TÍTULO MUNDIAL! E DAÍ?

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A seleção brasileira conquistou o título mundial sub-20 na Colômbia  e se tornou pentacampeã.

E daí?

A estrutura de merda do futebol brasileiro não vai mudar em nada.

Só lembrando aos hipócritas “pachecos” que não foi realmente o Brasil que ganhou o torneio, mas sim Cruzeiro, Internacional, Santos, São Paulo, etc. Clubes que investem nas suas divisões de base sem NENHUM apoio moral ou financeiro da CBF. Sem eles a entidade não é nada. Pois não investe em porra nenhuma.

Os mesmos clubes que agora vão ver seus diamantes serem literalmente “roubados” pelos empresários que a CBF tanto aprecia em suas concentrações.

Falar em uma lei para proteger os clubes da sangria de jovens valores? Nada.

Tirar os jogadores no meio de um campeonato importante e colocá-los como vitrine para vendas na Europa?

Aí sim.

Repito. Se for para ter uma seleção brasileira meramente comercial pra que eu vou torcer para isso?

Prova maior é que Henrique, o melhor jogador do torneio diz que não joga mais no São Paulo. Casemiro, outro jogador do tricolor também vai forçar a barra pra sair.

E aí? Vou ficar segurando bandeirinha como um otário e gritar “Brasil, Brasil Brasil” a plenos pulmões?

Fala sério. Nem vi o jogo. Porque seleção brasileira pra mim hoje é só comércio. E estou escrevendo isso quando ganha um título para nenhum “pacheco” imbecilizado vir aqui me encher o saco.

Seleção brasileira hoje, seja na sub-20 ou na principal é só vitrine para venda de jogador.

Um título ou a perda dele não fará a menor diferença se a pornográfica estrutura continuar a ferrar os clubes que tem um alto custo na formação de um jogador e que depois são “roubados” por um empresário picareta.

Ah tá. Que beleza. Tô tão emocionado com o título com dois gols cagados do O$car que estou até chorando…

AH AH AH AH AH!

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6 Respostas to “TÍTULO MUNDIAL! E DAÍ?”

  1. José Roberto Says:

    Vibrei muito com o segundo gol de Portugal, mas fiquei P da vida com essa merda de título.
    Sou contra a seleção brasileira em qualquer categoria desde criancinha!

  2. Marcelo Abdul Says:

    Fala Zé Roberto! Olha, eu confesso que nem vi o jogo. Para mim tanto faz o Brasil ganhar ou perder porque hoje em dia quem ganha mais com o futebol não é mais o torcedor e sim os empresários e os cartolas corruptos. Foi mais um título da seleção sim, mas que não vai fazer o Ricardo Teixeira parecer a Madre Tereza de Calcutá. Seleção para mim virou negócio e como não entendo nada de adminstração de empresas deixei de lado. Grande bosta esse título.

  3. Geraldo "JASON" Lina Says:

    Ah, vibrou com o gol de Portugal ? Ora pois…
    hahahahahahahahaha

    Eu torci pelos meninos do São Paulo, mas no domingo descobri que fiz mal, já que eles querem dar um pé na bunda do Tricolor mais lindo do mundo.

    Eu sou São Paulo, única e exclusivamente de agora em diante, que se danem até aqueles que vergam nossa camisa, até que provem o contrário, como faz o M1TO.

    Isso pode até virar post…

  4. Marcelo Abdul Says:

    Não Lina. Não torço contra o Brasil. Só não tenho o mesmo entusiasmo de antes de ver a seleção. Nem vi o jogo. Só vi os gols depois.

    Quando vi as notícias sobre o Henrique e o Casemiro resolvi escrever o post. Seleção brasileira está contaminada dos pés a cabeça pela cartolada sanguessuga.

    Felizmente não sou hipócrita o suficiente pra ficar torcendo pra um mito que não existe mais. A seleção brasileira virou gôndula de supermercado.

  5. José Roberto Says:

    Já falei em algumas oportunidade da história de amor do Pablo Forlna, Roberto Dias, Jurandir, José Poy vestindo a camisa do Glorioso São Paulo Futebol Clube.
    Dias e Jurandir assinavam contratos em branco nas suas renovações porque o São Paulo construia o Morumbi, aceitaram na década de 60 aquilo que o clube podia pagar.
    O Dias numa determinada ocasião recebeu proposta milionárioa (para a época) para jogar no Santos de Pelé, não aceitou pelo amor que tinha pela camisa preta, branca e vermelha.
    Jurandir também teve propostas, nunca quis sair.
    José Poy, foi o maior corretor das cadeiras cativas do estádio vendeu 8.000 unidades, percorreu nas horas e dias de folgas quase todo estado de São Paulo, sem contar o amor e a dedicação dentro de campo.
    Pablo Forlan, esse é sem igual, só para vocês terem uma idéia, nunca cedeu uma camisa que usou em campo para quem quer que fosse dizia que aquela camisa era sagrada, nem todos tinham o direito de vesti-la.
    Quando o São Paulo perde a Libertadores para o Estudiante ele ficou 2 horas sozinho no vestiário chorando com a camisa emtre as mãos coladas ao rosto.
    Por isso, na sua despedida do São Paulo num sabado a tarde contra o Flamengo, em lá em cima na arquibancada chorava copiosamente vendo meu grande idolo dando a volta olímpica, acenando para a torcida.
    Cara quando vejo notícias como essa do Henrique, e Oscar minha vontade é bater nesses caras com um tado de baseball.
    Mas, carater não se compra, o cara nasce com ele.
    Mas é pelas atitudes dos filhos que conhecemos os pais, portanto!!!

  6. Marcelo Abdul Says:

    José Roberto. Essa é a diferença entre um ídolo e um jogador medíocre. Roberto Dias, Jurandir e Forlán sempre vão estar no coração e mente de milhões de são paulinos. O jogador medíocre e mal agradecido vai para um Shaktar da vida. Ganha o seu dinheirinho e depois ninguém lembra mais dele.

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