A MESMA HISTÓRIA DE SEMPRE

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Rafael Moura lamenta: faltou inteligência ao Flu

O Fluminense perdeu uma grande oportunidade de voltar a disputar uma semifinal de Libertadores. Ontem contra um Boca Juniors assustado e muito inferior aos grandes times dos anos 2000, o time carioca repetiu os mesmos erros emocionais que sempre desclassificam os clubes brasileiros na competição sul americana e foi eliminado nos momentos finais com um gol tolo do “el tanque” Santiago Silva, que de tão ruim só fez figuração no Corinthians quando atuou por aqui.

O Boca hoje é um time muito inferior tecnicamente aos times que faturaram a América em 2000, 2001, 2003 e 2007. O time xeneize ainda depende Riquelme, que já podemos tratar como um atleta veterano e Schiavi que também já está a ponto de pendurar as chuteiras. No mais, vemos um centroavante careca e obeso que é uma verdadeira piada. Mas a camisa argentina pesou na disputa contra o Fluminense e isso numa Libertadores da América é fatal.

A mitificação insana do Boca e aquelas máximas que é difícil ganhar em La Bombonera pesaram nos atletas do tricolor carioca.

O clube das Laranjeiras tinha tudo para vencer. Apesar das grandes ausências de Deco e Fred o clube ainda tinha uma gama de jovens e bons jogadores. Mas o nervosismo e aquele velho “cagaço” brazuca, que sempre ocorre quando um time brasileiro enfrenta um argentino aconteceu de novo. Apesar da vantagem inicial de Thiago Carleto ainda na primeira etapa, o Fluminense não teve nervos para aumentar o placar e Rafael Moura não conseguiu colocar a boa dentro das redes. Pior que a perda de gols foi a falta de preparo psicológico para administrar o 1 x 0 e pelo menos levar a decisão para os penais.

Diego Cavalieri é um goleiro muito mais preparado que o boquense Orión. Mas o time carioca não pensou coletivamente o e quis fazer o segundo gol milagroso quase no final do jogo e bastou um contra ataque e um toque de Riquelme para que o Boca Juniors empatasse e que o silêncio e os soluços no Engenhão começassem a se manifestar. Me perdoem os mais educados mas que senhora CAGADA!

Lamentável a postura do Fluminense em todos os aspectos. Faltou cabeça e sangue frio diante de um time claramente inferior, mas que teve inteligência. Aliás, essa é a grande diferença da escola portenha para a brasileira. Os brasileiros são emotivos demais e isso atrapalha. A bola pesa e os argentinos são frios, práticos e inteligentes nas horas derradeiras. Por isso ao longo da história vemos times “hermanos” até tecnicamente inferiores desclassificarem clubes brasileiros. A história é velha desde os anos sessenta do século passado e se repetiu mais uma vez ontem no estádio João Havelange.

Fluminense, o que você fez?

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