americanos quatro vezes.

    Você lembrou bem. O futebol japonês só se profissionalizou nos anos 90. A Copa Intercontinental começou a ser disputada nos anos 60. Como o futebol japonês e de outros países poderiam sonha em disputar algo se eram ´pré-amadores? OFICIALMENTE os times campeões intercontinentais se consideram campeões do mundo. Apesar da nomeclatura ser diferente não há diferença no valor do título da Fifa em relação ao o antigo torneio. Até porque um é a continuação do outro. Mesma empresa patrocinadora, mesma sede na maioria das vezes e mesma estrutura que coloca América do Sul e Europa frente a frente.

    Não estou desesperado. Pelo contrário, estou muito satisfeito por ver que até a Fifa a e maioria da imprensa mundial reconhece os feitos do Intercontinental. Apenas expus os fatos. Desespero é buscar uma cláusula oficialista simplesmente por motivos clubísticos.

    Não te chamei de babaca.Não me dirigi especificamente a sua pessoa. Se a carapuça te serviu eu não posso fazer nada.

    Nazista? Rsss. Que classificação barata. Esse jargão está bem em moda atualmente. Acredito que tentar apagar o passado do futebol que é uma situação bem hitlerista. Afinal de contas eram eles que queimavam livros tentando apagar a história da Alemanha. No caso exposto o futebol não começou em 2000. Tentar apagar as glórias da Copa Intercontinental e o seu significado é apagar a própria história do futebol em seu melhor momento.

  7. Ali-Cas Says:

    Isso é oficial: http://www.bocajuniors.com.ar/el-club/titulos#2000_intercontinental . Além da FIFA, que apesar de considerar valores semelhantes, oficializa como o que sempre foi: Intercontinental). Recortes de jornal ou “se considerar” não adianta. O que é, é.

    Ninguém está tentando apagar a história! Não se pode fazer isso, muito menos dizer e depois dizer que não disse, que é uma babaquice achar isso ou aquilo… Fora que, quem usou a “classificação barata” primeiro foi o blogueiro.

    Eu mesmo não perdia um “Grandes momentos do futebol” na TV CULTURA quando passava coisas relacionas ao Santos de Pelé. E não acho que diminuiria sua história em uma vírgula, ASSIM COMO NÃO DIMINUI a da SELESTE OLÍMPICA, que ganhou duas Olimpíadas pré-Copas do Mundo/FIFA, quando tal título era CONSIDERADO Mundial, mas NÃO ERA. É simples.

    Você pode encher seu blog de falácias, mas o que importa quem define não é você, muito menos seus achismos e “considerações”.

    Vida longa a democracia.

  8. Marcelo Abdul Says:

    Não são simplesmente “recortes de jornal” ou achismos. Como você bem viu e sabe são situações reais vividas por cada torcedor que venceu o torneio. Sim, é o que é. E os campeões intercontinentais nunca deixaram de ser campeões do mundo porque a Fifa chegou e disse, “Só comigo é o que vale”! Pelo contrário, passou longe disso como as próprias reportagens do site da entidade comprovaram.

    Bom saber essas coisas sobre o Santos de Pelé e o Uruguai da Celeste Olímpica. Mas são situações diferentes do assunto tratado.
    E se você tenta diminuir os méritos da conquista do peixe em 62/63 por causa de uma nomeclatura, sinto muito, mas você está tentando apagar o passado sim. Os títulos das Olimpíadas de 1924 e 1928 são considerados como mundiais sim pelos uruguaios. Não tiro a razão deles. Afinal, antes disso o que havia? A nata do futebol se reunia nas Olimpíadas.

    Falácias? Bem diga isso a todos os torcedores desses times que se consideram até hoje campeões do mundo. Independente de se chamar “Intercontinental ou Word Cup Club”. A emoção e o valor dos títulos são exatamente os mesmos. A emoção que esses torcedores viveram não foram “achismos” ou “falácias”. Pela sua teoria a maior parte da imprensa e das grandes torcidas do planeta dizem “falácias e achismos”. Para quem diz vida longa a democracia, a sua frase é bem contraditória. De qual democracia você está falando? A de respeitar a convivência de contrários ou somente aquela que lhe é conveniente?

    Você tem razão. Quem define não sou eu. Ainda bem. É só olhar os torcedores do Milan, Nacional, Boca Juniors, Penarol e outros tantos clubes para saber o que eles pensam sobre o assunto.

    Abraços.

  9. Renato Barckey Says:

    Como diz um velho ditado: “quem desdenha quer comprar”. Pelos comentários do tal do Ali, ele provavelmente deve ser corintiano. Time que nunca conquistou a copa Intercontinental. Se tivesse ganhado duvido que ele usaria esse lance de “torneio oficial”. Sou flamenguista e comemorei muito o título de 81.

    Foi um passeio do meu time em cima do “todo poderoso” Liverpool. Tinha 12 anos na época e vi meu pai chorar por causa de futebol pela primeira vez..

    A estrela tá lá na camisa do Mengão. Nenhum dirigente filha da puta ou torcedor ressentido vai tirar isso de mim. Parabéns pelo post Abdul. Do caralho!

  10. Marcelo Abdul Says:

    Obrigado Renato. Abraços.

  11. Pasquale Says:

    A questão é jurisdicional, um troféu promovido pela UEFA e Commebol não tem a legitimidade para declarará-lo Mundial, apenas Intercontinental.

  12. Marcelo Abdul Says:

    Jura? Imprensa e torcidas de grandes clubes do mundo todo não concordam com você. Na prática não há diferença entre Intercontinental e Mundial. Alías pela questão “jurisdicional” o Corinthians não foi campeão paulista em vários oportunidades porque o torneio não foi organizado pela FPF. Mesma questão jurisdicional que dá o título de campeão brasileiro ao Sport em 1987 efetuado por juízes de Pernambuco. Mas esse fato só serve para outros clubes não é? Hipocrisia pura.

  13. Antonio Carlos de Carvalho Says:

    Comentário postado no blog do Birner:
    Não é possível que o Birner esteja falando sério!!!! Os argumentos são os mais furados possíveis… o argumento de que quem quer vagas pra todas as Confederações despreza os méritos esportivos e de que o campeonato mundial precisa reunir o que há de melhor dentro entre as quatro linhas é abjeto e absurdo. Todas as Confederações filiadas à FIFA tem direito a participar de suas competições, se não, para que ser filiado a ela??? Quando se argumenta que a Libertadores devia ser enxugada, não se está dizendo que queremos ela apenas com clubes do Brasil e Argentina (ou quem sabe ainda um Uruguai), pois a lógica que o Birner defende é exatamente esta!!! E sim que tenha menos clubes de cada país.
    Por que então a Copa do Brasil com tantos clubes inexpressivos? Por que a Copa do Mundo com seleções que nunca a ganharam e dificilmente ganharão? Por que essa lógica vale apenas para o Mundial de Clubes da FIFA?? Se eu pensar que é para que ela volte ao formato antigo de Intercontinental, apenas com 2 continentes, estarei errado??? Assim se poderá afirmar com todas as letras que o São Paulo foi campeão Mundial em 92 e 93 e de outra forma não.
    Pra começar, ele se esquece de um princípio básico do esporte: é competindo com os melhores que eu vou poder um dia superá-los! Como algum raio de algum time que não seja sul-americano ou europeu poderá um dia ganhar este raio de Mundial se não o disputar???? A maior balela que se diz é que futebol só existe nestes 2 continentes. Com apenas 7 anos de Mundial um evento que, segundo os elitistas e/ou saudosistas da Intercontinental, seria impossível e jamais iria ocorrer, aconteceu!! Um clube de outro continente em que “não existe” futebol chegou a final e eliminou um bi-campeão da Libertadores e campeão
    mundial e foi à final. Ah mas isso “estraga” a final! Certamente se a FIFA tivesse realizado Mundiais desde os anos 60, teria demorado muito para algum clube que não europeu ou sul-americano chegasse à final. Mas com certeza absoluta, o evento Mazembe teria acontecido à décadas. Se nos anos 60, nos continentes africanos, da Oceania, asiático e nas Américas central e do Norte (CONCACAF) ou o futebol era incipiente, ou inexistente, essa realidade mudou faz muito tempo. Do jeito que esses elitistas pensam, parece que só mudou faz alguns anos, o que é uma tremenda mentira deslavada! Há muito tempo que o Mundial de 6 ou 7 poderia ter sido realizado. Por exemplo, a Oceania poderia ter seu campeão introduzido no final dos anos 80. Certamente que se podia falar que nos anos 50, 60, 70, “só existia futebol na América do Sul e na Europa”, e que certamente os clubes que foram campeões intercontinentais, certamente o seriam mundiais também, e provavelmente com goleadas homéricas (15×0, 10×0, etc). Mas essa situação mudou a muito tempo. Para se ter ideia, a antiga Copa Interamericana, entre clubes da Conmebol e da CONCACAF teve vários campeões não sul-americanos. Times como o América, vencendo o Boca Júniors em pleno ano de título da Libertadores (77), assim como o Pumas ao nacional, O DC United vencendo o Vasco em 1998, além de outros.
    Desde a década de 70 que essa tese dos elitistas é falsa. Outra falácia muito usada pelos elitistas como o Birner é afirmar que não teve todos os continentes em todas as Copas, mas nem é o ponto crucial. O que ele faz questão de não dizer é que nas Copas do Mundo, muitas seleções convidadas em 1930, 1934, se recusaram a participar, ou a boicotaram (os britânicos, por exemplo). Mas o que é o mais importante é que nas demais copas havia eliminatórias e mesmo que em certa fase um clube asiático fosse eliminado por um europeu da repescagem, numa fase pré-Copa, mesmo assim, era dada a OPORTUNIDADE DE PARTICIPAR. Coisa que jamais aconteceu e jamais iria acontecer com a falecida Copa Intercontinental, que, além do mais, era feita de forma não oficial, por 2 Confederações, que jamais iriam convidar outras Confederações a participar, ainda mais que a patrocinadora oficial (Toyota) não queria ninguém mais além dos 2 clubes. Tem até alguns engraçadinhos que usam o fato de o patrocinador atual ser a mesma Toyota para afirmar que era o mesmo campeonato. Que engraçado, como se o importante fosse o patrocinador e não o realizador do campeonato e o formato do mesmo. Eles olham a forma e não o conteúdo. E é por isso que alguns falam que a Copa Intercontinental nunca valeu como Mundial e é por isso que os elitistas não podem usar como argumento a pergunta “Então o Pelé não foi campeão do Mundo em 1958, por que não tinha todos os continentes???”. E nem a pergunta “então o Santos de Pelé ou o Flamengo de Zico, ou o Grêmio de Renato Gaúcho não foram campeões mundiais???” Não vejo como se poderia perguntar do Malmoe de sei lá quem ou do Nottingham Forest ou o Estrela Vermelha, etc. Quando os saudosistas querem
    afirmar que os clubes se consideravam campeões do mundo, eles usam o site do próprio clube para isso. Deveriam usar dos sites dos outros para ver a repercussão. Desafio então, os leitores a ver o jornal Olé da Argentina que tratou as Intercontinentais de 98, 99 e 2001 como se fosse uma mera Recopa Sulamericana/Europeia de pouca importância, quando não foi o Boca que a ganhou. No ano do Boca (2000) as manchetes gritava “CAMPEONES DEL MUNDO”!!!!! Melhor seria ter visto o site do Real Madri, o vice.
    Porém, discordo de quem diz que as Intercontinentais eram apenas amistosos sem importância. Tinham sim a sua importância, mesmo não sendo oficial e nem Mundial. Eram uma Recopa Sulamericana/Europeia. Afinal de contas, uma vitória corintiana num amistoso hoje contra o Barcelona, não que precise, mas teria um sabor extremamente especial de sacramentação do título Mundial atual. E pouco importa se as torcidas dos clubes que ganharam a Intercontinental, principalmente as brasileiras, se dizem campeões mundiais, pois nem isso mudará a ilegitimidade do título. Lembrem-se que a torcida do Internacional poderia hoje em dia se dizer a primeira brasileira bi-campeã, se estivéssemos em tempos de Intercontinental. O que seria uma autêntica mentira. Sequer serve o argumento também furado de que a mesma FIFA que os corintianos usam para dizerem que são os únicos bi-campeões mundiais brasileiros faz entender, em alguns artigos, que o São Paulo é tri-campeão, ou que a Intercontinental era predecessora do atual Mundial, por que isso somente ocorre na versão em português. Por exemplo, a mesma que chama o São paulo de tri-campeão em português, nada fala na versão em inglês. Os saudosistas da Toyota sabem disso e fingem não saber, ou são mesmo apenas uns mal informados.
    Ademais, a FIFA deveria apenas dizer que a Copa Toyota foi engolida pelo verdadeiro mundial, pois pelos meus rudimentos de matemática, posso afirmar que um conjunto de 2 elementos (A, B) está contido no de 7 (A,B,C,D,E,F,G).
    Concluindo, todos os filiados à FIFA tem direito de participar de todas as competições que ela realiza, todos os clubes e seleções tem o direito de evoluir no futebol ou em qualquer esporte, assim como foi no basquete em que o “Dream Team” já foi batido. A Copa do mundo sempre foi Copa do Mundo por que a FIFA sempre deu oportunidade de todos participarem, seja por convite, seja pelas eliminatórias entre continentes.E nisso difere da eterna elitista Copa Intercontinental que a proibia.
    Cuja final de 2010 seria Internacional X Internazionale, mas jamais aconteceu. Se foi uma exceção, pouco importa, por que no futebol existem os Once caldas, as LDU’s, os Tolimas da vida. Se o futebol do Congo não voltou a aprontar, o mesmo acontecesse em vários campeonatos pelo Mundo, e não se vê a mesma vontade de expurgar os clubes que “não acrescentam nada”, que “não tem chance de ganhar”, como se vê com o Mundial. Enfim, o Mundial deveria ter tido toda as Confederações a algumas décadas e certamente não teríamos a mesma lista de “campeões mundiais” com asterisco que temos hoje. E certamente já teríamos tido um campeão não europeu e nem sul-americano (quase que se pode afirmar que é um fato!). Esta declaração que acabei de fazer tem a possibilidade de nunca se concretizar, mas a anterior, sobre a final de 2010 é um fato que nem o mais xiita fundamentalista saudosista da Toyota pode contrariar. E mesmo que eu não existisse, qualquer um poderia chegar à mesma conclusão a que cheguei, desde que usasse os rudimentos da lógica mais rasteira.

  14. Paulo Says:

    os antis falam tanta besteira que acabam caindo em contradições absurdas. Vamos fala de oficial então. No próprio site da FIFA, ela diz na história do MUNDIAL DE CLUBES FIFA, em 2005 que o São Paulo conquistou seu TERCEIRO TÍTULO MUNDIAL. Pode estar escrito na taça o que for, outros clubes podem colocar o que for, vocês mesmo dizem “olha o que está escrito na FIFA”, então eu mesmo vou usar as suas palavras, leiam o texto da FIFA no titulo de São Paulo em 2005 e depois voltem aqui e tentam inventar algo.

  15. Marcelo Bianchini Says:

    Marcelo.
    1- Não misture as coisas. Antes de ser criada a FPF de futebol havia duas entidades responsáveis pelo futebol paulista. Quando a FPF foi criada os cubes devem ter acordado que os títulos anteriores seriam considerados. O Corinthians teve dois pela liga mais fraca a LPF e os demais pela mesma liga de Palmeiras, Paulistano, Santos….No caso do Mundial, há uma única entidade responsável pelo futebol mundial e que sempre rejeitou a Intercontinental como torneio global pelo fato de não incluir times de outros continentes.
    2- Vc colocou ai um monte de recortes de jornais, de revistas…..O que uma revista pensa não signfica muita coisa…A imprensa brasileria de um modo geral sempre chamou a TI de Mundial, salvo em reportagens sobre o futebol europeu quando ao invés de se dizer que determinado time fora campeão do mundo dizia-se campeão da intercontinental.
    3- Vc diz ai que o objetivo do jogo era apontar o melhor time do mundo. Ora. Então porque não chamá-.lo simplesmente de campeonato mundial de clubes e por que no troféu aparecem os mapas da Europa e da América do Sul? Não deveria aparecer o mapa-mundi?
    4- Este papo de eliminar times supostamente fracos de uma competição é um tanto quanto perigoso. Fosse assim o campeonato paulsita deveria ser disputado apenas pelo trio de ferrro e o Santos, o campeonato brasileiro não deveria ter times do norte e do nordeste- afinal eles quase nunca ganham mesmo.
    5- Em 1977 o América do México foi campeão da copa-interamericana. Não creio que o Boca tenha amolecido e facilitado a conquista mexicana. Logo o melhor time da América foi um time da América Central e não da América do Sul. Ele quem deveria disputar o tal tira-teima porque na verdade a TI não passava de um tira-teima. Em 2001 quando o Cruz Azul chegou na final da Libertadores, avisaram que ele não iria disputar a decisão do tal “mundial”. Um juiz brasileiro evitou a “saia justa” prejudicando o time mexicano na final da Libertadores. Por ai tem se a idéia de que o tal jogo não era para escolher o melhor do mundo.
    6- A TI ela é excludente…Dizer que ela é predecessora do Mundial é a mesma coisa que eu dizer que o Rio-São Paulo é em relação ao campeonato brasileiro. Embora isto talvez seja verdade, eu não posso considerar o Corinthians como campeão brasileiro de 1953 por ter ganho uma TRSP. E olha que eu poderia alegar aqui que os times do eixo Rio-São Paulo levantaram a maioria dos títulos nacionais.
    7- A Copa União de 1987 foi uma das maiores sacanagens aprontadas pelos times grandes. O Guarani vice campeão brasileiro de 1986 foi excluído da competição. O América Carioca que havia terminado em quarto também. Se não me engano, no campeonato anterior (o de 86) haveria uma classificação para o do ano seguinte (o de 87). Tem um vídeo no iutubi no qual aparece o Ferando Vanucci apresentando os gols da rodada e dizendo “o Botafogo vai disputar a segunda divisão o ano que vem”.

  16. Marcelo Bianchini Says:

    Uma outra coisa, Marcelo, falar assim “ah vcs não consideram por que não ganharam….” pode ser respondida com outra afirmação: “se nós tivéssemos ganhado e vcs não, vcs diriam que não é mundial…” É que nema história da Taça Brasil. Eu duvido que se o beneficiado pela decisão fosse o Corintihians, o pessoal ia aceitar numa boa este papo de considerar um torneio com 4 ou 6 jogos no mesmo nível de um campeoanto brasileiro, que para ser conquistado exige-se enfrentar todos os clubes grandes do país e depois de 38 rodadas.

  17. Rodrigo Says:

    Abdul
    Especialmente para você.
    http://www.bocajuniors.com.ar/la-bombonera/historia
    El 27 de diciembre de 2000, un mes después de haberse consagrado campeón del mundo en Japón
    http://www.bocajuniors.com.ar/futbol/internacional/copas – clique na taça Intercontinental
    Boca llegó a la cima del mundo en tres oportunidades.
    http://www.bocajuniors.com.ar/es-ar/noticias/2012/12/14/a-nueve-anos-de-la-ultima-intercontinental
    Un 14 de diciembre, pero nueve años atrás, Boca se consagraba campeón del mundo por tercera vez en la historia, tras vencer al Milan, en Japón.

    Neste site tem muito mais.
    http://mundiaisinterclubes.blogspot.com.br
    Se quiser acrescentar ao seu blog, fique à vontade.

  18. Marcelo Abdul Says:

    Obrigado Rodrigo. O Boca chegou até a colocar três estrelas na sua camisa. Vá falar para um abenegado da “La 12” que ele nunca foi campeão do mundo. Vai voltar para o Brasil tomando sopa de canundinho de tanto apanhar.

  19. Marcelo Abdul Says:

    1- Mas não era a mesma entidade. Então pela lógica de vocês não valeu também.

    2 – O que uma revista pensa não significa muita coisa? Rsss. Parei. E para o seu governo não foram somente “recortes da imprensa brasileira” se você observar bem existem capas da imprensa argentina e uruguaia. Se quiser mostro “recortes” de outros países como Itália. A imprensa retrata o momento da época xará. Ignorar isso é desfazer da história.

    3 – Na época em que a Intercontinental foi criada os maiores times do planeta estavam na América do Sul e na Europa. Se hoje vemos um certo desequilíbrio, imagine nos anos 60. Chamar os campeões intercontinentais de campeões do mundo é legítimo.

    4 – Não tem nada a ver comparar torneios regionais e nacionais com o Intercontinental. O Santos é umo exemplo. Ele subiu de escala. Foi campeão paulista e pode disputar a Taça Brasil. Venceu a Taça Brasil e pode disputar a Libertadores. Conquistou o troféu sul-americano e foi disputar o título do mundo com o Benfica. Comparar o Mazembe de 1960 com o time de 2010 é covardia. Contra o Santos do Pelé e o Benfica do Eusébio? A sua comparação não tem senso.

    5 – A maioria dos times sul americanos cagavam e andavam pra esse torneio.

    6 – Nada a ver. Acho uma piada comparar um torneio intergional de uma país com um título mundial. A importância do Intercontinental em sim é bem maior porque reunia a cada ano a nata dos dois maiores países do esporte futebol que vencia os torneios nacionais de seu país e também a competição continental. Nem cabe a comparação. O Santos não pegou somente a ponte-aérea Rio-São Paulo para ser campeão do mundo.

    7 – Concordo em partes com relação ao Guarani. Mas a Copa União não foi uma sacanagem como você diz. Não fosse ela não teriamos hoje um campeonato de pontos corridos com 20 clubes e até uma quarta divisão. Essa competição foi uma revolução no futebol brasileiro. Antes disso havia uma bagunça generalizada. Times da “série B” entravam na “A” em outras fases entre outras barbaridades. Depois da Copa União tudo mudou. Para melhor.

  20. Marcelo Abdul Says:

    Bem, não sei como você veio com esse papo escroto de “antis” se nem ao mesmo falei algo contra o seu clube. No próprio site da Fifa que você gosta tanto de citar esta escrito que o São Paulo é tricampeão mundial. http://pt.fifa.com/tournaments/archive/tournament=107/edition=4735/overview.html

    Ah, eu li o texto. Tá bem claro? Abraços.

  21. Marcelo Abdul Says:

    Concordo com o Birner. Abraços.

  22. Marcelo Abdul Says:

    Aí que você se engana xará. Se o Corinthians tivesse vencido o Intercontinental em 1991 ou 1999 ou 2000 eu diria que é mundial sim. Se você não sabe, depois do brasileiro de 1990 cansei de ver a diretoria corintiana e a imprensa falar em “projeto Tóquio”. O Palmeiras chegou lá e até fizeram um filme sobre o assunto.

    Por favor, não confunda as coisas. Você sabe muito bem que não dá para comparar um torneio nacional com uma competição mundial. Não há datas e o Santos foi campeão do mundo com mais jogos que todos os campeões da Fifa desde 2005. E a Taça Brasil na época era o único torneio nacional de clubes. Portanto não acho ruim ele ser considerado campeão brasileiro mesmo com 4 jogos. Eram as regras e o que havia de conveniente na época. Nem todos os times podiam viajar de avião constantemente como hoje. O mundo era outro. Pare de ver as coisas com a visão de um mero torcedor. No post ninguém desdenhou os dois títulos mundiais do Corinthians, apenas se rebateu o lance de “exclusividade” de títulos mundiais pós-modernos com a história do passado. Não se pode apagar isso. Nem a Fifa fez isso.

  23. Marcelo Bianchini Says:

    1- Vamos supor que se resolvesse criar uma nova entidade para administrar o futebol mundial, vc acha que o Brasil, a Itália, a Alemanha iriam abrir mão das Copas que conquistaram pela FIFA?
    2- Qual é o problema de apenas atravessar a ponte aérea Rio-São Paulo e não atravessar o oceano? O Corinthians jogou com o Vasco que praticamente jogava em casa. O time do Vasco era fraquinho, né? Tinha Romário, Edmundo, Felipe, Juninho Pernambucano, Ramom Menezes, Mauro Galvão…
    3- Se os sul-americanos cagavam e andavam para a inter-americana, os europeus cagavam e andavam para a Intercontinental. Tanto que o Bayern, o Ajax, o Nottinghan e o Liverpool deixaram de disputá-la.
    4- Acho que se pode comparar torneios nacionais e regionais com a Intercontinental quando o ponto é a exclusão de times que teoricamente não teriam chances de ganhar.
    5- Talvez não com a intensidade como é hoje, mas já dava para fazer um torneio com mais clubes. Um time grande de SP ou do Rio poderia não ser o campeão estadual naquela temporada, mas ser o campeão nacional. O mesmo cidadão que desfaz um mundial porque se enfrenta um time egípcio da vida, valoriza a Taça Brasil na qual se enfrentava um time mediano e um time forte.
    6- A sacanagem não foi só com o Guarani. Foi com o América Carioca, a Portuguesa, a Internacional de Limeira. Concordo com vc, a Copa União reduziu o numero de participantes de dezenas para apenas 20. Só que a adoçao do sistema de pontos corridos demorou mais alguns anos e nesse período teve o Grêmio voltando a primeira meio que sorrateiramente e a virada de mesa da Copa Havelange favorecendo o Fluminense.

  24. Marcelo Bianchini Says:

    Outro detalhe. Vc disse que o Santos foi campeão do mundo fazendo mais partidas do que qualquer campeão de 2005 para cá. Imaginando que vc pense que o paulistão, a taça Brasil e a Libertadores façam parte do Mundial, ou pelo menos é a caminhada para o Mundial: Paulistão (38 jogos), Taça Brasil (5 jogos), Libertadores (4 jogos), “Mundial” (2 jogos). Total: 49 jogos.
    O Corinthians para chegar ao Mundial teve de vencer a Libertadroes (foram 14 jogos). Para chegar a competiçaõ continental precisou ir bem no Campeonato Brasileiro (38 jogos). Foram 52 partidas. Vc pode trocar o Corinthians pelo São Paulo, pelo internacional….

  25. Marcelo Abdul Says:

    1- Olha a contradição. Lógico que não. Mas as conquistas da suposta “nova entidade” também valeriam, como por exemplo dos títulos mundiais de salão que são contados pela Federação Brasileira apesar deles serem ganhos pela Fifusa. Então Paulista pro Corinthians vale e para os outros não?

    2 – Rsss. O cara tem o Corinthians na cabeça. Não foi você que comparou o Torneio Rio-São Paulo com o Intercontinental? Minha resposta nada teve a ver com o mundial de 2000. O Santos também pegou a ponte aérea para enfrentar o Benfica e o Milan em 1962 e 1963 pois a final aqui no Brasil foi disputada no Maracanã.

    3 – Discordo. Valorizam e muito. O Bayer. Ajax e Notthinham Forest já disputaram a Intercontinental. Eles se recusaram a ir disputá-la nos anos 70 por conta da violência dos times argentinos na competição. Veja o vídeo que eu postei sobre a festa do Ajax em 1995 no relatório número 1 para ver como eles “cagavam e andavam” para a competição bem ao contrário da Interamericana em que não existia contratempo nenhum para os times da América do Sul a disputarem.

    4 – Acho que não. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Rio-São Paulo é um torneio único por si só que não leva a nada. Quem ganhou o Rio-São Paulo disputou mais o que depois? Nada.

    5 – Não desfiz o Mundial de 2000. Só rebato constantemente o fato de vocês torcedores desvalorizarem o Intercontinental por pura picuinha clubística. O torneio era muito importante. Não sei se você viveu a época para conhecer isso. Se não sinto muito.

    6 – Sim, concordo. Mas na Copa União de 1988 esses times voltaram a disputar a primeira divisão. A Inter de Limeira voltou em 1989 quando venceu o Náutico pela série B da época. Para você ver o impacto positivo que a Copa União teve, a chamada segunda divisão de fato mal existia. Em 1988 o número de participantes diminuiu muito e a qualidade dos campeonatos melhorou a não ser em 1993 e 2000 quando houveram novas viradas. Mas a semente que vivemos hoje foi implantada pela Copa União de 1987. Isso é fato.

  26. Marcelo Abdul Says:

    Você se enganou ou interpretou errado o que eu escrevi. O Santos em 1963 fez três partidas contra o Milan pra se sagrar BICAMPEÃO DO MUNDO. Mais partidas que todos os campeões mundiais da Fifa desde 2005 que só atuaram duas vezes. Isso não desmerece nem um time nem outro. Apenas é um fato. Independente de quantas partidas um ou outro time fez durante toda a sua campanha no ano.

  27. Marcelo Bianchini Says:

    1- Evidente que vale pra todo mundo. Tanto que a Portuguesa, o Palmeiras, o extinto São Bento tem seus títulos registrados na FPF.
    2- Eu sei que eles chegaram a disputar, mas o fato de abrirem mão de disputá-la em algumas edições demonstra que não davam tanta importancia assim. O Nottinghan quando declinou iria enfrentar um time paraguaio e não argentino. Se o Ajax ficou com frescura de enfrentar time argentino por conta da violência por que o Atlético de Madrid não teve o mesmo comportamento? Quem vê as histórias da Copa do Mundo da Inglaterra sabe que violência não é privilégio de jogador sul-americano. Ainda sobre a controversa decisão de 63, tem um artigo do João Saldanha na qual ele afirma que o juiz foi complascente com a violência dos jogadores brasileiros.
    3- Eu interpretei o seu texto errado, mas uma partida a mais ou a menos não faz tanta diferença assim.

  28. Marcelo Abdul Says:

    1- Verdade. Assim como o Intercontinental. Tá no registro. Vale. Mas para voces torcedores alguns títulos são “fax” e outros “oficiais” (coincidentemente apenas aqueles em que o seu clube vence).

    2 – Não foi questão de importância. Justamente o contrário. Pelo fato dos times argentinos valorizarem demais o torneio e fazer tudo ( mas tudo mesmo) para conquistá-lo é que desanimou alguns clubes europeus. O Bayer quando viu que iria disputar o Mundial contra o Cruzeiro em 1976 nem piscou duas vezes e veio. Mineirão, Brasil, sem pressão de torcedores. O Atletico do Madrid comemorou muito o título que eles conquistaram em 1974. Se o Bayer não quis ir o problema foi deles. O fato é que o Atletico foi campeão do mundo, fato que é comemorado até hoje no Vicente Calderon. Quando a partida foi em campo neutro somente um clube não disputou a final do Intercontinental, mas porque foi suspenso de torneios oficiais.

    O jogo de 1963 foi um pega pra capar entre o santistas e rossonneris. O que já demosntra que esse lance de “amistoso” é papagaiada de torcedor adversário ressentido. Foi paulada de parte a parte. Mas valeu título do mundo. Mas perto do que aconteceu com o Milan em 1969 nem existe comparação. Aliás esse jogo foi “divisor de águas” na Taça Intercontinental.

    3 – A explicação foi somente uma questão de estatística. Muitos torcedores querem desvalorizar a Intercontinental por causa da partida única no Japão quando a peleja era simplesmente O JOGO. Muitos clubes se preparavam o meio de ano todo só para atuar nele como o Cruzeiro em 1997. Só quem não entende a história da competição diz que o Intercontinental não valia nada. O Santos, Racing e outros clubes jogaram 3 vezes para ganharem o título. Mais que todos os clubes vencedores desde 2005. Então se o Santos foi campeão com 3, o Corinthians com 2, o Flamengo pode ser também com apenas uma partida. O Superbowl é jogado apenas em uma partida para definir o campeão de futebol americano. Não consta que eles sejam menos vencedores por causa disso.

  29. Marcelo Bianchini Says:

    1- Tá no registro de quem compete promover a competição. A FPF se responsabiliza pelas competiçoes estaduais. A CBF, pelas nacionais. A Conmebol pela continental e assim por diante…..A UEFA e a Sulamerican tem autoridade para promover os certames continentais. E veja que o tal rótulo oficial é tão importante que a dreitoria do Palmeiras mandou dossiê para a FIFA para que esta reconhecesse a Taça Rio de 51 como Mundial. Se reconhecimento de entidades não fosse importante, os santistas não se dariam ao trabalho de montar um dossiê com recortes de jornais, depoimentos…Bastava a palavra dos torcedores, dos esportistas e os recortes de jornais.
    2- Essa idéia de que os europeus se recusavam a disputar em determinados momentos passa a impressão de que eles são todos santos e que na América do Sul só tem o Brasil de civilizado. Em 79, o adversário do Nottinghan seria o Olimpia. O Olimpia batia também? Se em 69 foi feio do jeito que vc falou, deve ter sido uma coisa horripilante porque os relatos a respeito de 63 são bem chocantes e a julgar pelos depoimentos de alguns envolvidos ali também se tentou de tudo para ser campeão.
    3- Não é por que termina em pancadaria que um jogo deixa de ser amistoso. Em 69 teve um Gre-Nal amistoso que terminou num dos maiores quebra-paus. O fato dos jogos terem sido memoráveis, acirrados, disputados….O fato de ter um publico excepcional…mostam que foram jogos importantes,mas não servem como prova de que foi um mundial. E quando se diz que intercontinental não é mundial não está querendo dizer que a Intercontinental não vale nada.
    4- Não é verdade que queremos ser exclusivistas. REconhecemos os títulos do São Paulo (2005), do Internacional (2006), do Barcelona, da Internazionale, do Milan, do Manchester United.

  30. Antonio Carlos de Carvalho Says:

    Ao Paulo e ao Marcelo Abdul, sobre o tricampeonato são paulino citado no site da FIFA:
    Para quem disse que vai usar as palavras do site, apenas precisa dizer qual versão do site vai usar. Como sempre, a versão em português fala em tricampeonato, tetracampeonato mundiais, mas nas demais versões (exemplo, a inglesa) não. Por exemplo, por que o Milan não é chamado de tetracampeão mundial em nenhuma das versões?
    http://www.fifa.com/tournaments/archive/clubworldcup/japan2007/index.html
    http://pt.fifa.com/tournaments/archive/clubworldcup/japan2007/index.html
    Mais um exemplo de que este texto em português nada representa: Ao comentar o Mundial da Internazionale de 2010, o site, mesmo em português diz:
    “O clube já havia conquistado a Copa Intercontinental em 1964 e 1965, (…) permitiu que os interistas recuperassem a confiança após um início de temporada bastante ruim. Além disso, a Inter se igualou ao eterno rival Milan, que venceu a Copa do Mundo de Clubes da FIFA em 2007.”
    Ou seja, salvo engano, apenas no título do SPFC existe a menção à soma dos títulos da Copa Toyota aos do Mundial.
    Ou seja, este tipo de argumento é uma falácia.

  31. Antonio Carlos de Carvalho Says:

    Marcelo, acho que a minha exposição sobre a ilegitimidade da Recopa Europeia/Sulamericana ou Copa Intercontinental Toyota ou “Mundial Interclubes” como queiram alguns, não deixa dúvidas, pelos diversos motivos elencados. Aliás, não vi nenhuma contestação importante ao que eu disse. Mesmo assim, vou aqui rebater algumas afirmações suas e veja se você pode fazer o mesmo em retorno.

    Quero lembrar que em algumas reportagens em português o site da FIFA leva a um certa confusão sobre Mundial e Intercontinental, mas o mesmo não se repete nas demais versões. Como já expus antes, salvo engano, apenas no caso do São Paulo a FIFA, em português, soma os títulos das 2 competições.
    A importância que você dá aos sites dos clubes que ganharam a
    Intercontinental é menor do que a dos sites destes mesmo clubes uns em relação aos títulos dos outros. Melhor seria o Milan chamar a Internazionale de tricampeã mundial, e este chamar o Milan de tetra, ou chamar o São paulo de tri. Ou mesmo um jornal de um país atribuir o tetracampeonato a um clube de outro país. Aqui mesmo na América do Sul o Olé/Clarin deixou passarem despercebidos os títulos do Real Madri em 98, do Manchester em 99, do Bayern em 2001 (em cima do Boca), mas “gritou” a plenos pulmões em 2000 Boca el campeon del
    mundo!!!!
    Em 1998: Real Madri conseguiu a Intercontinental –
    http://old.ole.com.ar/diario/1998/12/02/r-01902b.htm
    Em 1999: Manchester campeon… ganó la Copa Intercontinental
    http://old.ole.com.ar/diario/1999/12/01/r-01801b.htm
    Em 2001: Não dá nem pra saber de que competição o jornal falava. –
    http://old.ole.com.ar/diario/2001/11/29/r-02001c.htm
    Em 2002: Chama de copa intercontinental e repete a frase do argentino Cambiasso do real Madri, que se dizia campeão do Mundo – http://old.ole.com.ar/diario/2002/12/04/f-484479.htm
    Em 2003: chama o Boca de tri-campeão mundial e em 2004: Sem destaque algum para Porto x Once Caldas –
    http://edant.ole.com.ar/diario/2004/12/13/index.html
    Agora em 2000: ¡Campeones del mundo! –
    http://old.ole.com.ar/diario/2000/11/29/index.html

    Ou seja, se o clube for argentino era “campeão mundial”, se não era, tinha apenas ganhado a Intercontinental.
    Portanto, não sei que “informação oficial” os jornais e sites do
    Mundo refletem!
    Quanto á FIFA chamar o Intercontinental de precursor é óbvio: um torneio de 2 confederações é precursora de uma de 6. Assim como o Torneio Roberto Gomes Pedrosa é precursor do Brasileiro de 1971, pois não tinha representantes de todos os estados, como o Brasileiro possuía. Deve ser por isso que passou 40 anos sem ser considerado como Brasileiro e só passou a ter tal “status” numa canetada política da CBF. Lembrem-se de que nem a torcida palmeirense e nem a santista
    se diziam octacampeãs.
    Marcelo, quando você afirma, com razão, que Os times do México não tinham times competitivos antes dos anos 80 e a seleção era um verdadeiro saco de pancadas do futebol mundial, isso é verdade, mas veja hoje em dia: o Brasil é freguês deles. E não interessa se os sul-americanos venceram mais Copa Interamericanas do que os da CONCACAF, o que importa é que venceram. E isso há mais de 30 anos!!!!
    Até o Boca foi derrotado.
    Mas o raciocínio mais ilógico de sua parte foi dizer que, segundo a lógica dos corintianos, o Corinthians não foi campeão em várias oportunidades, porque o torneio não foi organizado pela FPF.
    Inacreditável que você não entenda ou finja não entender que o
    corintiano questiona a legitimidade da Intercontinental como mundial devido ao fato incontestável de que não foi realizado pela entidade oficial do futebol no Mundial. A motivo não é de ter sido realizado por “outra entidade”, e sim por não ter sido pela que deveria ser. É mentiroso comparar as 2 situações pelo simples e óbvio ululante fato de a FPF NÃO EXISTIA. Então quem era a entidade oficial para realizar os paulistas?? As ligas. E no caso dos Mundiais? A FIFA existe desde 1917!!!! Percebeu o erro insanável no seu raciocínio???
    A FIFA é quem deveria realizar Mundiais, tudo bem, ela falhou em não realizar. Então a UEFA e a Conmebol resolveram fazer um tira-teima entre seus campeões. Era uma autêntica Recopa Europeia/sulamericana.
    O que nos sobra dizer? Que a FIFA tivesse realizado Mundiais desde os anos 60, ou 70, ou 80, certamente que os clubes campeões seriam outros. Talvez não nas primeiras décadas, mas certamente um Mazembe dos anos 80 teria chegado a uma final, e como o esporte nos ensina, certamente uma final com 2 continentes “estranhos” teria acontecido.
    O esporte nos deu trocentos exemplos disso, basta ver o basquete das Olimpíadas. Alguém poderia supor, nos anos 60 ou 70, que a Europa contrataria essa enxurrada de africanos e asiáticos? Meu caro, o que eu disse é apenas muito exato, lógico e racional. Sem inventar nada!!

  32. Ranielli Cesar Says:

    Sou santista e fico extremamente enojado com os comentários de torcedores corintianos nessa postagem. Alguns como o senhor Antônio com a clara idéia de desmerecer e diminuir a conquista de grandes times do passado com a desculpa esfarrapada do brasão da Fifa.

    Pobres coitados. A mesma Fifa que escolheu o Santos como o melhor time do século nas Américas no século XX, justamente por títulos como os Mundiais de 62 e 63 que tiveram uma relevância monstruosa no mundo todo na época. Ao contrário do que os neo fascínoras da palavram repetem como um mantra de um fanático religioso suicida.

    Dou os parabéns a você Marcelo Abdul, que são paulino juramentado que é colocou a matéria com isenção e clareza, sem arroubos de falsa moral ou clubismo idiota.

    Alías essa é a tônica de todo o seu blog que é muito mais um espaço de alguém que ama verdadeiramente o esporte do que um torcedor imbecilizado de internet que só usa blogs e afins para atacar covardemente os clubes adversários.

    Quanto a sua matéria nada a acrescentar. Os seus exemplos e explicações calam a boca de maníacos fanáticos e só os fazem chorar de tristeza. Tudo o que eles comemoram agora outros grandes clubes já conquistaram antes e com muito mais emoção e glória.

    Sinceros abraços.

  33. Marcelo Abdul Says:

    1- Ninguém mandou “dossiê” nenhum na Copa Intercontinental. A própria Fifa chama o torneio como um torneio mundial. A entidade sabe muito bem a importância do torneio. Tanto que muitas vezes faz reportagens sobre os títulos em seu site oficial.

    2 – A própria importância que os times sul americanos davam ao torneio falam por si. Ninguém se mata por um mero amistoso.

    3 – Tem que tomar vergonha na cara e reconhecer os anteriores também.

  34. Marcelo Abdul Says:

    Ops. Errado novamente caro Antonio. Li as traduções e não vi nada tão diferente assim. No título do São Paulo a palavra Hat-Trick é citada e sabemos que essa palavra é usada para quem faz gols ou conquista títulos em três oportunidades. Fora que os títulos de 92 e 93 além dos títulos perdidos pelo Liverpool em 81 e 84 são citados. O Milan conquistou um título mundial no torneio da Fifa pela primeira vez em 2007. Isso é claro. Mas havia a Copa Intercontinental anteriormente que dava o título de campeão do mundo. No caso o quarto titulo mundial dos Rossoneri como o próprio Milan colocou em seu site. A importância da Fifa ou da Intercontinental são exatamente os mesmos. O título de campeão do mundo de clubes. A falácia no caso é do internauta torcedor.

  35. Marcelo Abdul Says:

    “Ilegitimidade” só na sua cabeça. Aliás isso é bem típico de torcedor adversário desfazer as conquistas gloriosas de outros clubes. “Legitimidade” é algo relativo meu caro. Nem sempre o légitimo é o melhor como bem se provou em 2000. E aliás como um torneio “ilegítimo” é citado historicamente no relatório da Fifa constatemente e lembrado em diversas oportunidades? Então todos os gritos, choro, tristeza e emoção, além de manchetes de jornais também são “ilegítimos”? Li as reportagens em inglês e portugês dos sites da Fifa. Não vi nenhuma ou quase nenhuma diferença em relação ao que foi escrito. Aliás essa é uma velha mania. “Ah, falam que é Mundial só no Brasil!”
    Nada pode ser mais tosco, imbecil e idiota que uma afirmação dessas. Fala sério. A justificativa nominal é uma das coisas mais grotescas que eu já vi. Copa Intercontinental. Toyota Cup, World Club cup. Tanto faz a nomenclatura. O valor do título é exatamente o mesmo. O de campeão do mundo. Tudo tem um começo e uma história. A disputa mundial entre clubes do planeta começou nos anos 60. Tentar usar de sofismas baratos para tentar transpor épocas diferentes é algo vergonhoso. Já citei exemplos aqui de mundiais em que nem todos os continentes participaram. O que já fura essa sua afirmação de que a Fifa foi fundada em 1917. E daí? Ela demorou 15 anos para organizar uma copa do mundo e nunca teve a capacidade de organizar um mundial de clubes. Precisou do prestígio da Copa Intercontinental para legitimar o seu modelo hoje. Isso é fato público e notório. E repito. Torneio precursor não diminuiu em nada o valor dos títulos desse torneio. Pelo contrário, só o solidificam.

  36. Marcelo Abdul Says:

    Eu que agradeço as suas palavras Ranielli. Não foi aquele jogador do Santos não né? rsss. Abraços. Muito obrigado.

  37. Antonio Carlos de Carvalho Says:

    Prove a seguinte proposição:
    Copa Intercontinental é igual a Mundial da FIFA. Portanto, a final da Copa Intercontinental de 2010 entre Internazionale x Internacional é igual a final do Mundial da FIFA 2010 entre Internazionale x Mazembe.

  38. Antonio Carlos de Carvalho Says:

    Agradecendo as palavras de um cara que usa termos como “Pobres coitados, neo fascínoras da palavra, clubismo idiota, torcedor imbecilizado de internet, maníacos fanáticos” você só mostra a que presta este blog, Abdul. Não vejo nenhum menção de reprimenda de sua parte às ofensas deste cara. Você deseja que seu blog se torne mais uma porcaria, um forum de xingações? Não vou sequer responder ás ofensas desta criatura, pois não quero perder tempo com essas atitudes abjetas.

  39. Marcelo Bianchini Says:

    Abdul. Me explica uma coisa: por que em 2007 às vésperas da final entre Milan x Boca Juniors a imprensa brasuca noticiou que dirigentes da FIFA haviam se reunido e repetido que o primeiro campeonato mundial de clubes reconhecido como tal era o de 2000 promovido pela FIFA? Isto foi aimplamente digulgado, inclusive com a sub-manchete “copa rio e intercontinental são ignorados”. Dizer que os jogos da TI eram divulgados no site da FIFA não signfica que ela os considerava como uma disputa de Mundial. No site da FIFA tem noticia de outros campeonatos. E o fato dos clubes brasileiros criarem “projetos Tóquios” ou se prepararem de forma exagerada para tal tira-teima também não prova nada. Prova que eles acreditavam que estavam disputando um jogo que vali um Mundial.

  40. Marcelo Bianchini Says:

    Eu não fui claro no meu comentário. O Palmerias mandou um dossiê para a FIFA reivindicando que a Taça Rio fosse reconhecida como Mundial e jornalisttas ligados ao Santos enviaram um dossiê a CBF para que transformasse a Taça Brasil em campeonato Brasileiro. A minha linha é a seguinte: se palavra de entidade não valesse nada, se bastasse aquilo que está escrito nos jornais, aquilo que os jogadores e torcedores comemoraram…não haveria necessidade de dossiês e de tentatvia de convercer entidade A ou B.

  41. Marcelo Abdul Says:

    Mas a própria Fifa chamou o Intercontinental de “torneio precursor”. E deixou bem claro em várias oportunidades de que o torneio era um título mundial. Tanto que nenhum dos times que venceu a Intercontinental reivindica nada porque isso é bem claro.

  42. Marcelo Abdul Says:

    A Fifa é uma entidade dúbia em relação a várias coisas. Uma delas é esse torneio. Ela reconheceu o Mundial dela como único? Em partes porque em várias oportunidades a própria entidade mostrou o contrário. Por que isso? Pura política. O Blatter depende dos votos de todas as federações do mundo para se eleger. Então vale um agradinho aqui e outro ali. Como não prova nada? Rssss. Você é doido? Tem jogadores que simplesmente se mataram por esse torneio. Não é uma canetada que vai mudar isso. Na época o Intercontinental era a única e derradeira disputa mundial entre clubes.

  43. Marcelo Abdul Says:

    Ai meu Deus. Quanta viagem… Mazembe de novo? Rsssss. Que tal o Al Haly que é muito mais famoso e vencedor na
    África?

  44. Marcelo Bianchini Says:

    Não reivindicam porque há “séculos” a FIFA vem dizendo que não reconhece tal tira-teima como Mundial e o porquê de sua posição. Ora, alguns jogadores se matavam para ganahr a tal competição porque acreditavam piamente que se tratava de um mundial. Vê se os europeus se sacrificavam na mesma intensidade que os brasileiros.

  45. Antonio Carlos de Carvalho Says:

    precursor |ô|
    (latim praecursor, -oris, o que vai à frente)
    adj. s. m.
    1. Que ou quem vem à frente. = DIANTEIRO ≠ TRASEIRO
    2. Que ou quem vem adiante de alguém para anunciar a sua chegada.
    3. Que ou quem anuncia ou prevê um acontecimento futuro.
    4. Que ou quem é o primeiro a apresentar determinadas ideias ou acções. = PIONEIRO, PRÓGONO

    Ou seja, a FIFA afirma que as primeiras idéias de se apurar o melhor time do Mundo foram da Conmebol em conjunto com A UEFA. Apesar de que no site da UEFA sobre a European/South American Cup, nada se fala em obter o campeão mundial por meio dessa Copa. Fonte: http://en.archive.uefa.com/competitions/eusa/history/index.html
    Inclusive dá o placar final de 22×21 para a América.
    A FIFA considera que a Copa Toyota foi intregrada ao “true” Mundial.
    “With the passage of time, it became apparent that it was unrealistic to continue to confer the SYMBOLIC title of “club world champion” on the basis of a single match between the European and South American champions.
    Ou:(Até o Platini)
    According to the new format, which enters into force in 2005, once again in Japan, the respective winners of the six “champions cups” of each confederation will qualify for the FIFA Club World Championship. “I am convinced that this is the best formula for everyone,” argues Michel Platini, a FIFA Executive Committee member and former Toyota Cup winner from 1985. “It won’t make the clubs’ trips any longer, but by playing an extra game, the club crowned this time will be TRUE world champions,” continued the former Juventus playmaker.
    A verdade é que qualquer inteligência mediana poderia chegar a óbvia conclusão de que:
    1) com a evidente disparidade técnica entre os clubes europeus e sul-americanos e os das outras confederações, era certo que se chamasse um dos 2 primeiros clubes de campeões mundiais ao se vencer a Copa Toyota. Exemplo: o Santos de Pelé, o Milan, a Internazionale.
    2) mas que no final da década de 60 e durante a de 70, os clubes da CONCACAF começaram a disputar algumas edições da Interamericana e a vencê-la. E desmentindo os que rejeitam os outros continentes, esses clubes queriam participar. Em 1977, o América/MEX bateu o supercampeoníssimo Boca na final. E não era um reles joguinho: era uma melhor de 3 e o América ganhou 2 jogos seguidos do Boca ao perder o 1º. E com esse status pleiteou uma vaga. Portanto, os clubes da CONCACAF não engolem a Copa Toyota como Mundial desde os anos 70.
    Portanto, qualquer status de campeonato mundial da Copa Toyota, só tinha sentido nos primeiros anos.
    Qualquer pessoa mediana compreenderá que se os clubes da CONCACAF tivessem entrado no Mundial desde os anos 70, e gradativamente, as outras Confederações, a partir dos anos 80 em diante, com certeza, teríamos outros campeões que não os europeus e sul-americanos. Se com míseras 7 edições um clube africano já chegou à final, imaginem com 40, ou 30 anos?? Os toyotistas pretendem insultar a inteligência geral ao afirmar que o evento Mazembe foi isolado e não representa nada, fingindo se esquecer que, sem participar (dos anos 70, 80 até 2010), ninguém pode ganhar droga alguma. É o óbvio ululante. Portanto, resta claro que a Copa Toyota como Mundial é ilegítima e falsa. Pelo menos desde os anos 70, vá lá. Precisa uma dose cavalar de teimosia para pensar o contrário. Isso é contrariar os fatos. E sem contar que se jamais um clube mexicano tivesse ganho nenhuma Copa Interamericana, ou a África alguma Olimpíada, ou o Mazembe chegado a uma final, mesmo assim, eles teriam o direito de participar de qualquer competição mundial. Chega a dar nojo.. Pelo amor de ….

  46. Antonio Carlos de Carvalho Says:

    Um adendo: Precursor: Que ou quem é o primeiro a apresentar determinadas ideias ou acções. = PIONEIRO, PRÓGONO
    Apenas isso, o primeiro a apresentar a ideia de realizar um Mundial, sem que isso necessariamente signifique que conseguiu, no caso em pauta. Simples assim.

  47. Marcelo Abdul Says:

    Matou a charada:primeiro.O resto veio depois. Tudo tem um começo e uma história.Simples assim.

  48. Marcelo Abdul Says:

    Os mesmos clubes da Concacaf que jamais chegaram a uma final de um mundial da Fifa. O que já desmonsta essa sua teoria. Cadê os “poderosos” times mexicanos? De 1960 até 2004 o único torneio ( salvo um evento da Fifa em 2000) que se dava o título de campeão do mundo a um clube se chamava Taça Intercontinental. A Interamericana era uma competição que não despertava um grande interesse por parte das equipes sul americanas. Mesmo assim a diferença de títulos dessa disputa com os clubes da Concacaf é gritante. Não serve de parâmetro.

    Você se baseia em números de 2010 e cita somente o Mazembe como exemplo. Mas o Al Haly é um time de muito mais importância, títulos, torcida e tradição no continente africano e jamais chegou na final do Mundial desde 2005 e olhe que ele foi o clube que mais participou desse novo formato da Fifa. Se os times da Concacaf ( ou melhor os times do México) não engolem a Taça Intercontinental o problema é deles. Europa e Ámérica do Sul dos anos 70 até hoje são os únicos continentes que ganharam a Copa do Mundo. A evolução futebolística de outros continentes somente se iniciou a partir dos anos 80. Colocar isso como um parâmetro de um passado que jamais aconteceu e jamais acontecerá é um absurdo. A Copa Intercontinental/Toyota é legítima e tem uma história de grandes conquistas, esquadrões e vitórias. Faz parte evolução do futebol como a própria Fifa reconhece.

    Hummm. Tá com nojinho? Precisando de um Sonrisal?

  49. Marcelo Abdul Says:

    Jura? Não reconhece? Então o que você me diz disso? http://www.fifa.com/tournaments/archive/tournament=107/edition=4735/news/newsid=101662.html

    Hummm… Deixa eu ver aqui. Past winners….hummm. Pera aí… Tem alguma coisa errada! O Corinthians junto com os campeões do Mundial que não “vale nada”?

    Meu Deus! A humanidade está perdida. Rssss. Só esse artigo no site oficial da entidade já prova da dúbia relação da Fifa sobre o assunto como lhe disse na respota anterior.

    “Alguns jogadores”…. Meu Deus. Iluminai ó senhor! Alguns? Deixa eu ver. Coloquei bastante times nessa postagem. Deve ter sido só alguns mesmo. Nas minhas contas mais de 500.

    O lance e o bom na época é que nem todos os times precisavam se “sacrificar”. Apenas jogavam bola com muito talento. Italianos, portugueses, brasileiros, argentinos, uruguaios, paraguaios, holandeses, alemães.

    Se você viu o último vídeo dessa postagem vai saber que os europeus davam o melhor de si. Mas não deve ter olhado. Paciência.

  50. Marcelo Bianchini Says:

    Continua não dizendo nada. O que vale é a posição da FIFA em 2007, que repete o que ela disse em 2000: o primeiro campeonato mundial de clubes reconhecido pela entidade foi disputado em 2000. Em 2000 esta resposta foi dada à Gazeta Esportiva. Em 1981, um leitor perguntou ao garoto da placar por que a FIFA não reconhecia a disputa entre clubes sul-americanos e europeus como mundial e a resposta da revista foi os motivos citados sempre. Que alguns jogos foram memoráveis, inesquecíveis, sensacionais, ninguém pode negar, o que não pode é dar a eles uma dimensão que eles não teve.

  51. Marcelo Abdul Says:

    A posição da Fifa em 2007 não é a mesma em 2009 e a de 2010. Já que no título do Barcelona e da Inter de Milão ela se referiu a Taça Intercontinental como “world title”. Então a dimensão era exatamente essa, a de título mundial. Então por essa postura babaca oficialista o Brasil não é Hepta no Futsal. Uma bobagem. Era, porque antes não era a Fifa a entidade que organizava o torneio. Como foi afirmado anteriormente, uma mera decisão corporativa e política não muda o que foi feito no passado. Se a Fifa tem essa postura dúbia é porque é complicado competir com a história.

    Ah, viu o vídeo? Então vai saber exatamente a dimensão que o torneio teve. Ninguém se mata por pouca bosta não é mesmo?

  52. Inês Franco Says:

    FIFA corrige página do “Tri mundial”

    Já era de conhecimento geral que havia um erro de tradução na página da FIFA que falava do tri mundial do SPFC(em outras línguas não diziam o mesmo), a FIFA sempre tratou estes títulos como mundiais simbólicos e diz claramente isso no site da FIFA, em documentos oficiais nunca os reconheceu, como a decisão do comitê executivo da FIFA de 2007(de caráter definitivo segundo Blatter)…

    … a novidade é que a FIFA corrigiu a tradução daquela página do “tri”

    Link fala sobre a FIFA tratar estes títulos das Intercontinentais como “mundiais simbólicos”, dizendo q os verdadeiros campeões mundiais são os da FIFA, com o apoio do Michel Platini, membro de vários comitês da FIFA e atual presidente da UEFA e vice presidente da federação francesa de futebol
    http://www.fifa.com/tournaments/archive/tournament=107/edition=4735/news/newsid=95645.html
    Decisão do comitê executivo da FIFA dizendo que todos os intercontinentais não são oficiais da FIFA (e nem mundiais) e que o único Mundial reconhecido pela FIFA é o Mundial da FIFA
    http://www.fifa.com/aboutfifa/organisation/news/newsid=660747/index.html

    Página com tradução corrigida pela FIFA, retirando o “tri mundial”:
    http://pt.fifa.com/tournaments/archive/tournament=107/edition=4735/overview.html

  53. Marcelo Abdul Says:

    Cara Inês. Nunca foi um “erro”. Se fosse o esse “engano” não ficaria mais de 6 anos estampado no site da entidade. Coincidência ou não, depois que o Corinthians ganhou um Mundial em 2012, o seus torcedores foram confrontados com essa página quando eles quiseram diminuir as conquistas do São Paulo FC. Mas isso deve ser apenas coincidência… Não deve existir lobby na Fifa…

    A Fifa trata os títulos Intercontinentais como Mundiais simbólicos? Nem tanto. Na própria página com a “tradução corrigida” ou “sem tradução”, os torneios precursores são citados. (1981. 1984, 1993, 1993). Inclusive no site em inglês em que o termo Hat Trick (três vezes) é empregado. A premissa de oficialidade da Fifa sobre esse torneio é dúbia. Ela é citada anualmente nos guias dos Mundiais como torneio predecessor. Ou seja, a única competição que existia na época para definir um time campeão mundial. O Mundial da Fifa absorveu o Intercontinental

    A Fifa é um poço de contradições nesse caso. Mas isso não é novidade. Ela fez o mesmo com a Fifusa do Januário D´alesso e quando covardemente mandou tirar duas estrelas da camisa da seleção brasileira no mundial do ano passado. Tudo em nome de acordos comerciais e lucro como é feito na construção de elefantes brancos em países em deselvolvimento para as Copas do Mundo. Ou mesmo quando aceita suborno da ISL e dos petrodólares russos e qtarianos para colocar seus países como sede nas Copas do Mundo. Leia a reportagem da revista France Football sobre o tema. Ou veja essa reportagem do jornalista britânico Andrew Jennings que mostra bem quem é o Sr. Blatter

    http://www.apublica.org/2013/01/chefoes-mafia-fifa/

    Você acha que eu e vários torcedores do mundo vamos levar em consideração o que esse velho peidorrento pensa? Ele não entende nada de futebol e provavelmente nem sabe muito bem o que é uma bola.

    Quanto ao francês Michel Platini sempre o julguei um hipócrita. Ele apoia os termos que você citou porque ele quer ser presidente da Fifa. Não se pode contradizer o chefão. Mas Platini ganhou um mundial em 1985. Por que será que ele mudou de idéia? Por que ele nunca constestou na época o título de campeão do mundo?

    Assim como ele muitos torcedores são hipócritas. Se o Corinthians tivesse ganhado a Intercontinental em 1991 e 1999 jamais estariamos tendo esse debate. Mas agora travestidos numa aura de oficialidade babaca muitos deles contestam não só as conquistas do time do Telê, mas do Flamengo do Zico, do Grêmio do Renato e do Santos de Pelé. Já cansei de ver em 1991 o Corinthians falando em “projeto Tóquio”. Em 2012 o time chegou no Japão ganhando o título e uma taça patrocinada pela mesma empresa que os torcedores desdenharam porque foi o adversário que a ganhou. Tudo em nome de um clubismo imbecil e descontrolado.

    O fato é que a Fifa e nem os fanáticos xiitas da bola podem apagar o passado. Como você deve ter lido existem muitas páginas da Fifa que contradizem a “versão oficial” além dos testemunhos da imprensa e das torcidas. Haja webdesginer para corrigir tanta coisa.

    Mas não se preocupem, os torcedores que adoram apagar o passado serão devidamente homenageados. Mas não com bravatas, apenas com a verdade. No futuro, veremos os Intercontinentais devidamente reconhecidos oficialmente. E mesmo que não sejam vai ser díficil você convencer os abenegadoss dos principais clubes do planeta, de que eles não foram campeões do mundo.

    Sinto muito cara Inês, mas você e outros torcedores do Corinthians estão sozinhos nessa. Continuem com a cruzada insana. Goebbles ficaria orgulhoso.

  54. Ranielli César Says:

    Antonio Carlos.. É o que eu penso sobre torcedores de internet que só querem ter a visão tacanha do seu clube e minimiza tudo o que os outros times fizeram pela história do futebol brasileiro. Eu só tenho absoluto desprezo de pessoas como você que até agora depois de tantos comentários, só conseguiu ser mais bizarro e não acrescentou absolutamente nada ao debate.

    Muito pelo contrário, só confirmou que todo o seu blá-blá-blá virtual é um disfarce para o seu fanatismo babaca.

    Não dá pra se levar a sério.

  55. Ranielli César Says:

    Ah Abdul, não sou o jogador não. Mas já vi ele atuar no meu Peixe. Um horror….rsssss.

  56. Marcelo Abdul Says:

    Ufa. Ainda bem…rs. Abraços.

  57. Antonio Carlos de Carvalho Says:

    Ao Ranielli. Em bom português, se você não for um fantoche criado pelo próprio Abdul, você apenas é mais um que não tem raciocínio lógico para se aventurar a comentar e apenas cai nas mesmas falácias que o blogueiro. Ao invés de contra-argumentar, você faz ataques pessoais como:
    1) perseguição do Sr. Antonio Carlos à postagem.
    E por que não dizer perseguição do blogueiro a mim? Nenhuma das 2 afirmações é verdadeira. Ninguém persegue ninguém.
    2) que minhas argumentações merece risos.
    3) abordagem de questões estúpidas.
    A questão foi proposta pelo blogueiro no seu post.
    4) chamar de cão ou galinha.
    Portanto, como seu comentário não traz nenhum argumento e apenas ataques pessoais (falácia ad hominem), Foi apenas para puxar o saco do blogueiro de maneira servil. ELE NÃO TEM VALOR NENHUM! E pode ser jogado no lixo que ninguém sentirá falta. Ou pode mandar um gato jogar terra por cima dele. isso é incontestável.
    Eu escrevi desta forma sobre o seu comentário no outro post, e o mesmo vale para este agora. Seu comentário tem o mesmo valor do que o gato enterra na areia. desprezível.

  58. Marcelo Abdul Says:

    Algumas pessoas não tem o devido respeito com a opinião alheia. Que tal respeitá-las? Se o Ranielli acha tudo isso de você o blog se propõe justamente a emitir a opinião de todos. Puxar o meu saco? Acho que não. Ele apenas compartilha da mesma opinião minha. Quer dizer que se a pessoa discorda de seu ponto de vista ele é “servil”? Que piada. Seus comentários foram todos aprovados com a exceção de uma ou outra provocação da sua parte. O que não se pode é querer impor algo a todos como um ditadorzinho de boteco. Ah, algumas de suas argumentações merecem riso mesmo. Pra dizer o mínimo.

  59. SF Says:

    Sr. Antônio Carlos de Carvalho:

    O senhor desperdiça o seu tempo e o dos outros ao discorrer longamente sobre um tema simples.

    Durante toda a história do esporte (e não apenas do futebol), houve alterações no escopo e dimensão de torneios.

    Isso posto, deve-se entender que o significado real de cada competição está atrelado ao momento em que é disputada.
    Não se pode viver reavaliando a validade de torneios do passado, colocando-os em perspectiva com os atuais.
    Se, no futuro, a FIFA revisar a fórmula (ou até o nome) do seu campeonato mundial de clubes, isso não pode por em cheque a relevância da competição que se disputa atualmente.

    A Copa Intercontinental era, sim, vista como o campeonato mundial da época. Nunca foi amistoso, nem para os europeus, que apanhavam (e batiam) muito nos confrontos com argentinos e uruguaios nas décadas de 60 e 70. O patrocínio da Toyota, com jogo único no Japão, eliminou os incidentes extracampo, mas não o espírito original da disputa.

    Só despreza esse fato a raposa, que não pôde alcançar as desejadas uvas a tempo e resolve afirmar, anos depois, que uma abóbora é mais doce.

  60. Marcelo Abdul Says:

    Na verdade SF a Fifa já mudou o nome do torneio. Em 2005 ele se chamava oficialmente “Toyota Cup” exatamente igual a disputa de iniciou em 1980. Desde 2006 o Mundial se chama Fifa World Cup sponsored by Toyota. O pior é que ainda existem pessoas que insistem em dizer que uma coisa não era continuidade da outra. Eh Eh Eh.

  61. André Says:

    Que a Copa Intercontinental foi criada com a idéia de indicar o campeão mundial de clubes, é fato. Que foi assim considerado por boa parte da imprensa, clubes, torcida, etc, é fato, não só no Brasil mas em outros países (ainda que exterior o deslumbre era bem menor que no Brasil, mas ainda assim ocorria). Fato. Mas e daí? O que isso quer dizer? Qual a razão da polêmica? Título simbólico é simbólico, título pleno é pleno. Simples assim. Copa Intercontinental pode ter sido Mundial simbólico, mas nunca Mundial pleno, porque nunca o foi. Simples assim.

    Europa e América do Sul são os continentes mais fortes no futebol. Beleza. RJ e SP são os Estados mais fortes no futebol do Brasil. Se vocês pegarem jornais de 1950, vão ver que o Torneio RJ-SP foi então estabelecido com a idéia de indicar o melhor time do Brasil, e se vocês lerem esses jornais, vão ver que na década de 1950 a imprensa brasileira frequentemente chamava o Torneio Rio-São Paulo de “título brasileiro simbólico” ou denominações que tais. E daí? Até o ponto que sei, nenhum torcedor de clube vencedor do Torneio Rio-São Paulo pleiteou ter seus títulos desta competição equiparados ao Campeonato Brasileiro. Em resumo: na falta de uma competição nacional de clubes até 1959, o Torneio Rio São-Paulo era título brasileiro na “boca do povo”, tal como Copa Intercontinental era Mundial “na boca do povo” pela falta de um Mundial da FIFA. Agora, achar que Copa Intercontinental tem valor mundial tal qual o Mundial da FIFA, é dose para leão, é tão descabido quanto achar que Torneio Rio-São Paulo vale igual Brasileirão…

    Não se trata de querer desmerecer competições ou apagar o passado, nada disso. Quando apontamos os fatos, os são-paulinos vem com essas desculpas emocionais incabíveis (“querem apagar o passado” e blablabas), mas não se trata disso. Copa Intercontinental é título oficial da maior importância, tem que estar no topo do Palmarés de todos os clubes vencedores, tem que constar em qualquer texto que fale da história dos “mundiais de clubes”. Porém, não é necessário dar a ela um valor que ela jamais teve (de Mundial pleno e oficial) para reconhecer-lhe o devido valor. Da mesma forma que não é necessário tratar o Torneio Rio-São Paulo como título brasileiro para dar-lhe o devido valor.

    O pior é que, na tentativa de “mundializar” de qualquer forma a Copa Intercontinental, apelam para mentiras. Primeiro dizer que a FIFA participou da organização da Copa Intercontinental por causa de placas publicitárias fake, que traziam os nomes FIFA-UEFA-CONMEBOL (mas SEM o logotipo oficial de nenhuma das 3 entidades…).

    Depois, aparecem com o papo de que “Copas do Mundo até 1970 não tiveram times de todos os continentes e nem por isso deixam de ser Mundiais”. Esse é o argumento mais vil de todos, pelo que tem de esdrúxulo e por continuar sendo repetido por são-paulinos como “artigo-de-fé” mesmo já tendo sido mais do que refutado. Para começo de conversa, Copa do Mundo não é só o torneio final de 4 em 4 anos, mas em sua definição correta, inclui também as Eliminatórias. Desde 1934, as Eliminatórias da FIFA têm times de todos os continentes (incluindo América do Norte, Central, Ásia e África; ex: EUA, Egito e Palestina em 1934) exceto a Oceania. Se alguns países de certos continentes não conseguiam se classificar das Eliminatórias para a fase final (Copa do Mundo propriamente dita) é outra coisa. Mas havia essa possibilidade, essa oportunidade de tentar, não havia “bloqueio” a continentes.  Sobre a Copa de 1930, a FIFA mesmo diz em seu site que convidou todos os seus países filiados para participar. Logo, isso inclui os três países filiados que a FIFA tinha em 1930 que não eram europeus ou americanos: Egito, Japão e Tailândia. Se esses 3 países foram convidados mas não participaram, é porque não quiseram. A Copa do Mundo de 1930 não foi “bloqueada” a eles por serem de Ásia ou África. Sobre a Oceania, o primeiro país da área que se filiou à FIFA  foi a Nova Zelândia em 1948, mas esta só se candidatou a tentar as Eliminatórias para a Copa de 1970. Não porque a FIFA quisesse “bloquear” a Oceania, pois a Austrália se filiou à FIFA em 1963 e participou das Eliminatórias logo da Copa seguinte, as Eliminatórias da Copa de 1966.  Em resumo, o fato real é que o acesso à Copa do Mundo (tentar entrar pelas Eliminatórias) sempre foi aberta ao mundo, a todos os filiados da FIFA que quisessem participar e se inscrever nas Eliminatórias, independente de seu continente de origem. A FIFA nunca “bloqueou” países de disputarem as Eliminatórias da Copa do Mundo discriminativamente pelo fato de serem de continente X ou Y. Já a Copa Intercontinental era reservada a europeus e sul-americanos. Os outros eram bloqueados, mesmo quando queriam participar (Concacaf e Ásia em 1967), e  mesmo quando ganhavam em campo as credenciais técnicas para participar (em 1978 e 1981, times do México foram campeões do continente americano inteiro através da Copa Interamericana, e se o objetivo da Intercontinental fosse indicar o melhor do mundo, nada mais justo que esses times do México nessas ocasiões é que tivessem a chance de representar as Américas contra o campeão europeu. Os times do México fizeram essa postulação, mas foi negada, ou seja, Copa Intercontinental visava ser só Europeia-Sul-Americana mesmo, não postulava ser sequer Europeia-Americana, que dirá então Mundial).

    Basta ler o que o jornal espanhol El Mundo Deportivo escreveu em 05/09/1960 ao considerar o Real Madrid como campeão mundial de 1960. O jornal espanhol El Mundo Deportivo chamou naquela época o clube de “O Primeiro Campeão Mundial”, porém observou que a competição não incluía “africanos, asiáticos e outros federados da FIFA”. O jornal foi ao ponto exato: considerava que a Copa Intercontinental, como Mundial, podia ser um Mundial “simbólico”, “imitação de Mundial”, ou o que valha, mas para ser um Mundial pleno, real, de verdade, tinha que ser aberto à possibilidade de participação de todos os filiados da entidade Mundial, independente da localização destes filiados, e não um torneio reservado a dois continentes e excludente de todos as demais regiões do Globo. Já em 1960, o jornal espanhol já mostrava a diferença entre um “Mundial” simbólico limitado a continentes escolhidos (a Copa Intercontinental) e um Mundial de verdade, de fato aberto ao Mundo todo (a Copa do Mundo da FIFA). Já passaram 55 anos desde 1960, mas boa parte dos são-paulinos ainda insiste na falácia de que “Copas do Mundo até 1970 não tiveram times de todos os continentes e nem por isso deixam de ser Mundiais”. Com o devido respeito, chega a ser ridículo…

    E o que é pior: se os são-paulinos dessem o devido valor da Copa Intercontinental, acabariam valorizando-a muito mais. Mas como preferem tentar dar-lhe valor igual ao do Mundial FIFA valendo-se de blablablas emocionais (“querem apagar o passado”, “a imprensa tratava como Mundial” e blablabas) e mentiras, esses torcedores acabam é diminuindo o valor da Copa Intercontinental. Ao agirem desse jeito, acabam colocando a Copa Intercontinental no mesmo saco de outros ditos “mundiais”, outras competições que também nunca foram Mundiais de verdade mas cujos clubes e torcedores campeões insistem em tentar transformar em títulos mundiais, através também de emocionalismos (“querem apagar o passado”, “a imprensa tratava como Mundial” e blablabas) e mentiras. No afã de dar à Copa Intercontinental um valor mundial que ela não tem, acabam colocando-a no mesmo saco que outras conquistas de importância menor.

    Se os são-paulinos e gremistas dessem à competição o seu valor devido (título europeu-sul-americano) , a Copa Intercontinental seria única, ninguém ia tentar ir “na onda” dela. Mas como insistem em tentar transformá-la em Mundial sem ela sê-lo, aí pronto: tem torcedor da Portuguesa querendo transformar até Fita Azul em Mundial, entre outros exemplos grotescos de “mundiais” do passado que aparecem toda santa hora na onda da mundialização da Copa Intercontinental…

    Mas é aquilo: conforme eu mostrei até dando o exemplo do jornal espanhol, na maior parte do mundo a imprensa é séria, isenta, e mostrou desde sempre, desde tão cedo quanto 1960, a diferença entre “mundial simbólico” e “mundial real”. Já aqui no Brasil, infelizmente até pouco tempo atrás, até surgir a Internet, vivíamos sob um monopólio da transmissão televisiva de eventos internacionais por parte de um certo grupo de mídia que nunca primou pela verdade, e que no afã de atrair público e patrocinadores ao jogo que transmitia, sonegava a verdade do público e tratava “mundial simbólico” como “mundial real”. Em 1999, a FIFA criou o Mundial de Clubes real, e passados 15 anos, tem certos torcedores que não se recuperaram ainda do trauma, insistem em mentir para si próprios e pros outros…

  62. Marcelo Abdul Says:

    Também me pergunto. Qual a razão da polêmica? Afinal de contas a Copa Intercontinental definia o campeão mundial na época. Foi o torneio precursor do atual Mundial da Fifa. Todos os campeões dessa competição eram considerados campeões do mundo.Até a Fifa admitiu isso em várias reportagens do seu site, inclusive na postagem do tetracampeonato do Real Madrid em que o Intercontinental/ Mundial da Fifa são colocados lado a lado.

    http://www.fifa.com/clubworldcup/matches/round=259701/match=300298898/preview.html

    Qual o problema? Ah sim! Tem que ter a “cunha oficial”. Então eu digo para você André. Isso é apenas um mero detalhe. E ao contrário do que você pensa muitos são paulinos gostaram mais de vencer o Barcelona e o Milan com um grande time do que ganhar apertado no rabo contra o Liverpool.

    “Não se trata de apagar o passado” você afirma.

    Me perdoe mas se trata SIM. A partir do momento que você desdenha da importância da competição você quer apagar o passado e as glórias de outros grandes clubes. Já havia um grande e histórico torneio antes do Mundial da Fifa. Ela própria reconhece isso.

    Todos os cadernos oficiais do Mundial da Fifa citam a Copa Intercontinental como o único torneio “mãe” do atual mundial. Os campeões estão lá. É só pegar pra ver. Todos os times comemoraram como campeões do mundo. Não há engano nenhum nisso. O planeta na época era outro. O futebol não era globalizado como hoje. Além disso o esporte era bem melhor.

    Recentemente um periódico argentino perguntou aos seus leitores qual competição era mais emocionante. Copa Intercontinental ou Mundial da Fifa? O Intercontinental ganhou disparado. A antiga competição era muito mais atrativa e emocionante que hoje. O Mundial da Fifa hoje em dia é só um torneio protocolar. Está perdendo a sua importância pelo baixo nível técnico dos participantes.

    E se hoje a competição sofre com maus jogos, imagina nos anos 60, 70 e 80…. O supra sumo era América do Sul e Europa. Era o que tinha. Todo o mundo do futebol cagava e andava pro futebol da Arábia Saudita e da Tailândia. Que tipo de beneficio eles iam trazer? Nenhum. Em Copas a situação é bem diferente dos clubes. Você poderia treinar uma equipe durante 1 ano e formar uma seleção pra disputar o Mundial como a Coreia do Norte fez em 1966. Muitos desses países nem times tinham ou atuavam como equipes amadoras. Como eles podiam competir em alto nível naquela época se nem hoje eles conseguem fazer isso? Aliás qual o grande clube do futebol norte coreano daquela época? Você pode responder?

    Agora vamos as repetidas falácias tão respondidas e que você e outros insistem em afirmar. Torneio Rio-São Paulo? Que droga de comparação é essa? Jura?

    Você quer comparar um torneio inter regional com continental? sério isso?

    Bom, então deixa eu te explicar. A sua afirmação é hilária. Pra começar quem vencia o torneio Rio-São Paulo era só campeão do torneio Rio-São Paulo e nada mais.

    Agora vencer a Copa Intercontinental implicava alguns desafios. Primeiro ser campeão ou vice do brasileiro. Depois enfrentar avião, torcidas adversárias e altitude para ganhar uma Libertadores para ser campeão da América do Sul. Depois enfrentar o campeão europeu na casa dele ou no Japão. Acho que isso é melhor do que simplesmente pegar a ponte aérea ou andar de ônibus pela Dutra não é? A comparação é monstruosamente descabida, para não dizer patética.

    Só para o seu governo não é só “os são paulinos que trata o Mundial da Fifa como competição semelhante”. O mundo todo faz isso. E já que você citou um jornal espanhol durma com um barulho desse.

    http://www.marca.com/2014/12/20/futbol/mundial_de_clubes/1419111051.html

    Como você pode notar ganhar a Copa Intercontinental está muito longe de ser um título simbólico.

    Não enxergar isso é que é um emocionalismo barato.

    Abraços

  63. CARIOCA Says:

    A VERDADE É NUA E CRUA , O INICIO DISTO TUDO FOI A TAÇA INTERCONTINENTAL DE PARIS EM 1957 – REAL MADRID 3 X 4 VASCO [ FINAL ] .

  64. Marcelo Abdul Says:

    A verdade nua e crua é que só os vascaínos lembram disso. Em 1998 e 2000 quando o Vasco realmente teve chance de ser campeão do mundo esse torneio nunca foi citado ou lembrado. Ninguém falou em bicampeonato mundial ou coisa parecida. A única polêmica desse tipo no futebol brasileiro é a Copa Rio de 1951. Mesmo assim até um ministro de estado tentou esse reconhecimento e deu com os burros na água.

  65. ROBSON Says:

    ESTA ENGANADO OU NÃO ESTA SABENDO MARCELO ABDUL ANTES DA DECISÃO DA TAÇA INTERCONTINEBTAL DE 98 A PROPRIA GLOBO LEMBROU QUE VASCO X REAL MADRID JÁ TIVERAM ANTES UMA DECISÃO INTERCONTINENTAL EM 57 NO TORNEIO INTERNACIONAL DE PARIS E EM 2012 NO GLOBO ESPORTE FALANDO SOBRE ESTA COMPETIÇÃO QUE FOI O MUNDIAL INTERCLUBES NAS 3 PRIMEIRAS EDIÇÕES EM 57/58/59 E FALANDO QUE O VASCO CONQUISTOU O MUNDO ANTES DA SELEÇÃO BRASILEIRA NA SUÉCIA NA COPA DE 58 [ O VASCO AINDA VAI PEDIR O RECONHECIMENTO ] E NO WIKIPÉDIA ESTA DIZENDO ESTE FEITO COMO O MUNDIAL DE CLUBES DA ÉPOCA COMO TAMBEM FALA A TERCEIRA E ULTIMA EDIÇÃO DA COPA RIO 1953 [ MUNDIAL DE CLUBES ] GANHA PELO VASCO , O PALMEIRAS E FLUMINENSE JÁ FISERAM A APETIÇÃO E O VASCO AINDA ESTA PREPARANDO OS DOCUMENTOS .

  66. Marcelo Abdul Says:

    Existiam vários desses torneios nos anos 50. Se formos levar a sério a sua teoria teríamos que admitir uns 20 times como “campeões mundiais”. O problema é que esses clubes não ganharam títulos nacionais e continentais antes para terem o direito de disputar uma taça intercontinental. Isso começou em 1960. Os torneios anteriores eram torneios. Só isso.

  67. ROBSON Says:

    O VASCO FOI CAMPEÃO DA COPA DOS CAMPEÕES RJ/SP DE 37 [ TAÇA NACIONAL DA ÉPOCA ] E ÚNICO CLUBE SULAMERICANO CAMPEÃO CONTINENTAL OFICIALMENTE EM 48 [ PRIMEIRA LIBERTADORES ] ISTO DIZ TUDO QUE A COPA RIO DE 51 A 53 E TAÇA PARIS DE 57 A 59 NÃO ERA APENAS SIMPLES TORNEIOS [ REAL MADRID ERA O ÚNICO CAMPEÃO EUROPEU OFICIALMENTE DE 56 ATE 60 ] HIBERNIAN ESC FOI O PRIMEIRO CAMPEÃO EUROPEU DA HISTORIA EM 1889 E RACING PARIS CAMPEÃO DA TAÇA TEREZA HERREIRA EUROPÉIA DE 1949 NA FINAL CONTRA O REAL MADRID . SÃO ÉPOCAS DIFERENTES COMO FOI AS COPAS DO MUNDO .

  68. Marcelo Abdul Says:

    A questão é fácil. No site oficial da Fifa estão todos os times do mundo e a relação dos títulos mais importantes. Os torneios que você citou anteriormente não constam como títulos mais relevantes para o clube. O sul americano de 1948 e a Libertadores de 1998 sim. Mas nada dos “mundiais” que você citou. Torneios como esse existiam aos montes. Eram relevantes para a época, mas não podemos consideram como um “mundial ” de fato.

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