Archive for dezembro \28\UTC 2010

RETROSPECTIVA 2010 – OS MELHORES DO ANO (E OS PIORES TAMBÉM)

28/12/2010

 

Time do ano – Internazionale de Milão

 

Os Nerazzurri faturaram o seu quinto scudetto seguido,  a Copa da Itália, a Liga dos Campeões e o seu terceiro titulo mundial esse ano. Precisa dizer porque a Internazionale ( um time de fato internacional cheio de jogadores estrangeiros) é o melhor time do ano?  A Inter sobrou em 2010.

 

Melhor jogador – Iniesta

 

Andrés Iniesta não foi escolhido o jogador do ano pelo blog  apenas pelo gol histórico que deu o tão sonhado título mundial a Fúria.  Sua regularidade dentro das quatro linhas é impressionante.  Iniesta é a principal peça no meio campo do Barcelona e da Espanha. Organiza, marca e além de tudo faz gols. Jogador moderno e fundamental em qualque time de futebol.

 

Melhor técnico – José Mourinho

 

O treinador português pode ser um tremendo de um “mala” mas levou o time da Inter a resultados estratosféricos.  Com um futebol defensivo e eficiente Mourinho e sua panca conquistou três títulos para o lado azul de Milão e repetiu a façanha do poderoso Barcelona de Guardiola no ano passado.  Mourinho saiu da Inter para o Real Madrid e o time italiano desmoronou. Prova da grande influência do técnico português sobre seu ex-clube.

 

Melhor goleiro – Casillas

 

Além de pegar tudo na Copa do Mundo, o goleiro da Espanha e do Real Madrid “agarrou” também a linda repórter Sara Carbonero.  Um golaço que nem o próprio Pelé conseguiu marcar.

 

Time  brasileiro do ano – Santos

 

Ninguém  tem a menor dúvida, o peixe  foi o melhor time  do Brasil em 2010. O Santos de Ganso, Robinho, Neymar e André fez miséria no campeonato paulista e na Copa do Brasil com goleadas acachapantes e muita alegria. O peixe resgatou  as principais características do futebol brasileiro: muita técnica, ginga e molecagem. Infelizmente com a saída de várias peças da equipe e com a grave contusão de Ganso o Santos não repetiu suas exibições no campeonato brasileiro.

Seleção do ano – Espanha

Com a base do Barcelona a Espanha ganhou o mundo pela primeira vez e repetiu o feito da Eurocopa 2008. Depois de perder na estreia contra a Suíça, tudo indicava que a “Fúria” iria amarelar mais uma vez na Copa do Mundo. Mas o time de Vicente Del Bosque manteve a calma e com seu belo futebol destruiu seus adversários até conquistar a Copa do Mundo contra a Holanda. Uma realização histórica e que provou que time campeão pode jogar bonito. Para o desespero de Dunga e seu futebol tosco regido com o “maestro” Felipe Melo. Uma das maiores aberrações que já vestiram a camisa amarelinha.

Técnico brasileiro do ano – Dorival Júnior (Santos e Atlético-MG)

Comandou a melhor equipe do Brasil no primeiro semestres e depois de uma saída tumultuada do Santos salvou o Atlético-MG do rebaixamento na bacia das almas. Disparado o melhor treinador  brasileiro do ano.

Melhor jogador brasileiro – Paulo Henrique Ganso

Jogador de raro talento dentro do futebol brasileiro. O camisa 10 clássico que além de organizar as jogadas, faz muitos gols. Durante o campeonato paulista e na Copa do Brasil o meia teve um destaque monstro e era a principal peça da equipe até se machucar com gravidade no joelho. O Santos dependia tanto dele que depois de sua contusão o time nunca mais foi o mesmo e teve um desempenho fraco no campeonato nacional. Mesmo assim sua presença foi tão marcante que o destaque de jogador do ano permaneceu intacto.

Mico do ano

São três. A derrota do Internacional de Porto Alegre para o “todo-poderoso” Mazembe no Mundial Interclubes da Fifa e o “centenada” do Corinthians. O clube paulista investiu pesado para ter nomes como Danilo e Roberto Carlos no time e fracassou feio nas três principais competições que disputou. O Inter subiu no pedestal da soberba e teve a pior derrota de sua centenária história. Um tombo gigante que produziu várias fraturas na arrogante diretoria colorada. Mas feio mesmo foi o desempenho da França na Copa do Mundo. Além do time do insonso e pretencioso Raymond Domenech não vencer nenhum jogo, a equipe toda fez uma “marselhesa” contra o treinador francês no que acabou terminando em agressões, intervenção governamental e em xingamentos nada agradáveis como podermos observar na manchete abaixo.

Pior técnico – Ricardo Gomes


Chegou cheio de pompa e com fama de educado no ano passado. Mas falhou nas rodadas finais do campeonato brasileiro de 2009. Em 2010 conseguiu fazer o São Paulo jogar pior que seu antecessor com uma retranca inexplicável e trocas absurdas. Por priorizar um esquema defensivo no primeiro jogo  contra o Internacional na Libertadores desse ano, perdeu a semifinal de forma patética. No campeonato paulista não conseguiu ganhar nenhum clássico. Até da Portuguesa o tricolor apanhou. Foi o pior técnico dos últimos dez anos do São Paulo Futebol Clube, o que já o credencia a ser o pior técnico do ano. Muito vão discordar e afirmar que  Vanderlei Luxemburgo merece o título  pela horrível campanha do galo mineiro no campeonato brasileiro. Mas pelo menos o técnico que já venceu cinco brasileiros e trocentos paulistas conquistou um estadual esse ano. E o Sr. Gomes?

Prêmio Jason Voorhees – Internacional

 

Vai para o holandês Nigel De Jong. Quebrou dois atletas esse ano e deu um golpe de MMA na final da Copa do Mundo com a façanha de nem ter rebecido um cartão amarelo pelo lance.  Conseguiu ser suspenso de sua própria seleção por seu estilo violento e reclamou no melhor estilo Rubinho Barrichello.

Prêmio Jason Vorherss  – Nacional

Vai para Felipe Melo. A maior invenção do aprendiz de técnico Carlos Bledorn  Verri: o popular Dunga. O mesmo treinador que criticou Telê Santana por 1982 e que caiu na Copa 2010 com o mesmo número de jogos do mestre mas com um desempenho vergonhoso.  Felipe Melo já havia ganhado vários prêmios como pior jogador no campeonato italiano mas o “gênio” Dunga insistiu em seu futebol “vistoso” e cheio de caneladas. Deu no que deu na Copa do Mundo. Falhou feio no primeiro gol holandês e depois foi expulso como vários jornalistas previam. Merece o prêmio Jason Voorhees nacional com louvor.

 

Persona no grata do século – Ricardo “Cururu” Teixeira


Precisa perguntar porque?

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SENADOR MÁRIO SOUTO CHAMA RICARDO TEIXEIRA DE LADRÃO

28/12/2010

Parabéns ao senador Mário Souto (PSDB/PA) por ser um dos poucos políticos a não se curvarem aos dólares do sapo Cururu. O que a senhora Dilma Roskoff vai fazer? Nada. Ela defendeu até mesmo JOSÉ SARNEY. Se ela apoiou o “coroné” porque vai fazer algo contra Ricardo Teixeira? Governo podre e imundo.

VIROU ZONA!

23/12/2010

Octacampeão nacional, Peixe quer Recopa reconhecida como mundial.

Lusa vai reinvidicar reconhecimento dos títulos do torneio Rio-São Paulo

Grêmio Maringá vai entrar na Justiça para ter reconhecido título brasileiro

 

O jornalista Paulo Vincius Coelho teve toda razão ao afirmar a confusão que a canetada da CBF provocaria. “Durma-se com um barulho desses”, profetizou.  Além de provocar uma celeuma contra o Flamengo o Sr. Ricardo Teixeira agora vai receber duzentos e noventa dossiês de clubes que vão reinvindicar até campeonatos brasileiros de botão.

Em tempo, a reinvidicação do senhor Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro a respeito da Recopa em 1968 é ridícula e sem fundamento. Para ser campeão do mundo é preciso disputar a Libertadores e o Santos na época preferia ganhar dinheiro com excursões. O campeão do mundo de 1968 se chama Estudiantes de La Plata.  Assim como a Copa Rio de 1951 e 1952 ganhas respectivamente  por Palmeiras e Fluminense jamais tiveram representatividade mundial. Se for assim o São Paulo é penta porque venceu a pequena taça do mundo em 1955 e 1963. O Corinthians é bi porque venceu o mesmo torneio em 1953.

Quando o Santos e seu presidente bonachão propoem uma reivindicação imbecil como essa está claro que o cidadão está se moendo de inveja dos títulos mais recentes de seus rivais.  A própria manifestação que o alvinegro praiano irá fazer num jogo contra o São Paulo pelo campeonato paulista no ano que vem  são a prova disso. Fizeram dossiês só pra esfregar títulos já ganhos na cara dos adversários. Isso está muito claro para mim. Que se dane a Taça Brasil ganha anos antes não é? O que importa é dizer aos adversários que se ganhou mais. Como se ninguém soubesse.

Senhor Luis Álvaro. Faça como os são paulinos. Para ser tricampeão do mundo vença a Libertadores primeiro. Ganhe títulos no campo e não no tapetão. Aliás o senhor tem um bom time para isso. Ou  vossa senhoria já vai vender o Ganso e o Neymar? Hummm.

SOLTANDO OS CACHORROS – UNIFICAÇÃO

23/12/2010

 

Por Paulo Rubens de Abreu

 


Senhores são paulinos!

Parem de chorar! A história é clara e indícios arqueológicos confirmaram que o Palmeiras e Santos são verdadeiramente  os primeiros campeões brasileiros.

Isso confirma fatos claros, indícios fortes encontrados no Parque Nacional da Serra da Capivara. As suspeitas se basearam em relatos de Pero Vaz de Caminha, fragmentos de cerâmica guarani e esqueletos encontrados juntos à antigas formações cristalinas (montanhas do período pré-cambriano).

Testes de carbono 14  por meio de pinturas rupestres indicam que   Palmeiras  e Santos venceram o campeonato Guarani contra o Unidos do Guajajara em uma partida emocionante em 1297.

pinturas rupestres de torcedores de palmeiras e santos comemorando seus títulos

Uma pena!!!

Apenas o Padre Antônio Vieira  e Hans Standen escreveram sobre esse jogo!!!

Infelizmente não há mais relatos que possam garantir mais títulos brasileiros (antiga Taça Guarani) a Santos e Palmeiras. Uma injustiça! Que se faça mais um dossiê por favor!



SÁBIO TOSTÃO!

22/12/2010

Fonte:Blog do Juca

TOSTÃO

A festa já aconteceu


A unificação dos títulos não aumenta os méritos de quem foi campeão antes de 1971


Na semana passada, me perguntaram muito sobre a unificação dos títulos nacionais antes de 1971, da Taça Brasil e do Robertão (Taça de Prata), com o Brasileiro.

Não dou a essa mudança nenhuma importância.

Sinto-me campeão do Brasil desde 1966, quando o Cruzeiro ganhou a Taça Brasil, já que era o mais importante título nacional.

Só vai mudar o nome.

Vivemos em um mundo simbólico, com preocupação excessiva em dar nomes a tudo.

O símbolo representa a coisa, mas nenhum símbolo é capaz de explicar a essência da coisa.

“O que saberás de mim é a sombra da flecha que atinge o alvo.” (Clarice Lispector)

A unificação dos títulos não aumenta os méritos de quem foi campeão da Taça Brasil e do Robertão.

Não serei mais reconhecido por me tornar também artilheiro do Campeonato Brasileiro, já que fui o maior goleador do Robertão de 1970, com 12 gols.

Não é necessário ainda juntar todas essas competições para se contar corretamente a história.

Pelo contrário, as histórias são diferentes. Cada uma teve seu charme.

Se o Cruzeiro dá muito mais importância em ter dois títulos do Brasileiro, em vez de um e outro da Taça Brasil, o clube tem todo o direito e razão em comemorar.

Em 1966, eu já festejei bastante como campeão do Brasil.

Está tudo muito bem cuidado e guardado em minha memória.

Não preciso ir a outra festa.

(Trecho da coluna de Tostão do último domingo).

CHOVERAM NO MOLHADO

22/12/2010

Pelé com as medalhas: títulos já ganhos

Caro torcedor são paulino e flamenguista. Não fiquem nervosos ou preocupados. Afinal de contas a oficialização dos títulos da Taça Brasil e do Robertão nos anos sessenta e setenta não muda em nada o atual panorama do futebol brasileiro. Afinal de contas, Santos, Palmeiras, Botafogo, Cruzeiro e Fluminense foram campeões de torneios nacionais da época de ouro do futebol brasileiro. O que mudou? Apenas uma nomenclatura. O Santos foi um dos maiores times de todos os tempos. O Palmeiras também não era chamado de “Academia” por acaso. Mas o futebol mudou daqueles anos dourados até os dias de hoje. Outros clubes cresceram no cenário nacional. O Flamengo passou a ganhar tudo nos anos oitenta e deixou uma marca inesquecível no futebol brasileiro.

O São Paulo que depois dos anos setenta e do término da construção do imponente Morumbi se tornou um “papa títulos” constante vencendo seis campeonatos brasileiros. O Corinthians, pela força de sua torcida, saiu do cenário estadual e ganhou o Brasil a partir dos anos 90. Os velhos rivais gaúchos Grêmio e Internacional também se agigantaram e venceram títulos incontestáveis.

O que muda no cenário do futebol brasileiro agora? Afinal de contas o que os clubes postulantes fizeram foi “oficializar” títulos que eles já tinham. Como se fosse preciso ser algum idiota para perceber que a Taça Brasil e o Robertão eram os principais torneios nacionais da época. O que a CBF fez foi simplesmente “chover no molhado”. E os cartolas brindam com champanhe francês conquistas que já foram comemoradas no passado. Alguém poderia chamar o Larry, Joe e Moe por favor?

Mas apesar de se fazer “justiça” ao passado do futebol nacional deve se tecer uma crítica pesada e feroz contra Ricardo Teixeira e seu assistente Rodrigo Paiva. Não existe coerência nenhuma da entidade ao oficializar dois títulos em 1967 e 1968 e mostrar um ridículo “parecer jurídico” não oficializando título do Flamengo em 1987 que deveria no mínimo ser considerado campeão brasileiro junto ao “todo-poderoso” Sport de Recife. A justificativa de Teixeira beira o ridículo, se oficializasse o título rubro-negro poderia ser preso, como se ele não tivesse feito coisa bem pior que isso como provam as acusações criminais que pesam contra ele num tribunal da Suíça e indiciamentos em duas CPIS brasileiras. Patético. Uma pergunta. Parecer jurídico é uma decisão judicial definitiva?  O Sr. Ricardo Teixeira deveria ser preso sim pelo crime de lesa futebol.

Ao oficializar os títulos nacionais desde 1959 a CBF vai entrar em um grave imbróglio extra campo contra o clube de maior torcida do país. Sugiro que Patrícia Amorim vá até a justiça comum para lutar contra essa decisão porca, tosca e absurda. Manter o Sport como único campeão brasileiro de 1987 é uma das maiores atrocidades cometidas na história do futebol brasileiro. Afinal de contas se o Vasco foi considerando campeão brasileiro num torneio que não foi gerido pela CBF em 2000 porque contra o Flamengo a história é diferente?

O torcedor e grande parte da maioria da imprensa não é besta. Sabe que títulos são ganhos dentro de campos e não em decisões jurídicas realizadas num escritório com cafezinho e ar condicionado. Passaram-se 23 anos da Copa União ganha pelo Flamengo e só a torcida do rubro negro pernambucano acredita nesse título. O resto do Brasil discorda e a CBF fecha os olhos para o óbvio. Quando a entidade oficializou os títulos da Taça Brasil e do Robertão ela pensou estar resolvendo um problema. Ledo engano. Ela criou outro pior e pelo andar da carruagem bem mais problemático e ruidoso. Afinal é complicado contestar a força de mais de 35 milhões de torcedores.

Deixo para vocês a prova irrefutável de quem é realmente campeão brasileiro de 1987 na minha opinião. Enquanto o Flamengo comemorava o título dentro do campo o “poderoso” Sport Recife dividia vergonhosamente o título do módulo amarelo com o Guarani.  Quem merece ser chamado de campeão?

Enquanto o Flamengo comemorava no campo…

...o Sport “bravamente” dividia seu título com o Guarani

SOLTANDO OS CACHORROS – RUBINHO

20/12/2010

POR PAULO RUBENS DE ABREU


Eu confesso moçada! Nunca fui com a cara da Fórmula 1. Nunca curti corrida. Tem gente que adora mas eu não suporto. Nem nos tempos do Ayrton Senna eu aguentava ver uma corrida inteira. Sinto muito! Eu sou assim. Prefiro ver uma boa partida de futebol do desafio ao galo do que uns trinta que mal vejo indo de um lado pro outro.

Mas vamos falar a verdade. Como esse Barrichello é troça gente! Até mulher ganhou dele ontem. Ah Ah Ah Ah!  Depois de fazer papel de coadjuvante e deixar o Schummi ultrapassá-lo num grande prêmio eis que o maior segundo colocado de todos os tempos teve o seu auge na carreira ontem. Foi limado por uma tal de Bia numa corrida de kart.

Será que agora ele vai querer mais indenização do google por causa das comunidades que gozam ele? Porque depois de ontem vão criar mais umas cinquenta!AH AH AH AH AH AH! O cara nunca ganhou nada na Fórmula 1 a ainda fica putinho porque zoam com ele? Aqui no Brasil é assim meu “fio”, num ganha num leva. Você quer que o repórter Vesgo lute no MMA pra tu disputar uma quedinha de braço com ele? Ganha da Bia primeiro véio! AH AH AH AH AH AH!

O cara tá 50 anos na Fórmula 1. Teve na Ferrari e agora tá na Williams e não sai do chão. Ele foi contratado ano passado pra ser o principal piloto da Brauw GP e quem ganhou o Mundial foi o companheiro de equipe dele!!!!! Mas depois de eu ver o Rubinho com essa camisa foi que eu percebi porque ele anda tão “azarado” nesses anos todos.

Fala sério vei! Com essa camisa tu só vai ganhar campeonato paulista de kart e olhe lá. AH AH AH AH AH AH!

TRICAMPEÃ EM AZUL E NEGRO (64-65-10)

18/12/2010

A Inter espanta a zebra e vence o Mazembe: tricampeã mundial

A Inter de Milão espantou qualquer prognóstico de zebra e venceu o Mazembe por 3 x 0 e coroou o ano espetacular dos Nerazzurri que se iniciou com a conquista do pentacampeonato italiano, a Copa da Itália, a Liga dos Campeões e que terminou hoje na Copa do Mundo de Clubes da Fifa. Depois de 45 anos o presidente da Internazionale, Maximo Moratti repete o feito do seu pai Angelo Moratti e se torna campeão mundial. O treinador Rafa Benitez que deixou o título escapar com o Liverpool em 2005 finalmente conquista a competição.

Eto´o: o camaronês foi fundamental na conquista italiana

O Mazembe iniciou a final exatamente da mesma forma que atuou contra Pachuca e Inter de Porto Alegre. Marcação forte e disciplina tática esperando um erro do adversário que nunca veio. A equipe italiana veio escolada contra a zebra e se postou forte no meio campo e marcando as principais zonas de escape do time congolês. Evitou assim contragolpes indesejáveis. O toque de bola também foi uma fator primordial na vitória Nerazzurri. O Mazembe não conseguia equilibrar a partida e nem evitar o domínio do meio campo congestionado do Inter que defendia em bloco e rodava a bola constantemente colocando os africanos em parafuso. O camaronês Samuel Eto´o atraia a marcação adversária no meio campo e até articulava jogadas que deixava o resto da equipe italiana solta. Numa delas ele deu um passe primordial para o montenegrino Pandev abrir o placar. O todo poderoso Mazembe desmoronou a partir do gol adversário. Em nenhum momento os africanos representaram uma chance real de perigo ao time de Benitez. Os dois gols restantes sairam naturalmente e o jogo se transformou num amistoso de luxo. Com o controle da partida foi só a Inter tocar a bola com tranquilidade e garantir o seu terceiro título mundial.

time campeão do mundo em 1964

O Bi em 1965

Equipe responsável pela origem do Catennaccio italiano vencedor da Europa e do mundo nos anos de 64/65 ironicamente a Inter de Milão chega a seu terceiro título jogando um futebol semelhante. A Internazionale  joga a antítese do campeão mundial do ano passado, o Barcelona. O ex-treinador do time, o português José Mourinho armou um time forte na marcação e na defesa. Uma equipe cautelosa e ao mesmo tempo eficiente. Um esquema semelhante ao do vitorioso treinador Helenio Herrera que basicamente criou uma escola e o jeito italiano de jogar futebol até os dias de hoje. Mesmo sem Mourinho, mas com os mesmos atletas, a Inter de Milão passeou nos gramados de Abu Dabhi. Infelizmente não houve o duelo esperado entre os xará colorado, mas isso não diminuiu a importância do título dos italianos. O Inter brasileiro não teve a competência de fazer frente a um time de médio porte como o Mazembe. Os italianos comandados por uma defesa sólida teve nos sul americanos Julio César, Lúcio e Cambiasso o alicerce das quatro principais conquistas da esquadra italiana esse ano.

Pesa também o fato de que os times da Europa se tornam cada vez mais fortes e os sul americanos cada vez mais fracos. É a quarta vez seguida que um time europeu fatura um título mundial desde o início das disputas do Intercontinental em 1960 e do Mundial da Fifa em 2000.  Fato inédito e prova definitivamente que o poderio econômico dos europeus desequilibra qualquer disputa internacional entre os demais continentes em tempos globalizados. Depois do vexame do colorado, os sul americanos precisam repensar seriamente os critérios e a qualidade dos seus torneios. Sobretudo fazer ligas mais fortes e terem clubes mais equilibrados financeiramente para segurar suas jovens promessas e mostrarem um futebol competitivo frente aos europeus. Caso contrário esse domínio que atualmente está empatado em número de títulos desde 1960 pode se alterar drasticamente.

Parabéns a Inter de Milão pelo seu terceiro título mundial. E antes que torcedores de outros times que nunca conquistaram o Intercontinental venham encher o saco com picuinhas de chancelas oficiais feitas num escritório com ar condicionado, deixo as principais páginas dos principais portais do mundo. Pra acabar com aquela historinha de que “o Mundial antes de 200o só é tratado assim pela imprensa brasileira”. Porque o futebol não começou depois de 2000. Bem vindo ao clube dos tricampeões do mundo Nerazzurri.

Portal Revista Placar (Brasil)

Ás (Espanha)

Olé (Argentina)

Four For Two (Inglaterra)

La Gazzetta Dello Sport ( Itália)

 

Reportagem da La Gazzetta Dello Sport  dos dois títulos mundiais anteriores da Inter de Milão.

SOLTANDO OS CACHORROS – VEXAME COLORADO

17/12/2010

Paulo Rubens de Abreu é um são paulino fanático. Um dos tricolores mais malucos que já vi em minha vida. Doente pelo São Paulo FC ele é capaz de ficar com febre após uma derrota de seu time. Irônico, audacioso e completamente  maluco,   Paulo terá uma coluna aqui no blog do Abdul chamada “Soltando os Cachorros”. Não esperem qualquer  isenção ou bom senso do cidadão. A primeira vítima de Paulo é o colorado mais querido do Rio Grande do Sul, por motivos óbvios.

SOLTANDO OS CACHORROS – VEXAME COLORADO

Ahhhhhhhhhh! Que peninha do pobre Sport Club Municipal.

Dicordei abertamente do nobre colega dono do blog quando ele disse que o Internacional era favorito ao título da Copa do Mundo da Fifa de Clubes.

Favorito? Ah Ah Ah Ah Ah! Fala Sério! O que o time deles fez na Libertadores? Ganhou do São Paulo treinado pelo horrível RICARDO GOMES e depois venceu o ruim Chivas em dois jogos. Por causa de quatro jogos eu vou considerar o retranqueiro do Celso Roth top??? Nãoooo né? O cara é ruim mesmo! Sempre foi! E ele provou isso na terca-feira.

Mas ri muito, muito, muito, muito da derrota deles pro “tout puissaint” Mazembe. Será que o Fernando Carvalho vai pedir alguma “maracutaia” pra Fifa como fez na abertura de janela com a CBF no meio do ano? Um DVDzinho? Não? Que pena. O Internacional de Porto Alegre posa de time diferenciado e organizado mas na prática é bem diferente. É um time que adora um bastidorzinho. É o Fluminense do sul.  Foi assim em 1996 quando eles tiraram o São Paulo da Copa do Brasil com aquela história do Lima. Depois fizeram acordo com o Bétis pra tirar o Ricardo Oliveira do jogo final da Libertadores. Posam de gaúchos orgulhosos de sua cultura mas abusam do mesmo “jeitinho brasileiro” acima da fronteira do Rio Grande.

A sua torcida subiu no pedestal da soberba com os títulos internacionais. Fez festinha, filme chamado Absoluto  e levou um tombo Absoluto!!!  AH AH AH AH AH!  Derrota vergonhosa de um time da República Democrática do Congo que mal tem campo pra treinar. Foi a maior derrota internacional da história de um clube brasileiro. E zoavam os gremistas por eles já terem sido rebaixados? Agora vão aguentar gozação do rival pro resto da vida. AH AH AH AH AH!

Um abraço especial ao Rafael Sóbis. Agora vocês está sentindo exatamente o que eu senti naquele primeiro jogo de 2006. Tá dodói Sóbis??? Tá doendoooo??? AH AH AH AH AH AH!

Meu time não ganhou porra nenhuma esse ano mas que meu final de ano vai ser mais feliz isso vai. Vai Kidiaba,vai Kidiaba, vai vai vai!  Créuuuuu! Créuuuuu!

 

E pra terminar… CHUPA O$CAR!

A CONTA CHEGOU! QUEM VAI PAGAR?

17/12/2010

 

Há cerca de quatro meses fiz uma postagem  sobre a vinda de Renato Gaúcho no Grêmio e da dependência dos clubes por treinadores “messiânicos”. No bolo coloquei o treinador Luiz Felipe Scolari e a falta de visão de certos dirigentes que insistem em  adminstrar os clubes como se eles fossem o Manchester United. Atitude pra lá de irresponsável já que até mesmo os clubes da Europa hoje estão com a corda no pescoço.Vide o Barcelona que pela primeira vez em sua história vai aceitar propaganda no espaço de sua camisa.

Alguns não concordaram comigo e até me chamaram de “fanático” porque torço para o São Paulo. Pois bem. Passados quatro meses eis que Kléber e Valdivia não jogaram nem metade do futebol de 2008 e o clube está devendo para Deus e o mundo inclusive com atraso no direito de imagem de jogadores. Os dirigentes palestrinos comemoraram a parceria com a Traffic. Só que esqueceram de lembrar que a empresa de J. Hawilla não tem nem metade da receita que tinha a Parmalat nos anos 90. A diferença financeira  é astronômica e uma pessoa tão vivida como Havilla não é louca pra jogar dinheiro pela janela.  A reportagem do Jornal da Tarde é esclarecedora e dá um alerta aos clubes de futebol que querem se aliar e empresas “meia boca” que  fatiam direitos de  jogadores, algo que deveria ser proibido pela Fifa.  A conta no final pode ficar muito cara. Leiam a reportagem abaixo e saibam o porque.

 

A FATURA CHEGOU:   11 MILHÕES


fonte: JT

Paulo Galdieri

A parceria que dois anos atrás foi celebrada por Palmeiras e Traffic como um novo modelo revolucionário de negócios no futebol brasileiro vai mal. Repleto de dívidas, mas com a obrigação de reforçar o time para 2011, o Palmeiras não conta com a empresa de marketing esportivo para ajudá-lo a se reforçar. E o motivo é que a Traffic resolveu cobrar boa parte do que gastou e investiu no auxílio ao clube.

A empresa de J. Hawilla cobra do Palmeiras dívida de R$ 11 milhões referente a socorros financeiros que fez ao clube fora dos moldes da parceria, que prevê a contratação de jogadores jovens e com potencial para depois serem vendidos ao exterior e darem lucro à empresa. A maior fatia desse valor remete a dois episódios recentes na vida financeira do Palmeiras.

O primeiro é a permanência de Pierre, durante o Brasileiro de 2009, quando o volante estava em alta e o clube recusou proposta para negociá-lo, pois liderava o Brasileiro e queria segurar todo o elenco para conquistar o título (que acabou não vindo).

A outra parte do montante é referente aos salários de Vanderlei Luxemburgo. Quando o Palmeiras deu um aumento para o então treinador alviverde, ficou acertado que parte dos R$ 700 mil mensais seriam bancados pela Traffic. Agora ela cobra de volta tudo isso. A conta é alta.

O  relacionamento, que nos primeiros momentos era de cumplicidade, se tornou uma rusga que impede que a empresa de marketing esportivo se disponha a colocar mais dinheiro no clube. Ao contrário disso, a Traffic virou credora do Verdão. E se esforça apenas na parceria da construção do estádio.

A cobrança dos R$ 11 milhões já fez o Palmeiras perder pelo menos um reforço que era tratado em sigilo e dado como praticamente acertado pela diretoria. O clube tinha tudo combinado com o zagueiro Wallace, que se destacou no Brasileirão vestindo a camisa do Vitória. Salário e tempo de contrato já haviam sido acertados entre as partes. Na hora de a Traffic, que é dona de parte dos direitos do defensor, liberá-lo, a empresa exigiu que a diretoria do Palmeiras assinasse uma confissão da dívida dos R$ 11 milhões. Como houve a recusa da cúpula do clube em reconhecer o débito, o atleta que era para ser do Palmeiras foi parar no Corinthians.

Desde então, o Verdão passou a não contar mais com o apoio da Traffic para correr atrás de reforços. A maior aproximação agora é com a DIS, o braço esportivo do Grupo Sonda, que está em litígio com o Santos e busca um novo clube para servir de vitrine para seus atletas com potencial de venda.

A reportagem do JT tentou entrar em contato com Julio Mariz, um dos sócios da Traffic, para que ele comentasse o imbróglio com o Palmeiras, mas foi informada que ele não estaria disponível para conceder entrevistas.