RESUMO DA ÓPERA – 14/10/2011

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Chupeta Pra Eles – Andrés Sanchez e Juvenal Juvêncio novamente trocaram farpas via imprensa. Como vi num comentário no blog do Guedex, ambos os mandatários são dois adolescentes que acham que são maiores que os clubes que representam. Um chama Juvenal de “ditador”, mas apoiou e foi até um dos principais diretores de Alberto Dualib.

Juvenal peca por cair nas provocações de Sanchez e também por dar declarações nada generosas a respeito de Dagoberto e seu empresário Marcos Malaquias. Certos assuntos tem que ser resolvidos internamente e não pelos microfones. Com o São Paulo ainda disputando dois títulos esse ano Juvenal fez a pior besteira que um presidente de clube pode cometer. Criticou um atleta na fase mais decisiva desses torneios. Com que moral Dagoberto irá jogar com toda esse “apoio” dado por Juvenal? Nota zero para os dois presidentes.

Rafinha Bastos, o maior criminoso do Brasil? – Triste país em que um humorista é perseguido por causa de uma piada sem graça e estúpida. Rafinha contou uma galhofa pra lá de desagradável sobre a neta de Francisco, mas a repercussão que isso ganhou foi de uma idiotice deplorável. Já vi um show de Rafinha e garanto que ele fez piadas até piores e nem por isso esse verdadeiro espancamento midiático aconteceu. A Sra. Buaiz tem razão em processar o humorista, mas ir até a emissora em que ele trabalha e pedir a sua cabeça com a ajuda de seu marido empresário e do ex- atacante Ronaldo é de uma maledicência cruel. É o começo do fim do CQC, que se presta justamente a fazer humor e piadas com o cotidiano político e das celebridades. Agora, controlados pelo parceiros comerciais, o programa perderá a graça e também a sua essência.

Enquanto isso em Brasília José Sarney diz que a “carona” gratuita de um helicóptero da PM do Maranhão para seus afazeres particulares é uma “vitória da democracia”. Essa sim é uma tremenda piada imbecil, indecente e de extremo mau gosto.

Conan, a Esculhambação – Para quem ainda não viu a nova versão do clássico de 1982 baseados nas histórias de Robert E. Howard um aviso: se for para ver uma merda dessas não saia de casa. Sem dúvida é uma das piores adaptações de todos os tempos. O filme é ruim. O protagonista Jason Momoa  faz Ricardo Macchi parecer Laurence Olivier. Não caia no truque 3D. Muitos produtores picaretas usam desse artifício para aumentar o preço dos ingressos e ganhar mais dinheiro. Em toda a película não foi visto UMA ÚNICA CENA em que fosse necessário os malditos óculos de terceira dimensão.

Enfim, se quiser conhecer de verdade o guerreiro cimério vá a uma locadora ou assista na net os clássicos “Conan, o Bárbaro” e “Conan, o Destruidor”. Além de lerem a obra de Robert E. Howard e os quadrinhos magistralmente desenhados pelo mestre John Buscema. Se você ainda não conhece Conan, passe longe dos cinemas. Você poderá ter ódio mortal do personagem.

E agora Mike Portoy? – O novo trabalho do Dream Theater foi cercado de expectativas. Afinal de contas seria o primeiro disco do grupo sem o baterista Mike Portoy, um dos fundadores e principais pilares da banda. A constatação é que o substituto Mike Mangini faz com que os fãs do Dream Theater não sintam a menor falta do antigo membro. O CD “A Dramatic Turn of Events” supera os últimos trabalhos da maior banda de prog da atualidade. As músicas “Build Me Up, Break Me Down”, “Far for Heaven”, “Breaking All Illusions” e “Beneath the Surface” revelam que a ida de Portoy para a banda pós emo Avenged Sevenfold foi a pior cagada que ele poderia ter feito em sua carreira. Mangini dá um show nas baquetas e James LaBrie canta com uma serenidade nunca vista em álbuns passados. John Petrucci, Jordan Rudess e John Myung mantém a qualidade e sonoridade da banda intacta. Os fãs lamentam a saída de Portoy, mas a vinda de Mangini trouxe uma renovada. Algo que o Dream Theater estava precisando há tempos.

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4 Respostas to “RESUMO DA ÓPERA – 14/10/2011”

  1. Geraldo "JASON" Lina Says:

    O pior é que já baixei o Conan…

  2. Marcelo Abdul Says:

    Putzzzz! Pegou uma verdadeira bomba Lina. Rssss.

  3. guinablog Says:

    Abdul, os caras quase destruiram o Conan, a nossa sorte é que o Schwarzenegger (agora de volta ao cinema!) pretende realizar o sonho de roteiro do John Mills e filmar o “KING CONAN”.
    Quanto ao “caso Rafinha”, mostrou a boa vontade do povo brasileiro em fazer ju$tiça! Já o Sarney segue sendo um comediante de primeira, hoje deu a declaração de que vai lutar para haver prisão perpétua (/???!/!) no Brasil. Hahahahaa…esse Sarney!
    Quanto ao Dream Theater, aida não vi o novo disco (putz como eu tõ ficando velho. rsrsrs).

  4. Marcelo Abdul Says:

    Destruiram não. Soltaram uma bomba atômica e cagaram em cima. Horrível essa versão. O tio Arnold sempre sonhou em trabalhar novamente com John Mills. Uma pena que o diretor se foi desse mundo. Mas se for verdade que ele vai filmar “King Conan” que bela notícia.

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