O CLÁSSICO ROMEU E JULIETA

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Alguém lembra da clássica história de William Sheakespeare? Duas pessoas de famílias rivais que se amam. Pois é, é mais ou menos o que é o clássico Corinthians e Palmeiras hoje. Adversários no papel, mas que na verdade se amam. Pelo menos na cabeça dos dois presidentes dos clubes.

Digo isso porque os atuais presidentes de Corinthians e Palmeiras tomaram o clássico um verdadeiro chá de frescura.  Agora o jogo tem “trofeuzinho”. Tem “elogios” de lado a lado. Tem “amor daqui e acolá. Mas sabemos que o derby paulistano não é um jogo de amizade. Nunca foi e nunca será.

A frescura é tamanha que ambos os lados resolveram não jogar mais no Morumbi. Sabe-se lá porque. Considero isso uma burrice, afinal de contas lá cabe mais gente e consequentemente dá mais lucro ao time mandante. Mas os dois presidentes estão de “birrinha” com o São Paulo e não querem jogar por lá. Ambos preferem se manter “unidos e fortes” contra o domíno do “império do mal”.

Uma babaquice sem tamanho.  Isso ao meu ver só diminuiu os dois times. Quer dizer que para vencer o outro clube adversário você se une a outro rival? E o trio de ferro? Como fica? Futebol se alimenta de rivalidade. Até mesmo a imprensa percebeu que o mais tradicional clássico paulista já não é lá essas coisas como na matéria abaixo.

Note que eu disse, o mais tradicional, porque o clássico de maior rivalidade no Estado hoje é São Paulo x Corinthians. O Palmeiras também valoriza muito a inimizade contra o tricolor quando usa o seu mando no Parque Antártica contra o clube do Morumbi e alivia seu “amiguinho” nunca mandando jogos no Palestra contra o alvinnegro.

Engraçado que jogos contra o São Paulo que são considerados “jogos de risco” são mandados tranquilamente no estádio palmeirense. Já o jogo da “amizade” contra o Corinthians nunca são marcados por lá. Que hipocrisia não? Talvez alguns diretores palmeirenses não percebam. Mas as coisas no futebol mudam muito. O Atlético-MG não tem mais a maior torcida de Minas, o Internacional não tem mais a maior torcida do Rio Grande e o São Paulo é a segunda maior torcida do Estado de São Paulo.

Enquanto o senhor Belluzzo continuar a aceitar as imposições do senhor Sanches isso só vai contribuir contra o Palmeiras, nunca a favor. Só time pequeno aceita esse tipo de coisa.  Ano passado foi coadjuvante da estréia do Ronaldo e ontem tomou fumo depois de 3 anos invicto contra o rival.  Que belo exemplo de preservação ao time hein Belluzzo?  Mustafá já está dando saudades por lá.  Mas até que ambos formam um casal bonito não?

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2 Respostas to “O CLÁSSICO ROMEU E JULIETA”

  1. Geraldo "JASON" Lina Says:

    DIZEM QUE O PELEH PAROU UMA GUERRA, PRO PESSOAL VE-LO JOGAR EM UMA EXCURSAO DO SANTOS.

    O SAO PAULO FEZ ALGO SEMELHANTE, POR NOSSA CAUSA, SE UNIRAM DOIS RIVAIS PRA LUTAR JUNTOS CONTRA NOS.

    NAO EH UMA GRACINHA ? ROMEU E JULIETA JUNTINHOS CONTRA O SOBERANO ?

    ***(*) ******(*)

  2. Marcelo Abdul Says:

    Realmente. Eles deveriam fazer como Colorado e Pinheiros no começo dos anos 90. Se fundir. Já que não aguentam o tranco sozinhos. Tá na cara que o lance é econômico. O Andres pediu pra jogar quase de graça no Morumbi e o Juju mandou ele passear. Simples assim.

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